PEC da independência da Polícia Federal: Eduardo Girão pressiona tramitação em meio ao Caso Lulinha e Master

A imagem mostra a frase “PEC da independência da Polícia Federal” com a foto do senador Eduardo Girão ao lado.
A PEC da independência da Polícia Federal é fundamental para que casos como o envolvimento de Lulinha no escândalo do INSS sejam investigados e levem a punição exemplar dos criminosos em questão (créditos: NOVO).
27 de agosto de 2026

O senador Eduardo Girão (NOVO-CE) intensifica a pressão pela tramitação da PEC da independência da Polícia Federal em meio aos escândalos que envolvem Lulinha, no roubo do INSS, e ministros do STF, no Caso Master. A proposta, de autoria do congressista cearense, busca dar mais autonomia ao comando da PF e reduzir a interferência política sobre a instituição.

A PEC 15/2020 conseguiu as assinaturas necessárias e passou a tramitar ainda em maio de 2020, mas segue travada no Senado aguardando a definição de um relator.

O NOVO não aceita que a Polícia Federal continue vulnerável a pressões de quem deveria ser investigado. Eduardo Girão resume o objetivo da proposta:

“O conflito de interesses na Polícia Federal, evidente na investigação de Lulinha em meio ao escândalo do INSS e de ministros do STF envolvidos no Caso Master, precisa acabar urgentemente”.

“A PEC 15/2020, de minha autoria, busca reduzir a possibilidade de interferências políticas e fortalecer a atuação da PF no enfrentamento à corrupção e ao crime organizado, garantindo que a instituição possa trabalhar pelo interesse do Brasil, independentemente de quem esteja no poder”, crava.

Confira: “O NOVO é o partido com mais ações contra abusos do STF no Caso Master”!

Entenda a PEC da independência da Polícia Federal

A PEC 15/2020 altera o artigo 144 da Constituição para reforçar a autonomia da Polícia Federal. As principais mudanças são:

O cargo de Diretor-Geral passará a se chamar Delegado-Geral de Polícia Federal;

O mandato será de três anos, com possibilidade de uma recondução;

Haverá um lista tríplice formada por delegados da PF com mais de 35 anos e alta performance;

O presidente escolherá um desses três nomes previamente apontados;

A nomeação passará por sabatina no Senado, como com indicados ao STF.

A lógica é a mesma da independência do Banco Central: tirar o comando da instituição do controle direto e excessivo do poder executivo, reduzindo o risco de interferência política em investigações sensíveis.

O NOVO quer uma PF independente para investigar a corrupção dos intocáveis

O NOVO defende uma Polícia Federal realmente republicana, capaz de investigar com todos os recursos qualquer pessoa, inclusive filhos de presidentes e ministros do STF.

Casos como o de Lulinha, com suspeitas de envolvimento em irregularidades no INSS, e o Caso Master, com ligações de ministros do Supremo a interesses privados, mostram o tamanho do problema.

Quando a cúpula da PF depende excessivamente do governo de plantão, a tendência é que investigações sensíveis sofram pressão, atrasos ou interferências. A PEC da independência da Polícia Federal busca corrigir essa distorção.

O Partido Novo não aceita que a instituição responsável por combater a corrupção e o crime organizado fique refém de quem ocupa o poder. Não aceita que investigações contra intocáveis sejam enfraquecidas por interferência política. Não aceita que o Brasil continue com dois pesos e duas medidas.

A proposta está pronta para avançar. O que falta é vontade política para enfrentar o sistema que prefere manter a Polícia Federal sob controle.

Eduardo Girão e o NOVO pressionam pela tramitação da PEC porque defendemos que a segurança pública e o combate à corrupção só avançam com instituições fortes e independentes. Uma PF vulnerável a pressões políticas não serve ao Brasil Honesto. Serve apenas ao Brasil dos Intocáveis.

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