O Brasil se aproxima de 2027 com um previsão assustadora: segundo o próprio governo Lula admite, ocorrerá um colapso da máquina pública, com as despesas com salários e aposentadorias queimando quase todo o orçamento. Na prática, não haverá dinheiro para o funcionamento de hospitais, as operações policiais e até a merenda escolar. Como chegamos a esse ponto? Com a gastança petista, que só aumenta. É por isso que as propostas do pré-candidato à presidência, Romeu Zema (NOVO), para privatizar, realizar corte de gastos e de impostos são tão importantes: elas são drásticas, mas são a única forma de conter o estrago que vamos sentir ano que vem.
Em todos os anos do atual governo Lula houve déficit fiscal, ou seja, teve mais gastos do que arrecadação de impostos. Como resultado, a dívida pública já ultrapassa R$ 10 trilhões (aumentou de 71% para 80% do PIB de 2023 para cá).
Tudo isso, mesmo com o brasileiro honesto pagando a maior carga tributária da história, na casa de 32,4% do PIB. E não para por aí.
Segundo um levantamento de março da Gazeta do Povo, o governo federal lançou, em média, um novo imposto a cada 27 dias. Foram 43 medidas em pouco mais de três anos.
Traduzindo: enquanto o brasileiro se lasca para pagar a conta, a única solução para conter o déficit é aumentar imposto (mais conta para a gente pagar).
Sim, em três anos eles ainda não perceberam que não está funcionando. Esse é o nível de incompetência de Haddad & Cia.
Para piorar, o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), mostra que o Brasil é o país que pior retorna à população os impostos arrecadados entre as 30 maiores cargas tributárias do mundo.
Basicamente, o brasileiro paga uma carga tributária da Suécia para receber serviços públicos da Somália.
Nesse cenário, o NOVO é o partido no Congresso que mais combate o aumento desenfreado de impostos e o crescimento dos gastos públicos, dois lados da mesma moeda.
Afinal, cada novo gasto do governo significa mais dinheiro retirado do bolso do brasileiro honesto.
É nesse contexto que Zema apresenta suas propostas: um plano direto ao ponto para reduzir o tamanho do Estado, cortar desperdícios e devolver recursos para quem realmente produz riqueza no país. Confira!
— Propostas Zema para privatizar, realizar corte de gastos e impostos: resumo
— Propostas Zema: privatizar tudo que for possível
— Propostas Zema: corte de gastos
— Propostas Zema: corte de impostos e fim da lógica fiscal petista
— Propostas de Zema estão em linha com as ações do NOVO
— Zema defende mais dinheiro no bolso do brasileiro e menos a gastança
As propostas de Zema seguem uma lógica simples (e, curiosamente, rara em Brasília): gastar menos para cobrar menos. Entre os principais pontos, destacam-se:
— Realizar um choque fiscal com redução estrutural dos gastos públicos;
— Promover uma reforma da previdência definitiva, incluindo estados, municípios etc.;
— Desengessar o orçamento e eliminar despesas automáticas que crescem sem controle;
— Combater fraudes em programas sociais e destinar apenas a quem de fato precisa;
— Implementar uma ampla reforma administrativa para enxugar a máquina pública;
— Privatizar estatais e reduzir a presença do Estado em setores não essenciais;
— Ampliar parcerias com o setor privado;
— Vender imóveis públicos e ativos sem uso;
— Estabelecer metas progressivas de redução de impostos;
— Inverter a lógica fiscal: cortar gastos e depois impostos, não aumentar despesas e seguir cobrando mais tributos;
E aqui entra um dado que dói no bolso: o brasileiro trabalha, em média, cerca de 5 meses do ano apenas para pagar impostos. É praticamente metade do ano indo direto para sustentar um Estado que entrega muito pouco em troca.
Clique aqui e confira os resultados impressionantes do governo Zema em Minas Gerais!
O Estado brasileiro precisa sair de onde nunca deveria ter entrado. E isso passa por uma agenda robusta de desestatização:
— Vender de estatais federais para reduzir prejuízos e aumentar eficiência;
— Ampliar de concessões em áreas como infraestrutura, transporte e saneamento;
— Expandir parcerias público-privadas em setores como saúde e educação;
— Leiloar imóveis públicos ociosos ou subutilizados;
— Acabar com a interferência política nas estatais;
— Redirecionar recursos para áreas essenciais após privatizações;
A lógica é simples: se a iniciativa privada pode prestar um serviço melhor e mais barato, não faz sentido o Estado insistir em competir. Ainda mais usando o dinheiro do brasileiro honesto para bancar o prejuízo (que é a regra, não exceção, nas estatais).
Confira: “Como a privatização da telefonia melhorou a vida dos brasileiros”!
