O Brasil não aguenta mais o terraplanismo econômico do PT, as promessas vazias dos populistas e a atuação revoltante do STF. É diante desse cenário que o Instituto Libertas, com presença de Romeu Zema, apresenta as diretrizes do NOVO para o futuro do Brasil, enfrentando as raízes do atraso nacional: crime por toda a parte, uma cultura de poderosos intocáveis, excesso de burocracia, insegurança jurídica e intervencionismo estatal que travam o crescimento e castigam o brasileiro honesto.
O pré-candidato à Presidência pelo NOVO, Romeu Zema, lançou nesta quinta-feira (16) em São Paulo as diretrizes para uma gestão federal do NOVO. A apresentação foi conduzida pelo Instituto Libertas, que liderou a elaboração das propostas.
O plano é estruturado em cinco pilares centrais:
— Eliminação do Custo Brasil: menos burocracia atrapalhando quem produz;
— Flexibilização trabalhista: melhores condições para o trabalhador e o empregador;
— Redução do tamanho do Estado: corte de privilégios bancados pelo brasileiro honesto;
— Queda de juros e dívidas: seriedade fiscal alivia o bolso das famílias e empresas;
— Abertura comercial: o Brasil como potência econômica global.
Vale destacar que também há propostas para garantir que membros do judiciário sejam investigados e punidos por seus abusos, porque ninguém deve estar acima da lei.
— Zema apresenta diretrizes do NOVO para o Brasil: reformular o STF e punir abusos
— Zema apresenta diretrizes do NOVO: aumentar o dinheiro no bolso do brasileiro
— Zema apresenta diretrizes do NOVO: chega de “marmanjo no sofá recebendo Bolsa Família”
— Zema apresenta diretrizes do NOVO para o Brasil: esmagar o crime organizado
— Diretrizes do NOVO para o Brasil: repetir o que funciona nos países desenvolvidos
O pré-candidato do NOVO afirma que uma das prioridades centrais é enfrentar o que classifica como distorções no Judiciário. Ele destaca que:
“A direção do plano é bem clara: a primeira coisa que vamos fazer é acabar com a farra dos intocáveis. Nossa primeira medida será propor um novo STF. Um STF em que seus membros prestem contas dos seus atos, em que parentes de ministros não possam ter negócios jurídicos, com idade mínima de 60 anos e mandato de 15 para coroar uma carreira irretocável pela justiça brasileira”.
Ele também sustenta que o atual modelo compromete a credibilidade institucional:
“O judiciário é fundamental para a democracia. Mas hoje os piores exemplos do Brasil vem do Supremo Tribunal Federal, que se tornou o supremo balcão de negócios”, além de reforçar que “não podemos ter um STF de intocáveis como temos hoje”.
O criador do Centro de Liderança Pública (CLP), Felipe D’ávila, também aborda a necessidade urgente de acabar com os supersalários no funcionalismo público:
“Outro ponto fundamental é acabar com os privilégios da elite do funcionalismo: supersalários, férias de 60 dias e penduricalhos. Essas coisas são injustificáveis”.
Confira: “NOVO É o Partido com Mais Ações Pelo Fim dos Supersalários”!
Zema defende que “não podemos ter um STF de intocáveis como temos hoje” e que o Congresso exerça seu papel fiscalizador, criticando a omissão institucional da liderança do Senado:
“Eu quero um Senado em que, se temos a maioria dos senadores a favor de abrir processos de impeachment de ministros do STF, isso vá adiante. Não podemos ver um presidente do Senado com rabo preso e que engaveta qualquer tentativa de investigar os abusos do Supremo”.
“Temos que tirar pelo menos dois ministros do STF, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli. Precisamos de bons exemplos comandando o país e hoje. O exemplo que Moraes e Toffoli passam só serve para o Brasil mergulhar na criminalidade e na corrupção. Precisamos aprovar o impeachment deles e devemos mandá-los para a prisão por seus crimes”.
