Suspensão, STF e Processos Contra Marcel van Hattem: 5 Tentativas de Intimidação

Na arte da matéria “Suspensão, STF e Processos Contra Marcel van Hattem” Marcel aparece acima da frase “Marcel van Hattem contra o sistema ” e com a bandeira do Brasil no fundo.
Marcel van Hattem é um exemplo de parlamentar para todos os congressistas. Ele foi eleito o melhor congressista de 2025 pelo Ranking dos Políticos (créditos: NOVO).
05 de maio de 2026

O deputado federal Marcel van Hattem (NOVO-RS), que frequentemente se posiciona com contra abusos de grandes autoridades, no Congresso e no STF, sempre enfrenta processos abusivos para tentar calá-lo: a busca pela suspensão do seu mandato é a prova mais nova disto.

Entre pedidos de suspensão, investigações indevidas e confrontos com os intocáveis do STF, vemos uma tentativa de silenciamento de um dos poucos parlamentares que tem coragem de enfrentar o sistema.

É preciso destacar: o NOVO é a legenda com mais ações concretas contra abusos do STF, tanto no contexto geral quanto no Caso Master.

E, dentro desse esforço, Marcel van Hattem teve papel central, participando ativamente da maioria dessas iniciativas.

Confira as cinco principais tentativas do sistema para sabotar Marcel!

— Quem é Marcel van Hattem?
— Suspensão, STF e processos contra Marcel van Hattem: ameaça ao mandato por ocupação da Mesa
— Suspensão, STF e processos contra Marcel van Hattem: denuncia de delegado no Caso Filipe Martins
— Suspensão, STF e processos contra Marcel van Hattem: confronto com general
— Suspensão, STF e processos contra Marcel van Hattem: diretor da PF ameaça novo inquérito
— Suspensão, STF e Processos Contra Marcel van Hattem: monitoramento por Alexandre de Moraes
— Marcel e do NOVO não se intimidam com nenhuma dessas bravatas

Quem é Marcel van Hattem?

Marcel van Hattem se consolidou como uma das principais vozes de oposição ao desgoverno Lula no Brasil, sendo reconhecido como o melhor congressista do país pelo Ranking dos Políticos em 2025.

Sua atuação combina firmeza de ideias com resultado prático. Entre suas principais iniciativas, estão:

Projeto para permitir a venda de medicamentos sem prescrição fora de farmácias, ampliando concorrência e reduzindo preços ao consumidor;

Pacote de projetos voltados às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul em 2024, incluindo dedução integral de doações no Imposto de Renda, suspensão de dívidas e criação de linhas emergenciais de crédito;

Apoio unânime ao PL Antifacção, que aumentou a pena para faccionados e, com uma emenda de Marcel, proibiu presos de votar nas eleições;

Dezenas de ações contra ministros do STF e pressão pelo impeachment de, por exemplo, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, por seus flagrantes abusos;

Conquista do maior investimento da história do Rio Grande do Sul, de R$ 27 bilhões, para a instalação de uma indústria e gerar 12 mil empregos;

Voto contra todas as tentativas de aumentar e criar supersalários para a elite do funcionalismo;

Combate sistemático ao aumento de impostos, incluindo atuação que barrou o aumento do  IOF e retorno do DPVAT;

Participação no Código de Defesa do Contribuinte e do Empreendedor;

Atuação para preservar o Marco do Saneamento, garantindo investimentos privados no setor e permitindo melhorias em esgoto e água tratada para os brasileiros;

Protagonismo na resistência ao PL da Censura, que foi barrado;

Fiscalização e denúncia de contratos com fortes indícios de corrupção, como o Leilão do Arroz e a Megalicitação da SECOM.

Esse histórico explica por que Marcel se tornou alvo frequente de pressões: ele confronta diretamente os interesses do sistema.

Confira: “Ministro do STF Sugere que Zema Pode Ser Preso”! 

Suspensão, STF e processos contra Marcel van Hattem: ameaça ao mandato por ocupação da Mesa

O episódio mais recente e simbólico é a tentativa de suspender o mandato de Marcel por dois meses, em resposta ao protesto realizado no plenário da Câmara em agosto de 2025.

