O STF de hoje é uma vergonha com diversos ministros tendo conchavos podres, contrato de R$ 129 milhões do Master com esposa a esposa de Moraes e ataques constantes à própria democracia. Diante desse cenário tenebroso, o pré-candidato à presidência pelo NOVO, Romeu Zema, apresentou um conjunto de propostas para reformar o STF e acabar com a farra dos intocáveis do Supremo.
A ideia central é simples: ninguém pode estar acima da lei. E isso inclui até as autoridades que, na prática, mandam no Brasil atualmente, os ministros do STF.
As propostas de Zema foram elaboradas com papel fundamental do Instituto Libertas, que consultou mais de 200 especialistas em gestão pública.
Confira a seguir mais detalhes sobre a reforma do STF proposta por Zema!
— Propostas Zema para um novo STF: resumo
— Propostas Zema para um novo STF: limitar o poder da Corte
— Propostas Zema para um novo Supremo: moralizar o judiciário e os órgãos de controle
— Propostas Zema para um novo Supremo: permitir fiscalização efetiva do Senado
— Propostas Zema para um novo STF: o primeiro passo para colocar o Brasil no rumo certo
Resumindo, o plano de Zema para um novo STF gira em três pilares principais: limitar o poder da Corte, moralizar o judiciário e garantir fiscalização real por parte do Senado. Entre os pontos mais relevantes estão:
— Definir um tempo fixo de mandato para ministros;
— Aumentar a idade mínima para o cargo;
— Reduzir temas em que o Supremo pode atuar;
— Proibir que parentes de ministros trabalhem na Corte e em órgãos de controle;
— Impedir que ministros tenham empreendimentos no meio jurídico;
— Exigir indicações de nomes técnicos e sem vínculo político;
— Acabar com o foro privilegiado;
— Obrigar o Senado a pautar impeachment quando a maioria dos senadores apoiar;
A proposta busca restabelecer o equilíbrio entre os poderes e devolver previsibilidade ao ambiente institucional brasileiro.
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Hoje, um dos principais problemas do STF é o excesso de poder, muitas vezes exercido de forma individual. Zema propõe mudanças estruturais para corrigir essa distorção, como:
Idade mínima e mandato definido
— Estabelecer idade mínima de 60 anos para indicação;
— Mandato de 15 anos, evitando permanência indefinida e politização do cargo;
Fim das decisões monocráticas
— Proibir que um único ministro suspenda leis ou políticas públicas;
— Garantir que decisões relevantes sejam colegiadas;
Redução das competências do STF
— Retirar da Corte temas como matérias criminais e tributárias;
— Transferir a maioria dos julgamentos para instâncias mais adequadas, como o STJ;
Combate ao ativismo judicial
— Limitar a possibilidade de o STF reverter decisões do Congresso;
— Reforçar que o legislativo deve ser o responsável pelas grandes decisões políticas.
O objetivo é impedir que o Supremo atue como o superpoder de hoje, estando acima de todas as demais instituições.
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Outro eixo central das propostas é o combate a conflitos de interesse e privilégios dentro do sistema de Justiça. As medidas nesse sentido são:
Fim dos negócios de família
— Proibir que parentes de ministros atuem em tribunais superiores;
— Evitar situações em que decisões possam beneficiar interesses privados;
Vedação a atividades paralelas
— Impedir que membros do Judiciário e órgãos de controle sejam sócios de empresas;
— Restringir participação em eventos ou atividades que comprometam a imparcialidade;
Critérios técnicos para nomeações
— Proibir indicações políticas ou partidárias;
— Presidência escolherá com base em lista de juristas de carreira e reputação limpa;
Corregedoria independente para o STF
— Estrutura para investigar e responsabilizar ministros por irregularidades administrativas;
— Possibilidade de encaminhamento para responsabilização penal.
A proposta parte do princípio de que justiça não pode ser confundida com interesses pessoais ou políticos: a lei precisa valer para todos. Inclusive, para os que se consideram intocáveis atualmente.
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Atualmente, um dos maiores problemas apontados é a dificuldade de responsabilizar ministros do STF, mesmo diante de abusos evidentes para qualquer brasileiro honesto. Para enfrentar isso, Zema propõe:
Impeachment com tramitação obrigatória
— Obrigar a análise de pedidos apoiados pela maioria do Senado ou por iniciativa popular;
— Reforço do papel constitucional do Senado;
— Garantir independência real para investigar e julgar ministros;
Fim do foro privilegiado
— Acabar com o foro mais de 50 mil privilegiados;
— Impedir que ministros tenham poder indireto sobre quem deveria fiscalizá-los;
— Senadores e deputados federais serão julgados na 1ª instância;
Essas medidas vão acabar com a impunidade, que corre solta atualmente, e criar mecanismos concretos de investigação e punição dos que merecem.
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Para Zema e o NOVO, reformar o STF não é apenas uma pauta protocolar: é uma necessidade urgente para acabar com o caos completo imposto pela ditadura da toga.
Sem segurança jurídica, sem limites claros e sem responsabilidade, o Brasil permanece preso a um sistema que afasta investimentos, enfraquece a democracia e penaliza o brasileiro honesto.
A proposta de Zema para um novo STF representa o início de uma transformação ampla com: Estado enxuto, instituições equilibradas e um ambiente onde a justiça vale para todos. Nossa mensagem é direta: chega de privilégios descarados, chega de abusos constantes, chega de intocáveis. Zema defende um judiciário que defenda o brasileiro honesto, não aos interesses dos intocáveis no poder.
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