Zema Defende Impeachment e Prisão de Moraes e Toffoli

Romeu Zema, que defende a prisão de Moraes e Toffoli aparece acima da frase “Moraes e Toffoli merecem ser presos”.
Romeu Zema se destaca como um dos pré-candidatos à presidência que mais combate os abusos do STF. Ele foi o primeiro governador a pedir o impeachment de um ministro do STF desde a redemocratização.
14 de abril de 2026

Diante dos claros indícios de envolvimento de membros do STF no Caso Master, o pré-candidato à presidência do NOVO, Romeu Zema, é direto: os ministros do Supremo, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, devem sofrer impeachment e ir para prisão. Esse é apenas um dos passos fundamentais para colocar o Brasil na direção correta.

Durante encontro com lideranças empresariais e institucionais na Associação Comercial de São Paulo (ACSP), nesta segunda-feira (13), Zema criticou de forma contundente a atuação dos ministros do STF.

Há diversos indicativos de que os dois magistrados estão atolados até o pescoço no escândalo do Banco Master, que custará até 52 bilhões de reais do bolso do brasileiro honesto. O ex-governador de Minas gerais destacou:

“O criminoso, além de não ser punido, está se espelhando nos intocáveis da nossa república. Incluo, principalmente, dois ministros: Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Esses dois, para mim, não merecem só processo de impeachment, merecem ser presos”.

A punição de ministros do Supremo Tribunal Federal que cometeram abusos não é uma questão política. É uma exigência da maioria da sociedade brasileira.

Segundo uma pesquisa da Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (14), 55,4% dos brasileiros são a favor do impeachment de ministros do STF que cometeram irregularidades graves nos últimos anos.

De acordo com um levantamento do Datafolha, também do dia 14, 75% dizem que STF tem poder demais e menos de 1/3 dos entrevistados discorda disso.

— Zema defende prisão de Moraes e Toffoli: defesa de responsabilização

— Zema destaca necessidade de combater indicações políticas ao STF

— O NOVO é o Partido com mais ações contra os abusos do STF no Caso Master

— O Partido Novo atua de forma estratégica para facilitar o impeachment de ministros

— NOVO exige que pré-candidatos ao Senado defendam o impeachment de ministros

— A prisão de Moraes e Toffoli, defendida por Zema, é uma questão existencial para democracia

Zema defende prisão de Moraes e Toffoli: defesa de responsabilização

Zema reforçou que os episódios vergonhosos, como contratos milionários ligados a familiares de ministros e relações próximas com investigados derrubam por terra qualquer aparência de imparcialidade das decisões judiciais da Corte.

O Brasil vive um momento em que figuras que deveriam prezar por justiça atuam claramente por interesse próprio e em prejuízo ao interesse popular.

“Está ficando muito claro quais eram os interesses desses ministros do Supremo: se era defender a democracia ou o próprio bolso”, afirmou o pré-candidato.

Para Zema, o Brasil não pode aceitar a existência de uma “casta de intocáveis” dentro das instituições e isso exige que até as autoridades mais poderosas do país sejam punidas de forma exemplar por seus desvios.

Confira: “Romeu Zema, Governador de Minas Gerais: É Trem Bom? Veja os Resultados do Mandato”!

Zema destaca necessidade de combater indicações políticas ao STF

Além da defesa da prisão de Moraes e Toffoli, Zema também apresentou uma alternativa para evitar a repetição de problemas semelhantes no futuro: a reformulação do processo de indicação de ministros do STF.

Atualmente, cabe ao presidente da República indicar os nomes, que são posteriormente sabatinados e aprovados pelo Senado. Para o pré-candidato, esse modelo concentra poder demais em uma única figura e abre espaço para indicações políticas.

A proposta defendida por Zema prevê a participação mais ativa do Legislativo na formação de uma lista de candidatos, que seria submetida ao presidente.

Isso aumentaria o nível técnico das indicações e reduziria o risco de nomeações baseadas apenas em proximidade política ou interesses pessoais.

Zema apoia prisão de Moraes e Toffoli: o NOVO é o Partido com mais ações contra os abusos do STF no Caso Master

As declarações de Zema não surgem de forma isolada. Elas fazem parte de uma estratégia ampla do NOVO, que é líder no enfrentamento dos desmandos do STF no Caso Master.

Enquanto a esquerda e o centrão preferem o silêncio constrangedor ou o conchavo discreto para proteger seus interesses, o NOVO permanece na trincheira, sem medo de enfrentar os intocáveis.

Com disciplina total da bancada, sem uma única brecha ou negociação de bastidor, o partido transformou indignação em ação concreta contra os abusos do STF e outras autoridades no Caso Master. Somos protagonistas em:

Pedidos de impeachment de Moraes e Toffoli;

Notícias-crime contra poderosos;

Representações na justiça, PF e órgão de controle;

Criação do pedido de CPI do Master com maior nº de assinaturas no Senado;

Ações formais para ministros e familiares deporem;

Projetos legislativos para evitar novos escândalos semelhantes.

