Indicação de Messias ao STF É Rejeitada: Derrota de Lula, Vitória do Brasil

Imagem da matéria “Indicação de Messias ao STF É Rejeitada: Derrota de Lula, Vitória do Brasil” mostra Jorge Messias com um “X” no rosto.
O NOVO, por meio do senador Eduardo Girão, foi protagonista na rejeição de Bessias na sabatina do Senado (créditos: NOVO).
29 de abril de 2026

A indicação de Messias ao STF rejeitada marca uma vitória histórica do Brasil na luta contra o governo Lula: o ex-chefe da AGU fez carreira como um militante do PT e cometeu diversos abusos ao longo dessa jornada vergonhosa. Foi a primeira vez desde a redemocratização que um indicado a ministro do STF foi rejeitado pelo Senado. Nessa batalha, o senador Eduardo Girão (NOVO-CE) foi protagonista, declarando voto contra Messias semanas antes da votação e articulando arduamente para barrar o advogado petista.

Pela primeira vez em 132 anos, o Senado barrou um nome indicado pelo presidente da República para o Supremo Tribunal Federal. O placar amplo foi amplo contra a indicação de Messias: 42 votos contra e 34 a favor.

Essa é uma vitória que todos os brasileiros que pressionaram pela rejeição de Messias nas redes sociais e cobraram o senadores podem colocar com orgulho no currículo.

A rejeição também simboliza algo maior. Representa um triunfo da democracia. A tentativa recorrente de transformar o STF em extensão do poder político do governo Lula está destruindo o equilíbrio dos poderes, base para o Estado Democrático.

Nos bastidores e na linha de frente, o NOVO foi coerente com sua trajetória: somos o Partido que mais faz oposição ao governo Lula e que mais combate os abusos do STF, tanto no contexto geral quanto no Caso Master.

Diante de uma indicação com forte viés político e histórico de alinhamento ideológico, não havia outro caminho: o NOVO se posicionou contra desde o primeiro momento.

— Indicação de Messias ao STF rejeitada: motivos não faltaram
— Jorge Messias, o censor do PT: as ações do NOVO contra os abusos da AGU
— O NOVO lutou desde o início para que a indicação de Messias ao STF fosse rejeitada

Indicação de Messias ao STF rejeitada: motivos não faltaram

A rejeição da indicação de Jorge Messias não foi fruto de um único fator, mas de um conjunto consistente de problemas graves em sua trajetória. Confira os principais motivos:

Submissão ao PT e atuação contra a Lava Jato: histórico como operador jurídico do governo petista, incluindo participação em episódio que tentou garantir foro privilegiado a Lula para evitar prisão;

Atuação em favor da censura: uso da AGU para pressionar plataformas digitais, remover conteúdos críticos ao governo e instaurar mecanismos de controle do debate público;

Defesa de privilégios da Advocacia-Geral: manutenção e respaldo a supersalários e penduricalhos dentro da AGU, com pouca transparência e alto custo para o contribuinte;

Apoio ao ativismo judicial: defesa aberta da expansão do poder do judiciário sobre o legislativo, enfraquecendo o equilíbrio entre os poderes;

Omissão no escândalo do INSS: falta de ação firme diante de fraudes bilionárias que prejudicaram aposentados, incluindo medidas para suspender processos e reduzir responsabilizações.

Esses fatores consolidaram um fato cristalino: a indicação não atendia aos mínimos critérios técnicos e de independência exigidos para o cargo mais alto do judiciário brasileiro.

Confira: “Propostas Zema: Novo STF para Acabar com a Farra dos Intocáveis”!

Jorge Messias, o censor do PT: as ações do NOVO contra os abusos da AGU

O NOVO não apenas criticou, como atuou de forma concreta contra os abusos associados à gestão de Messias na AGU. Confira algumas das principais iniciativas:

— Representação no TCU contra ações de censura promovidas pela AGU;

— Proposta de extinção da soviética “Procuradoria de Defesa da Democracia”;

— Atuação firme contra tentativas de censura a conteúdos críticos sobre o governo;

— Reação institucional contra perseguições à Brasil Paralelo;

— Representações contra supersalários e benefícios irregulares dentro da AGU;

— Fiscalização ativa sobre a omissão da AGU no escândalo do INSS;

— Protagonismo na CPMI do INSS, com atuação destacada de parlamentares do partido;

— Propostas legislativas para proteger aposentados e responsabilizar o Estado por falhas;

— Pacote de medidas contra fraudes previdenciárias e corrupção sistêmica.

Mesmo com uma bancada enxuta, o NOVO se destacou como a principal voz técnica e consistente contra abusos da AGU e em defesa do brasileiro honesto.

Confira: “Gilmar Mendes Persegue Zema e Pede Inclusão no Inquérito das Fake News”!

O NOVO lutou desde o início para que a indicação de Messias ao STF fosse rejeitada

A carreira de Jorge Messias foi marcada por alinhamento ideológico, ativismo político e episódios de censura: ações totalmente incompatíveis com o papel de um ministro do STF.

Nesse cenário, ganha ainda mais relevância o papel de lideranças como Romeu Zema, pré-candidato à presidência pelo NOVO e o nome que mais tem se posicionado contra os abusos do STF. Suas propostas para reformar a Corte são diretas e estruturais e incluem:

— Estabelecimento de mandato fixo de 15 anos para ministros;

— Definição de idade mínima de 60 anos para nomeação;

— Fim das decisões monocráticas;

— Redução do escopo de atuação do STF;

— Vedação de conflitos de interesse dentro da Corte;

— Obrigação do Senado pautar pedidos de impeachment quando houver apoio da maioria.

Essas medidas têm um objetivo claro: restaurar o equilíbrio entre os poderes e garantir que e acabar com a ditadura da toga, sob a qual vivemos hoje.

A rejeição da indicação de Messias ao STF é mais do que um episódio isolado. É um sinal de que o Brasil começa a reagir contra excessos e abusos. Para o NOVO, essa luta é permanente e tem um propósito maior: melhorar a vida do brasileiro honesto.

Sem segurança jurídica, sem instituições equilibradas e sem limites claros ao poder, não há crescimento econômico, não há investimento e não há liberdade. Por isso, enfrentar a chamada o autoritarismo supremo não é apenas uma pauta política. É uma necessidade urgente para o futuro do país. A mensagem que fica é clara: ninguém está acima da lei. E o Brasil começa a mostrar que também não aceita mais estar sob a ditadura do STF.

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