Na ocasião, parlamentares da oposição ocuparam a Mesa Diretora como forma de obstrução parlamentar, instrumento legítimo e amplamente utilizado ao longo da história do Congresso.

O objetivo era pressionar pela votação do PL da Anistia, que já havia cumprido os requisitos regimentais para entrar em pauta, mas seguia não sendo votado (mesmo em regime de urgência) pela presidência da Casa.

Obstruções semelhantes já foram realizadas por parlamentares de esquerda, inclusive com ocupações de mesas diretoras de forma violenta, sem que qualquer punição fosse aplicada.

O que muda agora não é o ato em si, mas quem o pratica.

Confira: “Indicação de Messias ao STF É Rejeitada: Derrota de Lula, Vitória do Brasil”!

Suspensão, STF e processos contra Marcel van Hattem: deputado denuncia delegado da PF por fraude no Caso Filipe Martins

Um dos episódios mais graves dessa sequência ocorreu quando Marcel van Hattem decidiu cumprir seu dever constitucional de fiscalização e denunciar irregularidades na atuação da Polícia Federal no Caso Filipe Martins.

Da tribuna da Câmara, o parlamentar afirmou que o delegado responsável pela investigação, Fábio Alvarez Schor, fraudou relatórios para sustentar a prisão do ex-assessor presidencial.

Entre os pontos levantados estavam registros internacionais com inconsistências, uso de informações não verificadas e contradições que derrubaram a narrativa do sistema.

Posteriormente, a própria evolução do caso reforçou essas críticas: evidências apontaram que a viagem internacional atribuída a Filipe Martins nem ocorreu de fato.

Ainda assim, o ex-assessor permaneceu preso até hoje por determinação de Alexandre de Moraes. Em vez de apurar as denúncias, o sistema reagiu contra quem denunciou.

Marcel passou a ser investigado e, posteriormente, indiciado por supostos crimes contra a honra, mesmo tendo feito suas denúncias no exercício do mandato, protegido pela imunidade parlamentar prevista na Constituição.

O caso avançou ainda mais quando a PGR formalizou a denúncia contra o deputado no Supremo Tribunal Federal.

Esse episódio representa um marco assustador: pela primeira vez, um parlamentar é alvo de censura por declarações feitas na Tribuna da Câmara.

Se um parlamentar não pode denunciar irregularidades de agentes públicos sem ser perseguido, o próprio papel constitucional do legislativo é comprometido.

Confira: “Propostas Zema: Novo STF para Acabar com a Farra dos Intocáveis”!

Suspensão, STF e processos contra Marcel van Hattem: confronto com general

Outro episódio que evidencia o ambiente de tensão institucional ocorreu em abril de 2026, quando Marcel foi confrontado por um general do Exército dentro da Câmara.

O conflito começou após críticas feitas pelo parlamentar do NOVO ao comandante do Exército, general Tomás Miguel Paiva, em uma sessão da Comissão de Relações Exteriores.

Marcel questionou a postura do comandante diante de decisões do STF, que provou ser a de um capacho do Supremo e seus abusos.

Quando Marcel deixou a Comissão, foi abordado por um oficial da ativa, que, de forma exaltada, tentou constrangê-lo por suas declarações e tentando defender a suposta honra do comandante capacho.

A situação rapidamente escalou para um embate público, registrado em vídeos que circularam amplamente. O parlamentar reagiu de forma firme, reafirmando seu direito de crítica e destacando com olho no olho: “Quem defende frouxo é frouxo também”.

Esse episódio levanta o alerta: militares da ativa não têm qualquer prerrogativa para interpelar ou constranger parlamentares por suas opiniões políticas.

Confira: “Zema Apresenta Diretrizes do NOVO para o Brasil em Evento”!