Aqui está o coração do ajuste fiscal. Sem cortar despesas, falar em reduzir imposto é promessa vazia.
Também é importante destacar: cortar gastos impacta diretamente no bolso do brasileiro honesto, porque leva a juros menores e, consequentemente, menos despesas para empréstimos, serviços e produtos.
Entre as medidas nesse sentido estão:
— Fazer uma reforma administrativa, cortando ministérios e cargos comissionados;
— Revisar e extinguir órgãos públicos ineficientes;
— Acabar com reajustes automáticos de despesas públicas;
— Desvincular receitas para dar flexibilidade ao orçamento;
— Rever subsídios e benefícios fiscais;
— Combater fraudes em programas sociais com integração de dados;
— Unificar políticas de transferência de renda para maior eficiência;
— Ajustar a previdência com base na expectativa de vida;
A proposta é clara: gastar melhor, gastar menos e gastar onde realmente importa. Cortar gastos. Hoje cerca de R$ 1 trilhão por ano do orçamento é consumido apenas com juros da dívida, drenando recursos que deveriam estar indo para serviços essenciais.
Confira: “NOVO É o Partido com Mais Ações Pelo Fim dos Supersalários”!
Enquanto o modelo atual aumenta impostos para cobrir gastos crescentes, Zema propõe inverter a mentalidade (esquerdista e falida). Isso significa:
— Definir metas obrigatórias de redução de impostos;
— Vincular queda de tributos à redução efetiva de despesas;
— Simplificar o sistema tributário de verdade (não com o remendo que o Congresso fez);
— Diminuir drasticamente impostos sobre consumo, que pesam mais sobre os mais pobres;
— Reduzir impostos sobre produção e investimento;
— Evitar aumentos indiretos via decisões administrativas ou judiciais.
A ideia é substituir o ciclo vicioso “gasta mais → cobra mais” por um ciclo virtuoso: “gasta menos → cobra menos”.
Confira: “Propostas Zema: Novo STF para Acabar com a Farra dos Intocáveis”!
Na prática, o NOVO já vem atuando de forma consistente nessas três frentes. E com ações concretas, não só discurso.
Contra aumento de impostos
— Voto contra “Taxa das Blusinhas”, que criou imposto de 20% em compras internacionais;
— Voto contra reforma tributária com maior IVA do mundo;
— Projeto para impedir aumento do IOF por decreto;
— Defesa da ampliação da faixa de isenção do IR automaticamente todo ano;
— Posição contra o aumento da CSLL;
— Voto contra a tributação de investimentos financeiros;
— Vitória com voto e articulação para barrar a volta do DPVAT;
Contra aumento de gastos
— Voto contra orçamento estourado de 2026, com aumento de emendas e cortes sociais;
— Diversas votações contra mais cargos públicos (para STF, Câmara, governo, etc.);
— Ação contra aumento de ministérios via MP;
— Denúncias constantes sobre desperdício de recursos públicos;
— Propostas para acabar com supersalários e privilégios na elite do funcionalismo;
— Fiscalização rigorosa de programas públicos para evitar fraudes;
A favor de privatizações e redução do Estado
— Apoio à privatização de estatais federais e estaduais;
— Oposição à reestatização da Eletrobras;
— Propostas para ampliar concessões e PPPs;
— Atuação contra criação de novas estatais, como a TERRABRÁS;
— Incentivo à participação privada em infraestrutura;
— Defesa de marcos regulatórios para atrair investimentos e melhorar serviços públicos, como do Saneamento Básico.
O padrão é consistente: menos Estado onde ele atrapalha, mais eficiência onde ele é necessário.
No fim das contas, o debate é mais direto do que muitos gostariam de admitir. Ou o Brasil continua apostando em um Estado cada vez maior, mais caro e menos eficiente, ou começa a enfrentar o problema pela raiz e sem conversa mole.
É no meio disso que Zema se destaca com as propostas que o Brasil precisa para se tornar um país de 1º mundo.
Em vez de empurrar a conta para o cidadão com mais imposto, Zema propõe reorganizar o Estado, cortar excessos e devolver ao brasileiro o controle sobre o próprio dinheiro. Isso significa mais dinheiro no bolso do cidadão, mais emprego e melhores serviços públicos.
Nossa mensagem é simples, mas poderosa: o dinheiro deve pertencer ao trabalhador e ao empreendedor, não ao governo. Enquanto o governo não atuar com base nisso, o país continuará preso no ciclo que intercala fracassos com voos de galinha. Mas a nação vive um momento decisivo para o nosso futuro. Agora os brasileiros honestos têm a oportunidade de meter o pé no peito do Brasil da malandragem, e fazer a escolha certa: apoiar o plano de Zema para construir um Brasil de 1º mundo.
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