Romeu Zema (NOVO) será preso? É o que um ministro do STF disse que pode ocorrer. Apesar disso ser absurdo, é simples de entender: Zema é o pré-candidato a presidente que mais ameaça os ministros intocáveis do STF, que constantemente abusam do poder, rasgam a constituição e jogam o país na lata do lixo. Na direção oposta, Zema tem propostas claras para reformar o STF, reduzindo o poder indevido dos magistrados e garantindo que o Supremo passe a ter apenas pessoas corretas como ministros.
Nesta sexta-feira (24) pela manhã, o colunista da Veja, Robson Bonin, publicou a fala que ele recebeu de um ministro, sob condição de anonimato.
O magistrado em questão disse o seguinte sobre o conflito entre Zema e os intocáveis do STF: “Isso pode terminar em prisão”.
Porém, Zema não está sozinho nessa luta. O NOVO, sigla pela qual Zema concorre, se consolida como o Partido com mais ações formais contra abusos do STF, tanto no cenário geral quanto no contexto do Caso Master.
Mais do que isso, o NOVO e Zema trabalham em linha com o que a maioria dos brasileiros demanda. Segundo uma pesquisa da Futura/Apex divulgada no dia 14 deste mês, 55,4% dos brasileiros são a favor do impeachment de ministros do STF.
Além disso, de acordo com um levantamento do Datafolha, também de abril, 75% da população concorda que o STF tem poder demais.
Mesmo antes dessa última ameaça “anônima”, Zema destacou: “Se for para prender quem critica o STF ou faz piada com a Corte, vão ter que prender o Brasil inteiro, porque a insatisfação com o Tribunal é generalizada”.
— Zema preso? O pré-candidato do NOVO é a maior ameaça ao STF cheio de abusos
— Zema propõe a reforma do STF: tudo que os ministros que abusam do poder não querem
— NOVO exige que pré-candidatos a senador defendam impeachment de ministros do STF
— Zema já está preso: ao compromisso de salvar o Brasil dos abusos do STF
A ameaça de prender Zema não vem por acaso: o ex-governador de Minas é o pré-candidato à Presidência que mais enfrenta os desmandos do STF. Sua atuação vai além do discurso: envolve ações concretas e posicionamentos firmes.
No dia 19 de abril, a imprensa revelou que Gilmar Mendes registrou uma notícia-crime contra Zema e pediu sua inclusão no Inquérito das Fake News após o mineiro postar um vídeo satírico sobre os abusos do STF no Caso Master.
Em resposta, o Zema, a bancada do NOVO e outros congressistas de direita protocolaram o pedido de impeachment de Gilmar Mendes nesta quarta-feira (22).
Zema é o único pré-candidato a presidente que assinou pelo menos um pedido de impeachment de ministros do STF: são poucos os que têm essa fibra.
Suas ações incluem:
— Liderança nos pedidos de impeachment de Gilmar Mendes e Alexandre de Moraes;
— Defesa pública do impeachment de Dias Toffoli;
— Apresentação de proposta para reformar o STF.
Em resposta a ameaça de Gilmar Mendes, Zema dobrou a aposta:
“O STF não vai me intimidar de forma alguma. Eu não tenho rabo preso. Fiz um governo totalmente transparente e sem corrupção à frente de Minas Gerais. E estou muito à vontade para criticar essa farra dos intocáveis. Qualquer brasileiro está entendendo o que está ocorrendo no STF, que se transformou em um supremo balcão de negócios”.
Na coletiva do pedido de impeachment desta quarta-feira (22), o ex-governador de Minas colocou em palavras o sentimento do brasileiro honesto:
“O brasileiro tá cansado. Vemos os intocáveis no poder federal vivendo no luxo e o brasileiro vivendo no lixo.”
A fala resume o embate: de um lado, combate aos abusos e privilégios do Supremo. Do outro, a reação do sistema podre contra quem denuncia.
Confira: “O NOVO É o Partido com Mais Ações Contra os Abusos do STF no Caso Master”!
Já na semana passada, Zema apresentou suas propostas detalhadas para reformar o STF e acabar com a farra dos intocáveis:
Critérios para nomeação
— Participação de STJ, PGR e OAB na escolha dos ministros;
— Fim da indicação puramente política;
— Seleção com base em histórico técnico e reputação;
Obrigações para ser ministro
— Idade mínima de 60 anos;
— Mandato fixo de 15 anos;
— Proibição de vínculos político-partidários;
Limitação de poderes
— Fim das decisões monocráticas;
— Proibição de um único ministro suspender leis ou políticas públicas;
— Redução das competências do STF em áreas como matéria penal e tributária;
Combate ao ativismo judicial
— Limitação da interferência do STF sobre decisões do Congresso;
— Reforço da separação entre os Poderes;
O próprio Zema resume a crítica ao modelo atual:
“No passado, o STF era o bombeiro do Brasil. Hoje é o incendiário. Chega jogando gasolina e só piora a situação.”
Ele também reforçou a necessidade de critérios mais rigorosos que os atuais, que permitem indicações totalmente pessoais e de pessoas sem preparo para um cargo tão poderoso.
As propostas atingem diretamente estruturas que concentram poder e reduzem mecanismos de controle, privilegiando os ministros corrompidos que vemos hoje, que são a maioria do STF.
Naturalmente, eles não querem isso. E como reagem? Querendo prender Zema. Vivemos a ditadura da toga em sua forma mais evidente.
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Diante da covardia de muitos senadores omissos em relação os abusos do STF, o NOVO decidiu transformar seu posicionamento político em regra formal no dia 7 de abril.
Entre as diretrizes publicadas para as eleições de 2026, o Partido obriga que seus pré-candidatos ao Senado apoiem o impeachment de ministros do Supremo que cometam crimes de responsabilidade.
Não basta eleger candidatos com boas propostas. É fundamental que eles tenham coragem de agir com firmeza pelo que é certo, mesmo que isso seja perigoso, porque muito mais perigosos é deixar que ministros abusadores do STF destruam o Brasil.
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Se há uma “prisão” no caso, ela não é jurídica, é política e moral. Zema está preso a um compromisso claro: enfrentar privilégios, denunciar abusos e propor mudanças concretas para o STF e o Brasil.
A resposta de Zema e do NOVO é enfrentar o autoritarismo com irreverência ética, porque não existe democracia sem liberdade para criticar, investigar e responsabilizar. E não existe justiça onde alguns se colocam acima da lei.
No fim das contas, o debate não é sobre um vídeo, um inquérito ou uma fala isolada. É sobre o tipo de país que o Brasil quer ser. Um sistema onde o poder se protege ou uma nação onde ninguém é intocável e todos são iguais perante a lei. Zema já fez sua escolha. E você?
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