Suspensão, STF e processos contra Marcel van Hattem: diretor da PF ameaça novo inquérito após ser desafiado a cumprir lei

O embate com a Polícia Federal não se limitou ao Caso Filipe Martins. Em audiência na Comissão de Segurança Pública, Marcel criticou a atuação da corporação e questionou a legalidade das investigações contra ele.

Diante do ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, e do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, o deputado reafirmou que o delegado Schor era criminoso e fez um desafio direto ao líder da PF: se suas declarações configuram crime, que fosse preso em flagrante. 

Caso contrário, Andrei Rodrigues estaria cometendo o crime de prevaricação (ignorar um delito enquanto sendo autoridade pública).

Foi preso? Não, o sistema se acovardou e reconheceu que, no fundo, sua narrativa de que Marcel cometeu um delito não tem base. Porém, o diretor da PF anunciou um novo inquérito contra o deputado por suposto crime contra a honra. Que honra? Piada pronta.

O episódio escancara uma inversão total: em vez de responder às críticas e esclarecer possíveis irregularidades, autoridades optaram por ampliar a repressão.

Lembrete: a imunidade parlamentar, prevista na Constituição, garante que deputados são invioláveis por suas opiniões, palavras e votos. Quando essa imunidade é relativizada, o que ocorre é perseguição política disfarçada de procedimento legal.

Suspensão, STF e Processos Contra Marcel van Hattem: remoção de post e monitoramento por Alexandre de Moraes

Durante as eleições de 2022, uma publicação do congressista do NOVO foi removida por determinação de Alexandre de Moraes (na época, presidente do TSE), sem que houvesse acesso ao processo ou garantia adequada de contraditório e ampla defesa.

E o pior: a postagem não tinha nada a ver com as eleições. Era uma crítica à justiça do trabalho.

Além disso, revelações do caso Twitter Files Brasil, em abril de 2024, provaram que milhares de perfis em redes sociais foram monitorados ilegalmente a mando de Moraes durante o período eleitoral, incluindo o do próprio deputado.

Documentos divulgados publicamente mostraram que o TSE monitorou postagens, “hashtags inapropriadas” ou falaram sobre temas considerados “antidemocráticos”. Em certos casos, simples posts críticos ao STF e a Lula levaram a prisões no contexto do 8/1.

Diante disso, Marcel reagiu com medidas concretas: protocolou ações, denunciou abusos e se posicionou de forma firme contra as práticas totalmente ilegais do STF e de Moraes.

Marcel e do NOVO não se intimidam com nenhuma dessas bravatas

Esses episódios provam um padrão: toda vez que há enfrentamento direto a abusos de poder, surgem tentativas de intimidação. Mas há outro padrão ainda mais importante: o NOVO não recua.

O Partido Novo é a legenda com mais ações concretas contra os desmandos do Supremo desde 2024, atuando de forma consistente na defesa das liberdades individuais, do devido processo legal e da separação dos poderes.

E, nesse contexto, Marcel van Hattem foi protagonista, participando ativamente da maioria dessas iniciativas, e se tornando o congressista mais combativo aos abusos do STF.

O protesto que motivou a tentativa de suspensão do seu mandato não foi um ato isolado. Foi parte de uma luta maior: a defesa da anistia ampla para os envolvidos nos atos do 8/1, diante da evidente desproporcionalidade nas punições do STF.

Essa posição sempre foi clara. E mais do que discurso, houve ação. O NOVO teve papel decisivo na aprovação do PL da Dosimetria, que corrigiu excessos nas penas aplicadas.

A tentativa de punir Marcel van Hattem com a suspensão de mandato é um ataque direto à liberdade parlamentar e ao direito de oposição no Brasil.

E a resposta do NOVO é apenas uma: nunca, absolutamente nunca, vamos nos dobrar ao sistema. Seguiremos denunciando abusos e enfrentando os intocáveis na política e no STF, porque só temos acordo com um ator nessa trama: o brasileiro honesto, que sustenta e é vítima dos poderosos. Seguiremos firmes no nosso dever até construir um Brasil de 1º mundo, onde abusadores de poder ficam na cadeia, devolvem o dinheiro roubado e o brasileiro honesto prospera.

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