Diante dos claros indícios de envolvimento de membros do STF no Caso Master, o pré-candidato à presidência do NOVO, Romeu Zema, é direto: os ministros do Supremo, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, devem sofrer impeachment e ir para prisão. Esse é apenas um dos passos fundamentais para colocar o Brasil na direção correta.
Durante encontro com lideranças empresariais e institucionais na Associação Comercial de São Paulo (ACSP), nesta segunda-feira (13), Zema criticou de forma contundente a atuação dos ministros do STF.
Há diversos indicativos de que os dois magistrados estão atolados até o pescoço no escândalo do Banco Master, que custará até 52 bilhões de reais do bolso do brasileiro honesto. O ex-governador de Minas gerais destacou:
“O criminoso, além de não ser punido, está se espelhando nos intocáveis da nossa república. Incluo, principalmente, dois ministros: Dias Toffoli e Alexandre de Moraes. Esses dois, para mim, não merecem só processo de impeachment, merecem ser presos”.
A punição de ministros do Supremo Tribunal Federal que cometeram abusos não é uma questão política. É uma exigência da maioria da sociedade brasileira.
Segundo uma pesquisa da Futura/Apex divulgada nesta terça-feira (14), 55,4% dos brasileiros são a favor do impeachment de ministros do STF que cometeram irregularidades graves nos últimos anos.
De acordo com um levantamento do Datafolha, também do dia 14, 75% dizem que STF tem poder demais e menos de 1/3 dos entrevistados discorda disso.
— Zema defende prisão de Moraes e Toffoli: defesa de responsabilização
— Zema destaca necessidade de combater indicações políticas ao STF
— O NOVO é o Partido com mais ações contra os abusos do STF no Caso Master
— O Partido Novo atua de forma estratégica para facilitar o impeachment de ministros
— NOVO exige que pré-candidatos ao Senado defendam o impeachment de ministros
— A prisão de Moraes e Toffoli, defendida por Zema, é uma questão existencial para democracia
Zema reforçou que os episódios vergonhosos, como contratos milionários ligados a familiares de ministros e relações próximas com investigados derrubam por terra qualquer aparência de imparcialidade das decisões judiciais da Corte.
O Brasil vive um momento em que figuras que deveriam prezar por justiça atuam claramente por interesse próprio e em prejuízo ao interesse popular.
“Está ficando muito claro quais eram os interesses desses ministros do Supremo: se era defender a democracia ou o próprio bolso”, afirmou o pré-candidato.
Para Zema, o Brasil não pode aceitar a existência de uma “casta de intocáveis” dentro das instituições e isso exige que até as autoridades mais poderosas do país sejam punidas de forma exemplar por seus desvios.
Confira: “Romeu Zema, Governador de Minas Gerais: É Trem Bom? Veja os Resultados do Mandato”!
Além da defesa da prisão de Moraes e Toffoli, Zema também apresentou uma alternativa para evitar a repetição de problemas semelhantes no futuro: a reformulação do processo de indicação de ministros do STF.
Atualmente, cabe ao presidente da República indicar os nomes, que são posteriormente sabatinados e aprovados pelo Senado. Para o pré-candidato, esse modelo concentra poder demais em uma única figura e abre espaço para indicações políticas.
A proposta defendida por Zema prevê a participação mais ativa do Legislativo na formação de uma lista de candidatos, que seria submetida ao presidente.
Isso aumentaria o nível técnico das indicações e reduziria o risco de nomeações baseadas apenas em proximidade política ou interesses pessoais.
As declarações de Zema não surgem de forma isolada. Elas fazem parte de uma estratégia ampla do NOVO, que é líder no enfrentamento dos desmandos do STF no Caso Master.
Enquanto a esquerda e o centrão preferem o silêncio constrangedor ou o conchavo discreto para proteger seus interesses, o NOVO permanece na trincheira, sem medo de enfrentar os intocáveis.
Com disciplina total da bancada, sem uma única brecha ou negociação de bastidor, o partido transformou indignação em ação concreta contra os abusos do STF e outras autoridades no Caso Master. Somos protagonistas em:
— Pedidos de impeachment de Moraes e Toffoli;
— Notícias-crime contra poderosos;
— Representações na justiça, PF e órgão de controle;
— Criação do pedido de CPI do Master com maior nº de assinaturas no Senado;
— Ações formais para ministros e familiares deporem;
— Projetos legislativos para evitar novos escândalos semelhantes.
