Má Gestão em Fundos Estatais e de Pensão: Ricardo Salles Apresenta Projeto com Melhores Regras de Gestão

No lado esquerdo, o prédio dos Correios, do direito, o deputado do NOVO, Ricardo Salles e abaixo a frase “NOVO propõe novas regras para proteger fundos estatais e de pensão da má gestão”.
O projeto de Ricardo Salles ataca a falta de competência e a roubalheira dos governos petistas nos fundos estatais e de pensão (créditos: NOVO).
27 de março de 2026

Maus governos, como os do PT, destroem os fundos estatais. E a conta vem da forma mais cruel possível: prejuízo bilionário, aposentadoria ameaçada e dinheiro do brasileiro honesto usado para bancar interesses políticos. Para combater a péssima gestão do governo atual e evitar erros de governos futuros, o deputado Ricardo Salles (NOVO-SP) apresentou um projeto com regras mais rígidas sobre os fundos estatais, de pensão e semelhantes.

O congressista paulista apresentou o PLP 75/2026 nesta segunda-feira (23). A matéria busca implementar melhores normas de governança para aplicação de recursos em fundos governamentais, fundos previdenciários, fundos garantidores, fundos soberanos e entidades fechadas de previdência complementar patrocinadas pelo Estado.

Na prática, o projeto mira um problema conhecido do Brasil: a velha tentação de transformar o dinheiro alheio em ferramenta de projeto de poder.

— Má gestão em fundos estatais e de pensão: o que o projeto de Ricardo Salles mudaria na prática?
— O histórico do PT com má gestão de fundos de pensão e estatais acende o alerta
— O NOVO trabalha para impedir que o Estado brinque com o dinheiro do brasileiro honesto

Má gestão em fundos estatais e de pensão: o que o projeto de Ricardo Salles mudaria na prática?

A proposta estabelece uma blindagem mínima contra aventuras financeiras, indicações políticas irresponsáveis e decisões obscuras com dinheiro que deveria estar protegido.

Entre os principais pontos do texto, estão:

— Exigência de preservação do patrimônio público como princípio central da gestão;

— Obrigação de diversificação dos investimentos, para evitar concentração de recursos;

— Adoção de critérios formais de gestão prudente de riscos financeiros;

— Exigência de liquidez compatível com as obrigações dos fundos;

— Reforço da transparência e prestação de contas;

— Obrigação de estrutura de governança com órgão colegiado, segregação de funções, auditoria e prevenção de conflitos de interesse;

— Exigência de que os responsáveis pelas decisões tenham qualificação técnica e reputação compatível com o cargo;

— Criação de uma política formal de investimentos, com metas, critérios, limites de risco e avaliação de desempenho;

— Obrigação de divulgar, em site público e com linguagem clara, a política de investimentos, a composição da carteira, a rentabilidade e os custos administrativos;

— Exigência de que certos ativos tenham classificação de risco atribuída por ao menos duas agências autônomas, usando a avaliação mais conservadora caso haja divergência.

Em resumo: menos espaço para gambiarra política e mais proteção para quem depende desses recursos.

Confira: “NOVO Protocola Projeto Contra Aumento de Impostos em Eletrônicos”!

O histórico do PT com má gestão de fundos de pensão e estatais acende o alerta

Quando se fala em interferência política sobre o dinheiro de trabalhadores e aposentados, o histórico do PT é grave demais para ser ignorado.

Os principais casos envolvem justamente os grandes fundos ligados a estatais estratégicas do país: PREVI (Banco do Brasil), PETROS (Petrobras), FUNCEF (Caixa Econômica Federal) e POSTALIS (Correios).

Esses fundos administram patrimônios bilionários formados ao longo de décadas por contribuições de empregados e aposentados. Em tese, esse dinheiro deveria ser protegido com rigor técnico, governança séria e foco absoluto em segurança e rentabilidade.

Na prática, porém, o que o Brasil já viu em diferentes gestões petistas foi o oposto:

— Aparelhamento político;

— Nomeações sem qualificação técnica;

— Investimentos de risco incompatíveis com o interesse do cotista;

— Prejuízos bilionários;

— O trabalhador sendo chamado para pagar a conta no fim.

Confira: “Fake News do Lula: as 10 Maiores Mentiras da “Alma Mais Honesta do País””!

Ingerência no governo Lula 3

O caso mais simbólico foi a nomeação de João Fukunaga, um sindicalista e historiador, para a presidência da PREVI, fundo de pensão do Banco do Brasil, responsável por administrar mais de R$ 270 bilhões em ativos e ligado a mais de 200 mil participantes.

A indicação gerou forte reação justamente por expor um temor recorrente: o de que o comando de estruturas gigantescas volte a ser tratado como espaço de acomodação política, e não como função técnica de alta responsabilidade.

Confira: “Propaganda do Lula no Carnaval: NOVO Fará Ação para Tirá-lo das Eleições”!

O padrão se repete: PT trata dinheiro de trabalhador como posse estatal

O receio não surgiu do nada. Nos governos do PT, fundos de pensão foram envolvidos em operações e apostas de altíssimo risco que acabaram cobrando a conta de quem trabalhou a vida inteira para se aposentar com dignidade.

Entre os casos mais emblemáticos está o investimento na Sete Brasil, símbolo de desperdício e má alocação de recursos sob a lógica petista de “conteúdo nacional”.

Já a Operação Greenfield e os desdobramentos da Lava Jato expuseram como fundos ligados a estatais foram contaminados por interesses políticos, conexões partidárias e decisões sem prudência financeira.

É justamente por esse passado que propostas como a de Ricardo Salles são fundamentais: o problema não é apenas uma operação específica, mas um modelo inteiro de captura política do dinheiro alheio.

Confira: “Filiação Partido Novo: 9 Motivos para Fazer Parte desse Time pelo Brasil”!

O NOVO trabalha para impedir que o Estado continue brincando com o dinheiro do brasileiro honesto

O Partido Novo defende que recurso público e patrimônio previdenciário devem ser tratados com responsabilidade, transparência e limites reais ao poder político.

O PLP 75/2026 vai exatamente nessa direção.

Ele não resolve sozinho todos os problemas dos fundos públicos e de pensão. Mas cria uma barreira importante contra a má gestão, a opacidade e a captura política desses recursos.

A mensagem é clara: dinheiro de trabalhador e aposentado não pode virar brinquedo de políticos e sindicatos. Quem usa fundos bilionários como extensão do poder coloca em risco o futuro de milhares de famílias e precisa ser contido. Com esse projeto, Ricardo Salles ataca a raiz do problema e o NOVO reafirma o que deve ser feito: impedir que os parasitas do governo saqueiem o bolso do brasileiro honesto.

Clique aqui e filie-se ao NOVO: o Partido que respeita o dinheiro do brasileiro honesto!

Compartilhe

VEJA TAMBÉM

Confira mais notícias do NOVO