A votação do relatório final da CPMI do INSS foi uma vergonha histórica para o Brasil. A Comissão foi constantemente sabotada ou pela maioria governista ou pelas diversas intervenções sem base do STF. Apesar do revés, essa situação é um momento importante para definir em quem você não deve confiar e quem você pode confiar nas eleições deste ano. Por isso, fizemos essa lista de quem votou contra e quem votou a favor do relatório final da CPMI do INSS.
Ainda assim, a oposição teve grandes conquistas, como a exposição de pessoas ligadas ao escândalo de fraude do INSS, como: Lulinha, o filho mais velho de Lula; Frei Chico, irmão de Lula; e o Banco Master, cujo dono, Vorcaro, que fez reunião com Lula em 2024.
Além disso, a CPMI do INSS também apontou 216 pessoas que deveriam ser indiciadas e aprovou mais de 2 mil requerimentos de quebra de sigilo.
Confira abaixo a lista do posicionamento de cada congressista e qual foi o papel fundamental do NOVO, que votou 100% a favor do relatório da oposição, para desvendar o escândalo do INSS!
— Votação relatório CPMI do INSS: lista de quem votou a favor
— Votação relatório CPMI do INSS: lista de quem votou contra
— O papel fundamental do Partido Novo na CPMI do INSS
— Deputada Adriana Ventura (NOVO-SP)
— Senador Eduardo Girão (NOVO-CE)
— Deputado Marcel Van Hattem (NOVO-RS)
— Deputado Alfredo Gaspar (PL-AL)
— Deputada Bia Kicis (PL-DF)
— Deputada Coronel Chrisóstomo (PL-RO)
— Deputada Coronel Fernanda (PL-MS)
— Senadora Damares Alves (Republicanos-DD)
— Senador Izalci Lucas (PL-DF)
— Senador Magno Malta (PL-ES)
— Senador Marcio Bittar (PL-AC)
— Rogério Marinho (PL-RN)
Confira: “Caso Master e STF: NOVO É o Partido com Mais Ações Contra Abusos do Supremo”!
— Deputado Alencar Santana (PL-SP)
— Deputado Átila Lira (PP-PI)
— Senadora Augusta Brito (PT-CE)
— Deputado Dorinaldo Malafaia (PDT-AP)
— Senadora Eliziane Gama (PSD-MA)
— Senador Humberto Costa (PT-PE)
— Senador Jaques Wagner (PT-BA)
— Senadora Jussara Lima (PSD-PI)
— Senador Lindbergh Farias (PT-RJ)
— Deputada Meire Serafim (União-AC)
— Deputado Neto Carletto (Avante-BA)
— Deputado Orlando Silva (PcdoB-SP)
— Senador Paulo Pimenta (PT-RS)
— Senador Randolfe Rodrigues (PT-AP)
— Deputado Ricardo Ayres (Republicanos-TO)
— Senador Rogério Carvalho (PT-SE)
— Deputado Rogério Correia (PT-MG)
— Senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS)
— Senadora Teresa Leitão (PT-PE)

Enquanto o sistema tentou enterrar o maior roubo contra aposentados da história brasileira, o NOVO teve uma atuação desproporcional ao tamanho de sua bancada e se consolidou como a voz técnica e incansável da direita na CPMI do INSS.
O deputado Marcel van Hattem foi extremamente técnico. Com cruzamentos precisos de dados, ele expôs como o “imposto sindical disfarçado” drenava o contracheque dos aposentados para entidades aliadas.
Van Hattem pautou a tese de que falhas no sistema de autenticação digital não eram erros técnicos, mas omissões políticas que permitiram o desvio de R$ 6,3 bilhões de reais dos idosos.
A deputada Adriana Ventura dissecou o caminho do dinheiro. Denunciou como associações ligadas ao governo, como a CONTAG (da CUT) e a CONAFER, multiplicaram seu patrimônio de R$ 700 milhões para R$ 1,3 bilhão em meses às custas dos aposentados.
Sua atuação técnica expôs liberações de descontos “em lote” e questionou duramente servidores do segundo escalão do INSS.
O senador Eduardo Girão liderou a coleta de assinaturas e conseguiu o apoio de 51 senadores para a prorrogação da CPMI do INSS.
Foi o mais vocal contra as liminares do STF que suspenderam quebras de sigilo e pressionou pela quebra de sigilo de Lulinha. Girão denunciou que o governo e o Judiciário agiam para blindar o esquema que roubava os aposentados.
O deputado Luiz Lima alinhou a CPMI com as operações da Polícia Federal. Destacou que, das 10 pessoas presas em ações ligadas à CONAFER e confederações de pesca, sete haviam passado pela Comissão.
Lima expôs casos concretos de enriquecimento ilícito de servidores, como o ex-diretor André Fideles e seu filho Eric Fideles, enquanto os idosos eram lesados em centenas de milhares de contratos fraudulentos.
Mesmo com o relatório final da oposição sendo rejeitado pela maioria governista, o NOVO conseguiu provar para o Brasil que as fraudes não eram mero “erro”, mas corrupção sistêmica para financiar aliados políticos do governo PT com o dinheiro dos aposentados.
O Partido saiu da CPMI com o legado de ter sido o verdadeiro fiscal que trouxe à tona os detalhes técnicos de como o dinheiro saía da conta do idoso para os cofres de entidades aliadas ao governo.
Em um Brasil onde o sistema blinda poderosos, o NOVO se consolida como o Partido que mais combate a corrupção. Com coerência inabalável e bancada unida, o NOVO não negocia princípios nem faz conchavos. Enquanto outras siglas colocam panos quentes, o NOVO permanece denunciando tudo que prejudica o cidadão. Nossa missão é defender o brasileiro honesto, trabalhadores, aposentados e empreendedores, que paga a conta, contra a casta de intocáveis que vive às custas do povo. A lei tem que valer para todos.
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