O pré-candidato também ressalta que o Partido Novo mantém posição firme contra excessos descarados do Supremo nos últimos anos:
“O NOVO é o Partido que mais combate os abusos do STF. É uma pouca vergonha o que o Supremo está fazendo. Não temos rabo preso e vamos continuar enfrentando isso de frente. Os outros partidos se acovardam e têm medo de fazer o que nós fazemos, por isso somos únicos”.
Confira: “Caso Master e STF: NOVO É o Partido com Mais Ações Contra Abusos do Supremo”!
Zema reforça que a recuperação econômica passa por um corte profundo de gastos e pela reorganização das contas públicas:
“Vamos fazer o dinheiro do brasileiro valer de novo. Para isso, vamos passar a faca na gastança do governo do PT, que fez as famílias brasileiras se endividarem, os juros aumentarem e travou o crescimento do país”.
Ele destaca sua experiência administrativa como exemplo:
“Eu sou o único pré-candidato à presidência que consertou as barbaridades do PT na minha terra. Em Minas, eu botei de pé um estado arruinado pelo PT. Cortei gastos e fiz o governo trabalhar para o mineiro”.
Além disso, o cientista político e pré-candidato a deputado federal por SP, Christian Lohbauer, destaca a necessidade de tratar o agronegócio brasileiro de forma honesta e incentivar seu desenvolvimento ainda mais.
Afinal, a principal vocação do Brasil atualmente é a exportação de alimentos. O agro representa cerca de 25% do PIB do nosso país, como Christian reforça:
“Se tem uma coisa que funciona no Brasil, é o agro. Há 40 anos atrás, o Brasil precisava comprar alimentos dos outros países. Hoje nós somos uma das maiores potências do agro, exportando alimento para quase 1 bilhão de pessoas mundo afora. Além disso, o Brasil está na liderança da produção de energia limpa. Ou seja, as duas principais preocupações do mundo, que são a segurança alimentar e energética: o Brasil está na frente disso nas duas”.
“A agenda da produção de alimentos e da proteção ambiental são a mesma agenda. Quem inventou que são antagônicas foi a esquerda e o PT. Só os brasileiros não sabem que o nosso agro é altamente sustentável, cada vez produzindo mais e usando menos terras. Ninguém faz isso como o Brasil”, complementa.
Na mesma linha, o economista Carlos da Costa, responsável pelas pautas econômicas das diretrizes do NOVO, sustenta que o desempenho do Brasil atual está muito abaixo do potencial:
“O PT fala do crescimento do PIB em 2% ao ano como se isso fosse bom. Isso é péssimo quando seria possível crescer em média 4% ao ano por muito tempo de forma realista”.
Ele também aponta riscos fiscais e econômicos, que inevitavelmente serão causados caso Lula vença a disputa presidencial neste ano:
“Vamos enfrentar os fatos brutais: se o PT vencer as eleições, o Brasil vai quebrar. Seria uma catástrofe, com o PIB crescendo menos de 1% ao ano, taxa de juros continuando alta, inflação disparando, empresas e famílias quebrando”.
Como solução, defende um ajuste estrutural com redução do tamanho do Estado, medida que funcionou para desenvolver todos os países de 1º mundo que já estiveram em situação semelhante à do Brasil hoje:
“Vamos realizar um choque fiscal, cortando privilégios, cargos comissionados, fraudes em programas sociais e mudando as despesas obrigatórias sem deixar que isso impacte a vida do brasileiro honesto. Vamos privatizar tudo que for necessário”.
Zema também reforça essa linha ao criticar o papel do Estado empresário:
“O escândalo do Master com o BRB só aconteceu porque o BRB é uma estatal do DF. É por isso que devemos privatizar. O Estado não tem que ser empreendedor. Tem que garantir o básico bem feito, principalmente: educação, saúde e segurança”.
Confira: “Dívida de Minas: 8 Pontos que Haddad Esconde em Suas Críticas a Zema”!
Zema afirma que o modelo atual de programas sociais precisa ser reformulado para evitar distorções e incentivar a inserção no mercado de trabalho. Ele aponta uma realidade revoltante e que ocorre com frequência:
“Existem muitas vagas de trabalho que não são preenchidas por causa do Bolsa Família como ele está desenhado hoje. Por causa do modelo de hoje, tem um monte de marmanjo descansando no sofá no celular o dia inteiro e sugando o dinheiro de quem trabalha”.
