Câmara Aprova Projeto do NOVO que Proíbe Sigilo sobre Gastos do Governo com Viagens

Lula e Janja descem de um jatinho e abaixo deles aparece a frase "Aprovado projeto do NOVO que acaba com sigilos em gastos do governo com viagens”.
Lula realizou diversas viagens caras disseminando suas típicas fake news e sendo custeado pelo bolso dos brasileiros. O gasto com viagens de Lula no primeiro trimestre de 2025 é o maior desde a série histórica (créditos: NOVO).
25 de maio de 2026

Vitória do pagador de impostos! A Câmara aprovou o projeto que proíbe sigilos sobre gastos do governo em viagens e impõe punição severa para quem descumprir isso. Os mais de 1,3 mil sigilos do governo Lula são a hipocrisia que disse que iria acabar com os segredos de Estado. A proposta representa uma derrota para a cultura de esconder gastos pagos pelo pagador de impostos atrás de justificativas genéricas de “segurança” ou de segredos abusivos de até 100 anos.

O texto aprovado reúne quatro propostas e teve autoria dos deputados Marcel van Hattem (NOVO-RS) e Gustavo Gayer (PL-GO).

Agora, o projeto segue para análise do Senado. A medida reforça a Lei de Acesso à Informação (LAI) e amplia os mecanismos de fiscalização sobre despesas realizadas pelo governo federal.

Ao comemorar a aprovação, Marcel destacou a importância da transparência no uso do dinheiro público:

“Chega dos gastos exorbitantes de Lula e da Janja ficarem escondidos. O pagador de impostos tem o direito de saber exatamente como seu dinheiro está sendo gasto, sem desculpas esfarrapadas ou sigilos de 100 anos”.

“Nosso projeto reforça a LAI, impede o uso abusivo do sigilo sobre despesas públicas e dá ao Congresso o poder de abrir a caixa-preta de sigilos impostos por desgovernos”, concluiu.

Confira: “Mais de 1.300 Sigilos: Saiba o Que o Governo Lula Não Quer Que Você Veja”!

Projeto que proíbe sigilos do governo: quais gastos não podem ser segredo?

O texto aprovado modifica diretamente a Lei de Acesso à Informação para impedir que despesas de custeio sejam classificadas como sigilosas. Entre os gastos que passam a ter transparência obrigatória estão:

— Diárias;

— Passagens;

— Hospedagem;

— Alimentação;

— Despesas de representação;

— Aquisição de bens;

— Locomoção;

— Gastos pagos com cartão corporativo.

Pela regra aprovada, o governo continuará podendo proteger apenas informações operacionais sensíveis em deslocamentos presidenciais, como rotas, escalas ou logística de segurança.

Porém, os valores gastos e os detalhes financeiros não poderão mais ser segredo. A proposta também altera outro ponto importante da legislação atual.

Hoje, informações ligadas ao presidente, vice-presidente e familiares podem ficar sob sigilo até o fim do mandato, ou até mais tempo em caso de reeleição. Em algumas interpretações da legislação, determinados dados poderiam permanecer ocultos por até 25 anos.

Com o novo texto, despesas envolvendo recursos públicos deixam de poder ser tratadas como informações privadas protegidas por sigilo de longo prazo.

Confira: “Gastos de Lula com Viagens Bate Recorde: Veja as Viagens Mais Caras e Absurdas do Presidente”!

Projeto exige punição criminal para sigilos indevidos em gastos do governo

Outro avanço relevante do projeto é o endurecimento das punições para autoridades que utilizarem o sigilo de maneira abusiva.

O texto passa a considerar ato de improbidade administrativa a imposição de sigilo para esconder irregularidades, obter benefício pessoal ou proteger terceiros. Além disso, o projeto estabelece consequências políticas graves para esse tipo de prática. 

A utilização indevida de sigilo poderá embasar denúncia por crime de responsabilidade contra ministros de Estado e até contra o presidente da república, com possibilidade de perda do cargo e inelegibilidade por até cinco anos.

A aprovação da proposta acontece em meio a críticas crescentes sobre gastos elevados do governo federal, especialmente relacionados a viagens internacionais, hospedagens e despesas do presidente Lula e à primeira-dama Janja.

Transparência é a regra, sigilo é a exceção

Para o NOVO, a transparência não é favor concedido ao cidadão: é obrigação básica de qualquer governo que respeita quem paga impostos.

O partido tem atuado de forma constante para combater privilégios, reduzir desperdícios e impedir que o dinheiro do brasileiro seja tratado como patrimônio particular de políticos e autoridades.

O projeto que proíbe sigilos do governo reforça exatamente esse compromisso: abrir a caixa-preta do poder, fortalecer o controle social e garantir que nenhum governante esteja acima da fiscalização pública. Enquanto muitos tentam esconder gastos e criar barreiras ao acesso à informação, o NOVO segue defendendo um princípio simples e fundamental: quem gasta dinheiro público deve prestar contas ao brasileiro honesto.

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