Os intocáveis de Brasília estão tentando calar quem fala a verdade. O procurador-geral da República (PGR), Paulo Gonet, denunciou Romeu Zema (NOVO), por suposta calúnia contra o ministro do STF Gilmar Mendes. A denúncia já era esperada. Afinal, a PGR ignorou centenas de abusos de poder do STF nos últimos anos e sempre atuou para legitimar esses absurdos. Diante das críticas justas de Zema ao STF, a resposta da PGR é tentar calar o ex-governador de Minas, que é o pré-candidato a presidente que mais enfrenta os desmandos do Supremo.
A denúncia apresentada pela PGR na última sexta-feira (15) ocorre em um momento de crescimento político de Romeu Zema justamente por sua postura firme contra os abusos do STF.
Uma pesquisa recente do Instituto Meio/Ideia mostrou que mais de 50% dos brasileiros apoiam Zema no embate contra o Supremo.
Nos últimos meses, Zema deixou de ser apenas mais um crítico do STF para se consolidar como o pré-candidato presidencial mais combativo contra os ministros que constantemente extrapolam seus limites constitucionais.
Além disso, o NOVO também assumiu protagonismo nesse enfrentamento institucional. O Partido se tornou:
— A legenda com mais ações concretas contra abusos do STF desde 2024;
— O Partido com mais atuante contra os abusos do Supremo no Caso Master;
— A única sigla que exige formalmente que seus pré-candidatos ao Senado apoiem impeachment de ministros que cometam crimes de responsabilidade.
Enquanto grande parte da política tradicional prefere silêncio, covardia ou acordos de bastidores, Zema e o NOVO decidiram enfrentar diretamente os abusos de poder e defender a liberdade do brasileiro honesto.
— PGR considera que Zema caluniou Gilmar Mendes
— PGR e Gilmar Mendes x Zema: o pré-candidato que mais ameaça os intocáveis do Judiciário
— PGR e Gilmar Mendes x Zema: as propostas do pré-candidato para reformar o STF
— Zema e o NOVO não vão se curvar aos abusos dos intocáveis
A denúncia foi apresentada ao STJ e tem origem em um vídeo satírico publicado por Zema nas redes sociais sobre o escândalo envolvendo o Banco Master.
O episódio começou após Gilmar Mendes solicitar a Alexandre de Moraes a inclusão de Zema no chamado inquérito das fake news, depois da publicação de um vídeo em que ministros do Supremo apareciam retratados como “fantoches” da série “Os Intocáveis”.
O material ironizava a relação entre integrantes do STF e o Caso Master, apontando como eles buscavam se blindar diante das evidências de proximidade com o Banco Master.
Segundo a PGR, o conteúdo configuraria crime contra a honra. O órgão também pediu que Zema seja condenado ao pagamento de indenização equivalente a 100 salários mínimos, valor que atualmente supera R$ 162 mil.
A reação do pré-candidato do NOVO à denúncia da PGR foi imediata:
“Os intocáveis não aceitam críticas. Os intocáveis não aceitam o humor. Os intocáveis não querem prestar contas de seus atos. Os intocáveis se julgam acima dos demais brasileiros. Não vou recuar um milímetro. Segue o jogo”.
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O avanço das investidas contra Romeu Zema tem um motivo claro. Hoje, ele é o pré-candidato à presidência que mais ameaça os ministros do STF.
Sua postura firme contra decisões abusivas, interferências políticas da Corte e violações da separação entre os Poderes transformou Zema no principal alvo do sistema dos intocáveis.
Recentemente, um ministro do Supremo chegou a afirmar reservadamente a um colunista que o conflito entre Zema e o STF poderia terminar na prisão do ex-governador.
A declaração expõe o grau de radicalização de setores que deveriam defender a Constituição, e não intimidar adversários políticos.
Mesmo diante da ameaça, Zema não recuou. Pelo contrário: intensificou as críticas e dobrou a aposta ao lado da bancada do NOVO.
O Partido também endureceu sua posição institucionalmente. O NOVO passou a exigir formalmente que todos os seus pré-candidatos ao Senado defendam impeachment de ministros do STF que pratiquem abusos de poder.
Essa postura diferencia o Partido do restante da classe política. Enquanto muitos parlamentares se calam por medo ou conveniência, Zema e o NOVO decidiram enfrentar os excessos do Judiciário de maneira clara, aberta e sem meias palavras.
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O apoio crescente a Zema não acontece apenas pelas críticas ao Supremo. O diferencial do pré-candidato do NOVO é apresentar propostas concretas para reformar o STF, limitar abusos de poder e devolver equilíbrio entre os Poderes. As principais são:
— Mudança nos critérios de nomeação dos ministros: participação do STJ, da PGR e da OAB no processo de escolha, reduzindo o caráter puramente político das indicações;
— Fim das indicações pessoais: seleção baseada em histórico técnico, reputação ilibada e trajetória jurídica sólida;
— Mandato fixo para ministros do STF: limite de 15 anos no cargo para impedir concentração permanente de poder;
— Idade mínima de 60 anos para indicação: exigência de maior experiência jurídica e institucional;
— Proibição de vínculos político-partidários: ministros não poderiam atuar politicamente nem manter relações partidárias durante o exercício da função;
— Fim das decisões monocráticas: um único ministro deixaria de poder suspender leis, políticas públicas ou decisões aprovadas democraticamente pelo Congresso;
— Redução das competências do STF: especialmente em áreas penais e tributárias, devolvendo atribuições ao Legislativo e às instâncias inferiores;
— Facilitar impeachment de ministros: assim que um pedido tiver apoio da maioria dos senadores, a Casa é obrigada a pautá-lo.
Zema resume o problema do modelo atual de forma direta: “No passado, o STF era o bombeiro do Brasil. Hoje é o incendiário. Chega jogando gasolina e só piora a situação.”
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A denúncia da PGR contra Romeu Zema se tornou mais um capítulo da disputa entre O pré-candidato que trabalha para barrar os constantes abusos do STF e os intocáveis do Supremo, que agem como se estivessem acima de críticas.
Zema escolheu enfrentar aquilo que grande parte da classe política prefere ignorar: os abusos de ministros do STF, o ativismo judicial e a concentração excessiva de poder nas mãos de poucos magistrados.
Ao lado do NOVO, o ex-governador mineiro lidera hoje a principal oposição institucional aos desmandos do Supremo. O Partido acumula ações concretas contra abusos da Corte, protagonizou reações ao Caso Master e formalizou regras internas exigindo coragem real de seus candidatos ao Senado.
Enquanto muitos partidos fazem discursos tímidos e recuam diante de pressões, o NOVO mantém uma linha clara: defender a liberdade, a separação entre os Poderes e o direito do brasileiro honesto de viver em um país onde ninguém esteja acima da lei. Porque quando um sistema tenta calar quem denuncia seus excessos, fica ainda mais evidente o quanto essa luta é necessária. Zema não recuou, não pediu desculpas e não baixou a cabeça. E milhões de brasileiros começam a perceber que é exatamente disso que o Brasil precisa hoje: coragem.
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