A decisão do Conselho de Ética, que aprovou a suspensão do deputado Marcel van Hattem (NOVO-RS), escancara um padrão vergonhoso: o uso de dois pesos e duas medidas dentro do Congresso. Nesse momento, é fundamental registrar quem votou a favor da suspensão de Marcel van Hattem, quem votou contra e quem se omitiu. Lembre-se desses nomes na hora de definir seu voto em outubro. Quem votou contra ajuda o NOVO a enfrentar o sistema dos intocáveis, quem votou a favor se curva aos poderosos que estão destruindo o Brasil.
A decisão ocorreu na noite desta terça-feira (05). O Conselho decidiu punir Marcel, bem como os deputados Marcos Pollon (PL-RS) e Zé Trovão (PL-SC), com suspensão de mandato por dois meses.
A determinação veio em resposta à participação dos três no protesto legítimo e pacífico realizado em agosto de 2025.
Na ocasião, parlamentares ocuparam a Mesa Diretora para pressionar pela votação do PL da Anistia, que já deveria ter sido pautado, conforme o regime de urgência aprovado em abril do ano passado.
A obstrução parlamentar sempre foi parte do jogo democrático no Brasil. Transformá-la agora em motivo de suspensão, justamente quando usada por opositores, não é coincidência: é perseguição política.
O NOVO aponta a contradição evidente: quando a esquerda fazia o mesmo, inclusive de forma violenta, era chamado de instrumento democrático e não havia qualquer reprimenda institucional; quando a direita faz, é motivo de punição exemplar.
Dito isso, a decisão não é final e vamos entrar com recurso na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e a nossa expectativa é vencer a votação final sobre a suspensão no Plenário da Câmara.
— Quais deputados votaram contra a suspensão de Marcel van Hattem?
— Quais deputados votaram a favor da suspensão de Marcel van Hattem?
— Quais deputados não votaram na suspensão de Marcel van Hattem?
— Quem é Marcel van Hattem?
— Marcel van Hattem comenta decisão do Conselho de Ética pela suspensão
— Separando os homens dos garotos
— Vamos recorrer e nunca vamos nos submeter ao sistema dos intocáveis
— Cabo Gilberto Silva (PL-PB)
— Delegado Bilynskyj (PL-SP)
— Gustavo Gayer (PL-GO)
— Sargento Gonçalves (PL-RN)
Esses votos representam uma minoria que ainda sustenta princípios claros: o parlamento deve proteger o direito de seus membros se manifestarem, protestarem e enfrentarem abusos.
— AJ Albuquerque (PP-CE)
— Albuquerque (Republicanos-RR)
— Castro Neto (MDB-PI)
— Chico Alencar (PSOL-RJ)
— Gustinho Ribeiro (PP-SE)
— Josenildo (PDT-AP)
— João Daniel (PT-SE)
— Julio Arcoverde (PP-PI)
— Luciano Amaral (PSD-AL)
— Maria do Rosário (PT-RS)
— Moses Rodrigues (União-CE)
— Nely Aquino (Podemos-MG)
— Reimont (PT-RJ)
A lista evidencia que partidos de esquerda que já utilizaram a obstrução parlamentar sem qualquer punição agora apoiam repressão severa quando o alvo é a oposição.
E membros supostamente de direita e de partidos que participaram da ocupação em agosto, votaram a favor da suspensão de Marcel van Hattem e os outros dois deputados. O que vemos é incoerência e oportunismo político.
Confira: “NOVO É o Partido com Mais Ações Contra os Abusos do STF no Caso Master”!
— Acácio Favacho (MDB-AP)
— Delegado Marcelo Freitas (União-MG)
— Dimas Gadelha (PT-RJ)
— Fausto Júnior (União-AM)
— Ricardo Maia (MDB-BA)
A abstenção, neste caso, também comunica algo: diante de uma decisão que envolve liberdade parlamentar, ficar em cima do muro é escolher não enfrentar o problema.
Confira: “Suspensão, STF e Processos Contra Marcel van Hattem: 5 Tentativas de Intimidação”!
