Afinal, quais são os partidos mais à direita do Brasil? Para definir quais são os partidos mais à direita e mais à esquerda, o GPS Partidário 2026, da Folha de São Paulo, mediu o que os partidos realmente fazem e não o que declaram ser. O resultado é inequívoco: o NOVO lidera a régua de partido mais à direita com folga na edição de 2026, repetindo a liderança da edição de 2024 do GPS.
A análise avaliou todas as 29 principais legendas do país de acordo com cinco critérios: votações na Câmara, frentes parlamentares, trocas de sigla, coligações e doações eleitorais.
Saiba mais sobre o que o GPS Partidário revela a seguir!
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A ordem completa, do mais alinhado à direita ao mais alinhado à esquerda juntamente com a pontuação, segundo o GPS Partidário é:
— 1º. NOVO – 97,8 (mais à direita)
— 2º. PL – 95,7 (direita)
— 3º. PRTB – 93,6 (direita)
— 4º. Missão – 92,1 (direita)
— 5º. DC – 82,4 (direita)
— 6º. Democrata – 77,1 (direita)
— 7º. PSDB – 75,0 (direita)
— 8º. União – 73,6 (direita)
— 9º. Podemos – 68,9 (direita)
— 10º. Republicanos – 68,8 (direita)
— 11º. PRD – 67,9 (direita)
— 12º. Cidadania – 67,3 (direita)
— 13º. PP – 65,5 (direita)
— 14º. Mobiliza – 56,0 (centro)
— 15º. Agir – 53,3 (centro)
— 16º. Solidariedade – 48,0 (centro)
— 17º. Avante – 44,0 (centro)
— 18º. PSD – 43,9 (centro)
— 19º. MDB – 43,6 (centro)
— 20º. PDT – 32,5 (esquerda)
— 21º. PSB – 26,4 (esquerda)
— 22º. PV – 21,0 (esquerda)
— 23º. Rede – 13,1 (esquerda)
— 24º. PCdoB – 12,5 (esquerda)
— 25º. PT – 11,3 (esquerda)
— 26º. PSOL – 10,4 (esquerda)
— 27º. PCB – 8,3 (esquerda)
— 28º. UP – 4,7 (esquerda)
— 29º. PSTU – 1,0 (mais à esquerda)
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O topo da régua concentra as legendas que realmente votam, coligam e se posicionam à direita. O NOVO lidera com 97,8 pontos — o maior escore da série.
Em seguida vem o PL (95,7), com bancada numerosa. PRTB (93,6) e Missão (92,1) aparecem logo atrás, mas com representação parlamentar mínima. O DC fecha o top 5 com 82,4.
Na prática, só dois partidos de direita têm peso real no Congresso: NOVO e PL. Os demais ocupam posições altas na métrica, mas com bancadas só um ou nenhum deputado eleito.
O que diferencia o NOVO é a coerência absoluta: em todas as variáveis analisadas (votações, frentes, coligações e comportamento eleitoral) a legenda ficou na ponta extrema da direita. Não é discurso. É padrão de voto e de aliança.
O GPS também revela um dado interessante: o bloco do centrão vota junto com a esquerda na maioria das votações.
O NOVO é o partido mais à direita do Brasil. E isso se reflete na prática. Afinal, também:
— Somos a sigla que mais luta contra o aumento de impostos;
— Somos o partido que mais faz oposição ao governo Lula;
— Somos a legenda que mais combate supersalários na elite do funcionalismo;
— Somos um dos poucos que defende enquadrar facções criminosas como terroristas;
— Somos o partido que mais luta contra os abusos do STF;
— Somos o partido que mais combate a corrupção;
— Somos o único partido que exige de seus senadores o apoio ao impeachment de ministros do STF.
Quem vota em candidato a deputado federal do NOVO não está caindo em propaganda. Está garantindo que as ideias de direita, Estado de direito, menos impostos, liberdade econômica, ordem, combate à impunidade e rejeição ao aparelhamento do Estado pela esquerda, terão voz firme, coerente e sem concessões no Congresso. O GPS Partidário apenas confirmou o que a prática já mostrava: quando o assunto é direita saber que é mais à direita, o NOVO lidera.
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