Não aceitamos que ministros do STF ajam como se estivessem acima da lei, nem que o Senado se transforme em escudo para blindar poderosos.
O NOVO não persegue o STF: persegue a casta dos intocáveis infiltrados nas instituições legítimas. Defendemos um país onde todos, sem exceção, sejam iguais perante a lei.
O brasileiro honesto, que levanta cedo, paga impostos e sustenta a nação, merece um judiciário ético, instituições que funcionem e punição exemplar para quem comete crimes.
Clique aqui e confira todas as principais ações do NOVO contra os abusos do STF no Caso Master!
O NOVO e Zema não atuam apenas no discurso e em anúncios bombásticos. Trabalhamos em várias frentes para impedir que pedidos de impeachment contra ministros do STF continuem sendo enterrados pela cúpula do Senado.
Entre as principais ações, estão:
— PEC e projetos para destravar o processo: a bancada apresentou propostas para obrigar o Senado a agir quando uma denúncia tiver apoio da maioria absoluta do Congresso, com prazo para leitura, anúncio e instalação de comissão especial sem depender da aprovação do presidente do Senado;
— PL para facilitar o avanço de pedidos de impeachment: projeto assinado por parlamentares do NOVO para facilitar a tramitação do impeachment de ministros do STF e do PGR sem depender da vontade do presidente do Senado;
— Parecer favorável ao projeto que tira dependência da cúpula do Senado: o deputado Gilson Marques (NOVO-SC) deu parecer favorável à proposta que permite recorrer ao plenário do Senado caso o presidente da Casa tente barrar sozinho um pedido de impeachment;
— Ampliação dos crimes de responsabilidade: o NOVO também apoia projetos para punir condutas como ativismo judicial, manifestações políticas fora dos autos, usurpação de competência do Legislativo e abuso de autoridade;
— PEC do Código de Conduta dos ministros: proposta da deputada Adriana Ventura (NOVO-SP) para endurecer regras de suspeição, imparcialidade e conduta dos ministros do STF;
— Mobilização nacional e internacional: parlamentares do NOVO têm denunciado abusos institucionais em organismos internacionais e apoiado manifestações de rua pressionando pelo impeachment dos magistrados abusadores de poder;
— Pedido de afastamento de Alcolumbre da presidência da Casa: o senador Eduardo Girão (NOVO-CE) apresentou representação contra Davi Alcolumbre por omissão diante de pedidos de impeachment e de investigação;
Em resumo: o NOVO não quer apenas denunciar abusos quer criar caminhos concretos para punir os ministros abusadores do STF e isso começa com o impeachment deles.
Diante da covardia de muitos senadores omissos em relação os abusos do STF, o NOVO decidiu transformar seu posicionamento político em regra formal.
Entre as diretrizes publicadas para as eleições de 2026, o Partido obriga que seus pré-candidatos ao Senado apoiem o impeachment de ministros do Supremo que cometam crimes de responsabilidade.
Não basta eleger candidatos com boas propostas. É fundamental que eles tenham coragem de agir com firmeza pelo que é certo, mesmo que isso seja perigoso, porque muito mais perigosos é deixar que ministros abusadores do STF destruam o Brasil.
Ao defender o impeachment e a prisão de Moraes e Toffoli, Zema não apenas faz críticas para inflamar o público, mas também mostra como será sua atuação como presidente.
A mensagem é clara: não haverá tolerância com abusos de autoridade, independentemente do cargo ocupado.
Mais do que isso, a fala do nosso pré-candidato reforça uma das principais bandeiras do partido: a defesa de que ninguém está acima da lei.
A linha defendida pelo NOVO é inequívoca: investigar, responsabilizar e punir eventuais abusos não é radicalismo. É o mínimo esperado de um país que pretende ser sério. Não há espaço para privilégios ou blindagens quando o que está em jogo é a confiança da população nas instituições.
Se o Brasil quiser recuperar credibilidade e garantir uma verdadeira democracia, é preciso enfrentar de frente aqueles que se acostumaram a agir sem prestar contas, como se fossem intocáveis. Ninguém, absolutamente ninguém, é intocável quando a missão é defender o interesse do brasileiro honesto. E essa é a missão de vida do NOVO.
Clique aqui e filie-se ao NOVO: o Partido que luta pelo brasileiro honesto contra o sistema!