Marcel van Hattem se consolidou como uma das principais vozes de oposição ao desgoverno Lula no Brasil, sendo reconhecido como o melhor congressista do país pelo Ranking dos Políticos em 2025. Entre suas principais iniciativas, estão:
— Projeto para permitir a venda de medicamentos sem prescrição fora de farmácias, ampliando concorrência e reduzindo preços ao consumidor;
— Pacote de projetos voltados às vítimas das enchentes no Rio Grande do Sul em 2024, incluindo dedução integral de doações no Imposto de Renda, suspensão de dívidas e criação de linhas emergenciais de crédito;
— Apoio unânime ao PL Antifacção, que aumentou a pena para faccionados e, com uma emenda de Marcel, proibiu presos de votar nas eleições;
— Dezenas de ações contra ministros do STF e pressão pelo impeachment de, por exemplo, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, por seus flagrantes abusos;
— Conquista do maior investimento da história do Rio Grande do Sul, de R$ 27 bilhões, para a instalação de um complexo industrial e geração de 12 mil empregos;
— Voto contra todas as tentativas de aumentar e criar supersalários para a elite do funcionalismo;
— Combate sistemático ao aumento de impostos, incluindo atuação que barrou o aumento do IOF e retorno do DPVAT;
— Participação no Código de Defesa do Contribuinte e do Empreendedor;
— Atuação para preservar o Marco do Saneamento, garantindo investimentos privados no setor e permitindo melhorias em esgoto e água tratada para os brasileiros;
— Protagonismo na resistência ao PL da Censura, que foi barrado;
— Fiscalização e denúncia de contratos com fortes indícios de corrupção, como o Leilão do Arroz e a Megalicitação da SECOM.
Esse histórico explica por que Marcel se tornou alvo frequente de pressões: ele confronta diretamente os interesses do sistema.
Confira: “O NOVO É o Partido com Mais Ações Contra os Abusos do STF”!
O líder do NOVO na Câmara, reforçou que se for preciso, fará a obstrução quantas vezes for necessária e que o sangue farroupilha, compartilhado com Pollon e Zé Trovão, o impede de recuar:
“Essa votação do Conselho de Ética é mais um passo pavimentando a minha eleição como senador da república. Preferimos perder essa etapa com honra do que vencer com acordos imorais. Nós estamos aqui para defender quem não tem voz. Por mais que seja absurda, a suspensão de um mandato é muito pouco comparada com pessoas que foram presas ilegalmente e até perderam a vida com a reação do STF aos atos do 8/1. Vamos continuar denunciando esses e outros abusos de Alexandre de Moraes com ou sem mandato”.
“Agora vamos recorrer à CCJ e vamos até o plenário, onde tenho certeza que vamos vencer, porque 120 deputados de oposição e mais outros de centro participaram da paralisação dos trabalhos em agosto do ano passado”, continuou.
“Eu vou colocar a decisão do Conselho como medalha de honra na parede do meu gabinete, porque quem viaja de jatinho pago por corrupto e recebe contrato de R$ 129 milhões fica impune, mas pessoas honestas como nós são punidas. Essa punição é uma prova de honestidade e a recebo com muito orgulho”, cravou.
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O próprio Marcel foi direto ao criticar a postura de partidos que mudaram de lado: siglas que participaram da paralisação da Câmara orientaram seus deputados a votar pela suspensão:
“Inclusive, é um absurdo que partidos que estiveram conosco na ocupação da Mesa da Câmara tenham orientado seus deputados a votar a favor da nossa suspensão no Conselho. Isso inclui deputados do Progressistas (PP), Republicanos, União Brasil (UB) e Podemos. Eles também assinaram documentos conosco na paralização”.
Esse episódio separa quem sustenta posição mesmo sob pressão e quem cede para preservar espaço e conseguir favores com o sistema.
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Nosso país vive um cenário em que de justiça seletiva, como destaca o presidente do Partido Novo, Eduardo Ribeiro:
“No Brasil soviético de hoje, a punição depende de quem faz, não do que é feito. O Conselho de Ética suspendeu o mandato de Marcel por uma obstrução parlamentar, prática que a esquerda repete há anos sem ser punida. Uma vergonha. Vamos recorrer”.
O recurso à CCJ já está definido, e a luta seguirá até o plenário. Mais do que reverter uma decisão, o objetivo é defender que a justiça precisa ser igual para todos.
A suspensão de Marcel van Hattem não enfraquece sua atuação. Pelo contrário, confirma o perigo que o deputado gaúcho representa ao sistema podre. Quando um parlamentar é punido por exercer seu papel com firmeza, o problema não está nele, mas nos intocáveis, seja no STF ou no Congresso, que tentam silenciá-lo. O NOVO seguirá firme, recorrendo, denunciando e enfrentando cada abuso. Porque a política só muda de verdade quando alguém tem coragem de não se dobrar e é exatamente isso que Marcel e o NOVO representam no Brasil de hoje.
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