Não aceitamos que ministros do STF ajam como se estivessem acima da lei, nem que o Senado se transforme em escudo para blindar poderosos.

O NOVO não persegue o STF: persegue a casta dos intocáveis infiltrados nas instituições legítimas. Defendemos um país onde todos, sem exceção, sejam iguais perante a lei.

O brasileiro honesto, que levanta cedo, paga impostos e sustenta a nação, merece um judiciário ético, instituições que funcionem e punição exemplar para quem comete crimes.

Clique aqui e confira todas as principais ações do NOVO contra os abusos do STF no Caso Master!

O Partido Novo atua de forma estratégica para facilitar o impeachment de ministros do STF

O NOVO e Zema não atuam apenas no discurso e em anúncios bombásticos. Trabalhamos em várias frentes para impedir que pedidos de impeachment contra ministros do STF continuem sendo enterrados pela cúpula do Senado.

Entre as principais ações, estão:

PEC e projetos para destravar o processo: a bancada apresentou propostas para obrigar o Senado a agir quando uma denúncia tiver apoio da maioria absoluta do Congresso, com prazo para leitura, anúncio e instalação de comissão especial sem depender da aprovação do presidente do Senado;

PL para facilitar o avanço de pedidos de impeachment: projeto assinado por parlamentares do NOVO para facilitar a tramitação do impeachment de ministros do STF e do PGR sem depender da vontade do presidente do Senado;

Parecer favorável ao projeto que tira dependência da cúpula do Senado: o deputado Gilson Marques (NOVO-SC) deu parecer favorável à proposta que permite recorrer ao plenário do Senado caso o presidente da Casa tente barrar sozinho um pedido de impeachment;

Ampliação dos crimes de responsabilidade: o NOVO também apoia projetos para punir condutas como ativismo judicial, manifestações políticas fora dos autos, usurpação de competência do Legislativo e abuso de autoridade;

PEC do Código de Conduta dos ministros: proposta da deputada Adriana Ventura (NOVO-SP) para endurecer regras de suspeição, imparcialidade e conduta dos ministros do STF;

Mobilização nacional e internacional: parlamentares do NOVO têm denunciado abusos institucionais em organismos internacionais e apoiado manifestações de rua pressionando pelo impeachment dos magistrados abusadores de poder;

Pedido de afastamento de Alcolumbre da presidência da Casa: o senador Eduardo Girão (NOVO-CE) apresentou representação contra Davi Alcolumbre por omissão diante de pedidos de impeachment e de investigação;

Em resumo: o NOVO não quer apenas denunciar abusos quer criar caminhos concretos para punir os ministros abusadores do STF e isso começa com o impeachment deles.

NOVO formaliza exigência que pré-candidatos ao Senado defendam o impeachment de ministros que abusam do poder

Diante da covardia de muitos senadores omissos em relação os abusos do STF, o NOVO decidiu transformar seu posicionamento político em regra formal.

Entre as diretrizes publicadas para as eleições de 2026, o Partido obriga que seus pré-candidatos ao Senado apoiem o impeachment de ministros do Supremo que cometam crimes de responsabilidade.

Não basta eleger candidatos com boas propostas. É fundamental que eles tenham coragem de agir com firmeza pelo que é certo, mesmo que isso seja perigoso, porque muito mais perigosos é deixar que ministros abusadores do STF destruam o Brasil.

A prisão de Moraes e Toffoli, defendida por Zema, é uma questão existencial para a democracia brasileira

Ao defender o impeachment e a prisão de Moraes e Toffoli, Zema não apenas faz críticas para inflamar o público, mas também mostra como será sua atuação como presidente.

A mensagem é clara: não haverá tolerância com abusos de autoridade, independentemente do cargo ocupado.

Mais do que isso, a fala do nosso pré-candidato reforça uma das principais bandeiras do partido: a defesa de que ninguém está acima da lei.

A linha defendida pelo NOVO é inequívoca: investigar, responsabilizar e punir eventuais abusos não é radicalismo. É o mínimo esperado de um país que pretende ser sério. Não há espaço para privilégios ou blindagens quando o que está em jogo é a confiança da população nas instituições.

Se o Brasil quiser recuperar credibilidade e garantir uma verdadeira democracia, é preciso enfrentar de frente aqueles que se acostumaram a agir sem prestar contas, como se fossem intocáveis. Ninguém, absolutamente ninguém, é intocável quando a missão é defender o interesse do brasileiro honesto. E essa é a missão de vida do NOVO.

Clique aqui e filie-se ao NOVO: o Partido que luta pelo brasileiro honesto contra o sistema!

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