De novo: o NOVO ajuizou mais uma ação contra os abusos no caso Master. Desta vez, o ex-desembargador Sebastião Coelho (NOVO-DF) está processando o diretor da PF, Andrei Rodrigues, por ter uma viagem sua para um evento em Londres financiada pelo Banco Master.
O Partido NOVO se consolidou como a principal força de combate aos abusos do STF e aos privilégios dos intocáveis.
Somos o Partido com o maior número de ações concretas contra os desmandos do Supremo, tanto no cenário geral quanto no Caso Master.
Somos também o único partido que exige formalmente que seus pré-candidatos ao Senado apoiem o impeachment de ministros que cometem crimes de responsabilidade.
Além disso, nosso pré-candidato a presidente, Romeu Zema, é o concorrente à presidência que mais luta contra os desmandos do Supremo e tem propostas claras para acabar com a ditadura da toga.
Enquanto outros fazem críticas protocolares ou simplesmente omitem-se, o NOVO representa a resistência real contra o abuso de poder do Supremo e das grandes autoridades do país.
— A ação de Sebastião Coelho contra o diretor da PF, que teve viagem paga pelo Master
— Quem é Sebastião Coelho, pré-candidato a senador do DF?
— NOVO é o Partido com mais ações contra abusos no Caso Master
O Partido Novo protocolou duas representações formais contra o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, por improbidade administrativa e conflito de interesses.
O motivo: sua participação, em abril de 2024, em um fórum jurídico realizado em Londres bancado pelo Banco Master, de Daniel Vorcaro.
As representações pedem investigação porque o Master organizou e custeou diversos gastos do “1º Fórum Jurídico Brasil de Ideias”, incluindo despesas de participantes.
Em resposta à Lei de Acesso à Informação (LAI) obtida pelo NOVO, a PF informou que não pagou diárias ao diretor-geral para a viagem, mas também declarou não possuir o valor total desembolsado pelos organizadores.
Isso demonstra grave falha de controle administrativo sobre benefícios recebidos pela autoridade máxima da instituição.
As peças foram protocoladas na Procuradoria da República no Distrito Federal e na Comissão de Ética Pública da Presidência da República.
Ambas são assinadas pelo desembargador aposentado Sebastião Coelho (NOVO), pré-candidato ao Senado pelo Distrito Federal. O evento reuniu autoridades de alto escalão, incluindo parlamentares, ministros do STF, do STJ e do governo Lula.
Embora promovido oficialmente pelo Grupo Voto, Daniel Vorcaro arcou com cerca de US$ 7,5 milhões (aproximadamente R$ 38,7 milhões atualmente), custeando despesas de 70 pessoas, entre elas 25 participantes do fórum.
Confira: “Ministro do STF Sugere que Zema Pode Ser Preso”!
Sebastião Coelho, de 70 anos, nasceu em Santana do Ipanema (AL) e construiu sólida carreira no Judiciário do Distrito Federal. Atuou como juiz e, posteriormente, como desembargador do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT).
Em 2022, tomou uma decisão corajosa: abriu mão do cargo de vice-presidente e corregedor do Tribunal Regional Eleitoral do DF (TRE-DF) em protesto contra a posse de Alexandre de Moraes como presidente do TSE.
Na ocasião, Coelho afirmou que o ministro estava declarando “uma declaração de guerra ao país” com suas medidas autoritárias.
Após se aposentar, passou a atuar como advogado e ganhou destaque ao defender réus dos atos de 8 de janeiro de 2023. Em sustentação oral no STF, fez críticas duras aos ministros, afirmando que eles são “as pessoas mais odiadas deste país”.
O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) chegou a abrir procedimento para investigar se Coelho teria financiado os eventos de 8 de janeiro, mas a Polícia Federal não encontrou qualquer evidência financeira que o ligasse aos atos.
Confira: “Propostas Zema: Novo STF para Acabar com a Farra dos Intocáveis”
A representação contra o financiamento do Master à viagem do diretor PF não é um caso isolado. É mais uma das dezenas de iniciativas do NOVO para desvendar o escândalo e punir os responsáveis.
Confira algumas das nossas principais ações do contra os abusos no Caso Master:
— Pedidos de impeachment contra Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Dias Toffoli;
— Notícia-crime contra Alexandre de Moraes na PGR;
— Representação contra a parcialidade de Toffoli na PGR e na PF;
— Mandado de segurança para obrigar instalação da CPI do Master;
— Protocolo e coleta de assinaturas para a CPI do Master, liderada por Eduardo Girão;
— Representação no TCU para investigar socorro financeiro do BRB ao Banco Master;
— Requerimento à ANAC sobre voos de Toffoli com Vorcaro;
— Pedido de convocação de Viviane Barci (esposa de Moraes) na CPMI do INSS;
— Requerimento para convocar os familiares de Toffoli à CPI do Crime;
— Requerimento de devolução de provas contra Vorcaro à PF;
— Emenda de Marcel van Hattem para endurecer fiscalização do socorro a bancos;
Além disso, o NOVO é o único partido que obriga seus pré-candidatos ao Senado a apoiarem o impeachment de ministros que cometem crimes de responsabilidade.
Sebastião Coelho personifica essa coragem. Sua trajetória de independência e firmeza contra autoritarismos torna-o um dos nomes mais preparados para representar o DF no Senado, levando a luta contra os intocáveis para o coração do Poder Legislativo.
A ação contra o diretor da PF demonstra que o NOVO não seleciona alvos por conveniência: cobra responsabilidade de todos, inclusive de quem ocupa cargos de alto escalão na instituição que deveria investigar o Banco Master.
O NOVO não se cala. Com líderes como Eduardo Girão, Sebastião Coelho e Romeu Zema, o partido continua na trincheira, exigindo verdade, transparência e justiça. A renovação ética do Brasil avança. E ela passa, necessariamente, pelo enfrentamento corajoso dos abusos que envergonham o país. O brasileiro honesto merece instituições íntegras e o NOVO seguirá lutando até que essa conta seja acertada.
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