Maus governos, como os do PT, destroem os fundos estatais. E a conta vem da forma mais cruel possível: prejuízo bilionário, aposentadoria ameaçada e dinheiro do brasileiro honesto usado para bancar interesses políticos. Para combater a péssima gestão do governo atual e evitar erros de governos futuros, o deputado Ricardo Salles (NOVO-SP) apresentou um projeto com regras mais rígidas sobre os fundos estatais, de pensão e semelhantes.
O congressista paulista apresentou o PLP 75/2026 nesta segunda-feira (23). A matéria busca implementar melhores normas de governança para aplicação de recursos em fundos governamentais, fundos previdenciários, fundos garantidores, fundos soberanos e entidades fechadas de previdência complementar patrocinadas pelo Estado.
Na prática, o projeto mira um problema conhecido do Brasil: a velha tentação de transformar o dinheiro alheio em ferramenta de projeto de poder.
— Má gestão em fundos estatais e de pensão: o que o projeto de Ricardo Salles mudaria na prática?
— O histórico do PT com má gestão de fundos de pensão e estatais acende o alerta
— O NOVO trabalha para impedir que o Estado brinque com o dinheiro do brasileiro honesto
A proposta estabelece uma blindagem mínima contra aventuras financeiras, indicações políticas irresponsáveis e decisões obscuras com dinheiro que deveria estar protegido.
Entre os principais pontos do texto, estão:
— Exigência de preservação do patrimônio público como princípio central da gestão;
— Obrigação de diversificação dos investimentos, para evitar concentração de recursos;
— Adoção de critérios formais de gestão prudente de riscos financeiros;
— Exigência de liquidez compatível com as obrigações dos fundos;
— Reforço da transparência e prestação de contas;
— Obrigação de estrutura de governança com órgão colegiado, segregação de funções, auditoria e prevenção de conflitos de interesse;
— Exigência de que os responsáveis pelas decisões tenham qualificação técnica e reputação compatível com o cargo;
— Criação de uma política formal de investimentos, com metas, critérios, limites de risco e avaliação de desempenho;
— Obrigação de divulgar, em site público e com linguagem clara, a política de investimentos, a composição da carteira, a rentabilidade e os custos administrativos;
— Exigência de que certos ativos tenham classificação de risco atribuída por ao menos duas agências autônomas, usando a avaliação mais conservadora caso haja divergência.
Em resumo: menos espaço para gambiarra política e mais proteção para quem depende desses recursos.
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Quando se fala em interferência política sobre o dinheiro de trabalhadores e aposentados, o histórico do PT é grave demais para ser ignorado.
Os principais casos envolvem justamente os grandes fundos ligados a estatais estratégicas do país: PREVI (Banco do Brasil), PETROS (Petrobras), FUNCEF (Caixa Econômica Federal) e POSTALIS (Correios).
Esses fundos administram patrimônios bilionários formados ao longo de décadas por contribuições de empregados e aposentados. Em tese, esse dinheiro deveria ser protegido com rigor técnico, governança séria e foco absoluto em segurança e rentabilidade.
Na prática, porém, o que o Brasil já viu em diferentes gestões petistas foi o oposto:
— Aparelhamento político;
— Nomeações sem qualificação técnica;
— Investimentos de risco incompatíveis com o interesse do cotista;
— Prejuízos bilionários;
— O trabalhador sendo chamado para pagar a conta no fim.
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O caso mais simbólico foi a nomeação de João Fukunaga, um sindicalista e historiador, para a presidência da PREVI, fundo de pensão do Banco do Brasil, responsável por administrar mais de R$ 270 bilhões em ativos e ligado a mais de 200 mil participantes.
A indicação gerou forte reação justamente por expor um temor recorrente: o de que o comando de estruturas gigantescas volte a ser tratado como espaço de acomodação política, e não como função técnica de alta responsabilidade.
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O receio não surgiu do nada. Nos governos do PT, fundos de pensão foram envolvidos em operações e apostas de altíssimo risco que acabaram cobrando a conta de quem trabalhou a vida inteira para se aposentar com dignidade.
Entre os casos mais emblemáticos está o investimento na Sete Brasil, símbolo de desperdício e má alocação de recursos sob a lógica petista de “conteúdo nacional”.
Já a Operação Greenfield e os desdobramentos da Lava Jato expuseram como fundos ligados a estatais foram contaminados por interesses políticos, conexões partidárias e decisões sem prudência financeira.
É justamente por esse passado que propostas como a de Ricardo Salles são fundamentais: o problema não é apenas uma operação específica, mas um modelo inteiro de captura política do dinheiro alheio.
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O Partido Novo defende que recurso público e patrimônio previdenciário devem ser tratados com responsabilidade, transparência e limites reais ao poder político.
O PLP 75/2026 vai exatamente nessa direção.
Ele não resolve sozinho todos os problemas dos fundos públicos e de pensão. Mas cria uma barreira importante contra a má gestão, a opacidade e a captura política desses recursos.
A mensagem é clara: dinheiro de trabalhador e aposentado não pode virar brinquedo de políticos e sindicatos. Quem usa fundos bilionários como extensão do poder coloca em risco o futuro de milhares de famílias e precisa ser contido. Com esse projeto, Ricardo Salles ataca a raiz do problema e o NOVO reafirma o que deve ser feito: impedir que os parasitas do governo saqueiem o bolso do brasileiro honesto.
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