Gilson Marques Apresenta Emenda para Ampliar Porte de Arma a Vários Profissionais da Segurança

Gilson Marques aparece do lado esquerdo, um segurança armado do lado direito e abaixo deles a frase “Gilson Marques apresenta emenda para ampliar porte de armas a diversos profissionais da segurança”.
Desde a fundação, o NOVO sempre foi a favor de facilitar o acesso a armas para autodefesa e de rever o absurdo Estatuto do Desarmamento.
11 de maio de 2026

O debate sobre o direito à legítima defesa voltou ao centro da pauta no Congresso Nacional com o avanço do PL 5415/2005 e com a emenda apresentada pelo deputado federal Gilson Marques (NOVO-SC). A proposta do deputado do NOVO defende a ampliação do porte de armas para diversos profissionais ligados à segurança. São categorias que convivem diariamente com riscos para sua integridade física, e não têm a devida possibilidade de adquirir armamento adequado para auto-defesa.

Toda a bancada do NOVO assinou a emenda de autoria de Gilson Marques. Para o Partido Novo, o direito à autodefesa é parte essencial da proteção da vida, da propriedade e da segurança individual.

Especialmente no Brasil de hoje, onde o crime organizado cresce a passos largos e a falha do Estado em proteger o cidadão é regra, impedir que o brasileiro honesto tenha meios legais de defesa apenas favorece os bandidos.

Além do porte de armas para oficiais de justiça (única categoria que se beneficiaria na versão original do PL 5415), a emenda do NOVO é uma oportunidade de ouro para aumentar significativamente o acesso legal para outros profissionais da segurança.

O que deveria ser uma possibilidade real para o brasileiro honesto que deseja defender a si e a sua família de forma efetiva, se tornou ainda burocrático e difícil de conseguir, mesmo em caso de necessidade evidente, no governo Lula.

— Urgência ao PL 5415/2005: nossa emenda defende porte de armas a mais profissinais da segurança
— A emenda de Gilson Marques: quais profissionais da segurança deve ter porte de armas garantido?
— A posição e as propostas do NOVO sobre o porte de armas
— O NOVO defende que o brasileiro honesto tenha recursos reais para se defender da bandidagem

Regime de urgência aprovado ao PL 5415/2005: emenda do NOVO defende porte de armas a mais profissinais da segurança

Na semana passada, o plenário da Câmara aprovou o requerimento de urgência do Projeto de Lei 5415/2005.

O texto original altera o artigo 6º do Estatuto do Desarmamento para incluir os oficiais de justiça entre as categorias autorizadas a portar armas de fogo no exercício da função pública.

Na prática, os oficiais de justiça passariam a integrar o grupo de servidores que já possuem autorização legal para porte funcional, ao lado de agentes penitenciários, guardas prisionais e integrantes de escoltas armadas.

A discussão ganhou apoio de parlamentares que argumentam que oficiais de justiça frequentemente cumprem mandados em regiões perigosas, enfrentam criminosos armados e atuam em operações com elevado risco pessoal.

Agora a proposta depende de deliberação definitiva no plenário da Câmara. Um ponto positivo é que a Emenda de Plenário nº 3, apresentada por Gilson Marques, recebeu um destaque do NOVO e será votada em separado. Isso aumenta as chances de aprovação.

Confira: “Propostas Zema: Tolerância Zero com o Crime”!

A emenda de Gilson Marques: quais profissionais da segurança deve ter porte de armas garantido?

O principal ponto da emenda de Gilson Marques está na autorização do porte para: “profissionais, públicos ou privados, que exerçam atividades direta ou indiretamente relacionadas à segurança pública ou à persecução penal”.

Na prática, a redação abre espaço para enquadramento de diversas categorias profissionais expostas a risco elevado. Entre os grupos potencialmente beneficiados estão:

— Vigilantes e seguranças privados;

— Escoltas armadas;

— Profissionais de transporte de valores;

— Agentes socioeducativos;

— Guardas portuários;

— Peritos em casos criminais;

— Analistas de inteligência;

— Profissionais ligados à segurança eletrônica;

— Equipes logísticas de cargas sensíveis;

— Trabalhadores de infraestrutura crítica, como energia e telecomunicações;

— Terceirizados que atuam em fóruns, presídios e estruturas de segurança pública.

Outro ponto relevante é que a emenda não limita expressamente o porte apenas ao horário de serviço.

Clique aqui e confera mais sobre as nossas propostas sobre porte de armas e muito mais!

A posição e as propostas do NOVO sobre o porte de armas

O Partido Novo defende que o direito à autodefesa seja tratado como uma garantia legítima do brasileiro honesto, especialmente diante do avanço da violência e da impossibilidade do Estado de proteger a todos em 100% do tempo.

Para o NOVO, defender o acesso legal ao porte de armas não significa ausência de regras. Pelo contrário: queremos garantir que pessoas aptas, treinadas e dentro da lei tenham meios reais de proteger a própria vida, sua família e sua propriedade.

Entre as principais propostas que defendemos estão:

Ampliação das hipóteses de efetiva necessidade para posse e porte de armas;

Aumento do número de armas e munições permitidas para cidadãos civis e CACs;

Garantir a possibilidade de posse/porte para trabalhadores e proprietários rurais;

Campanhas de regularização de armas antigas ou não registradas;

Fortalecer a segurança privada armada com fiscalização, formação e regras adequadas;

Modernização das normas para profissionais expostos a situações de risco.

O óbvio às vezes precisa ser dito: restringir o acesso legal às armas apenas enfraquece o brasileiro honesto enquanto criminosos, que evidentemente não seguem a lei, continuam fortemente armados.

Confira: “PL das Armas é aprovado com emenda do NOVO que permite importação”!

Emenda ao PL 5415/2005: o NOVO defende que o brasileiro honesto tenha recursos reais para se defender da bandidagem

O avanço da proposta reforça uma pauta histórica do Partido Novo: garantir que o brasileiro honesto não seja uma mera ovelha diante da violência.

O Estatuto do Desarmamento criou um cenário tenebroso, em que criminosos tem mais tranquilidade para atormentar o brasileiro honesto, que enfrenta obstáculos cada vez maiores para exercer o direito básico à legítima defesa.

A emenda de Gilson Marques ao PL 5415/2005 busca corrigir parte dessa distorção ao reconhecer que diversos profissionais vivem expostos à criminalidade organizada, ao roubo de cargas, à violência armada e às ameaças contra estruturas estratégicas do país.

A proposta também moderniza o debate sobre segurança ao considerar o risco concreto da atividade desempenhada, e não apenas categorias fechadas definidas décadas atrás.

Ao apresentar o destaque para votação separada, o NOVO deixa claro que pretende ampliar nacionalmente a discussão sobre autodefesa, proteção individual e direito ao porte legal para quem efetivamente enfrenta situações de risco.

Garantir meios legais de defesa ao brasileiro honesto não é extremismo. Extremismo é abandonar trabalhadores, famílias e profissionais expostos à violência enquanto o crime organizado segue armado, fortalecido e cada vez mais ousado.

Clique aqui e filie-se ao NOVO: lutamos para que você possa se armar e se defender legalmente da bandidagem!

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