Como diretriz, ele propõe condicionar o benefício à participação produtiva:
“Nossa proposta é: homens jovens, saudáveis e que recebem Bolsa Família devem ser obrigados a aceitar proposta de emprego ou ter o benefício cortado. E caso não haja emprego disponível, ele terá que ser voluntário em serviços públicos locais algumas vezes por semana. Seja na prefeitura, em uma creche ou limpeza urbana. Alguma coisa o cidadão tem que contribuir para a sociedade”.
Ele afirma que a política social deve ser voltada a quem realmente precisa, dentro de um modelo que valorize o esforço individual e reduza a dependência do Estado, alinhado ao que o brasileiro honesto quer: autonomia e oportunidades.
Zema afirma que o combate ao crime organizado será prioridade absoluta. O ex-governador de Minas, estado que reduziu em quase 70% os crimes violentos na gestão do NOVO, destaca:
“O Brasil não é um país fracassado, é um país roubado pelo PT. Não faltam recursos aqui, mas sobram ladrões. Eu não me conformo em ver o país atolado na receita fracassada da esquerda e do PT. Não me conformo em ver o país sendo tomado pelas facções criminosas”.
Ele defende medidas duras contra o crime:
“Nossas diretrizes incluem tratar as facções como grupos terroristas, que devem ser esmagados com toda a força das polícias e forças armadas. Vamos aprovar pena mínima de 25 anos para faccionados, sem saidinha e outros privilégios. Vamos acabar com a maioridade penal aos 18 anos. Crime de adulto será punido como adulto”.
O ex-secretário de Segurança de Minas Rogério Greco, que atuou junto à gestão Zema desde 2022, reforça essa linha:
“Só queremos viver em paz. Hoje o Brasil tem cerca de 90 facções criminosas. Todas devem ser tratadas como terroristas. Nossa prioridade será começar com os bandidos do topo da pirâmide, com os grupos criminosos mais poderosos, como o Banco Master. Foi isso o que o Bukele fez em El Salvador”.
Greco também aborda o prende e solta da justiça brasileira, que precisa acabar:
“Temos que acabar com o prende e solta, que nossas leis penais permitem. Em Minas, nós chegamos a prender os mesmos elementos 30, 40 vezes. Isso é insuportável. Assim como nos EUA, a partir da terceira condenação, o bandido não pode ser solto”.
“Precisamos fortalecer a autonomia dos estados no combate ao crime, dando mais autonomia para a atuação das polícias e a definição das leis penais de cada unidade federativa. A única coisa que o governo atual sabe fazer no Conselho Nacional de Segurança Pública é pegar o dinheiro que seria destinado aos estados”, conclui.
Ele também defende a redução da maioridade penal e maior autonomia dos estados no combate ao crime:
“Temos que reduzir a maioridade penal. Um bandido de 16 anos que comete latrocínio ou estupro não pode ser ‘punido’ ficando só três anos em uma instituição socioeducativa. Isso desmoraliza a nossa justiça”.
Zema conclui que a segurança pública deve garantir ordem e previsibilidade, dentro de um ambiente em que a lei seja aplicada de forma rigorosa e sem privilégios.
Em resumo, o ex-governador de Minas Gerais fará de forma mais ampla o que foi feito pelos países de 1º mundo e o que foi realizado em Minas por meio da gestão do NOVO.
Zema transformou uma Minas terra devastada pelo PT em um dos estados mais promissores do Brasil.
O recado é claro: o Brasil não precisa de mais do mesmo, nem de remendos em um sistema falido. Precisa de coragem para cortar privilégios, reduzir o peso do Estado e liberar o potencial de quem gera riqueza. Zema e o NOVO mostram que há um caminho para o sucesso do Brasil honesto e ele passa por responsabilidade, liberdade econômica e enfrentamento direto dos problemas que outros preferem ignorar.
Confira os principais resultados da gestão Zema em Minas Gerais!