Contra a Farra dos Sigilos de Lula, NOVO Aciona o STF

No lado esquerdo, Lula faz sinal de silêncio, no direito, o presidente do Partido Novo, Eduardo Ribeiro, discursa. O NOVO entrou com a ação contra a farra dos sigilos no governo Lula.
Eduardo Ribeiro (à direita), presidente do Partido Novo, é um dos líderes da ação contra os sigilos de Lula. O NOVO é o Partido que mais faz oposição ao governo petista segundo o Congresso em Foco.
20 de fevereiro de 2026

Enquanto o brasileiro honesto enfrenta filas, burocracia e presta contas até do último centavo à Receita, o governo Lula faz a farra com sigilos ilegais para esconder dados que deveriam ser públicos. É exatamente contra essa inversão de valores que o NOVO se levanta. Transparência não é opcional, é dever por lei. Quem ocupa cargo público não está acima da lei, muito menos autorizado a trancar a informação para fugir da fiscalização da sociedade.

O Partido Novo protocolou, nesta sexta-feira (20), uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) no Supremo Tribunal Federal. O objetivo da representação é acabar com a verdadeira farra dos sigilos pelos governos, desde o federal aos municípios.

Trata-se de um problema estrutural no regime de transparência brasileiro, porém intensificado no governo Lula, que ironicamente prometeu que acabaria com os sigilos: conversa para enganar os ingênuos.

O presidente do Partido, Eduardo Ribeiro, afirmou que a ação tem como objetivo restabelecer a centralidade do princípio da publicidade na administração pública:

“Há inúmeras autoridades no Brasil recorrendo ao instrumento do sigilo para blindar a si próprias ou a seus aliados. Nossa ação busca restaurar o direito fundamental de acesso à informação, assegurando que a transparência volte a ser a regra, não a exceção”.

Sigilos de 100 anos no governo Lula

Exigências práticas contra a farra dos sigilos de Lula

NOVO firme na luta contra os sigilos abusivos do governo

Sigilos de 100 anos no governo Lula

Entre os casos citados na ação do NOVO estão documentos sob sigilo de até 100 anos envolvendo:

— Imagens relacionadas aos atos do 8/1;

— Registros de visitas recebidas pelo presidente Lula no Palácio da Alvorada;

— Viagens de ministros do STF em aeronaves da Força Aérea Brasileira (FAB);

— Gastos com cartão corporativo da presidência, incluindo despesas de Janja.

A utilização indiscriminada de sigilo nesses casos viola frontalmente a lógica constitucional, que estabelece a transparência como regra e o sigilo como medida excepcional, que precisa ser devidamente fundamentada.

Confira: “Mais de 1.300 Sigilos: Saiba o Que o Governo Lula Não Quer Que Você Veja”!

Exigências práticas contra a farra dos sigilos de Lula

Além de questionar casos concretos, o NOVO pede que o STF reconheça a existência de um problema sistêmico na aplicação dos sigilos no país. A legenda requer que a Corte:

— Determine a revisão dos sigilos já decretados;

— Exija fundamentação específica e concreta para novas classificações;

— Impeça o uso de justificativas genéricas para restringir o acesso a informações públicas.

O líder do NOVO na Câmara, Marcel van Hattem, aponta que iniciativa é uma reação necessária diante dos abusos recorrentes:

“É inconcebível continuarmos assistindo a arbitrariedades para impedir que a população saiba como o dinheiro público é gasto”.

Confira: “NOVO é o Partido que Mais Faz Oposição ao Governo Lula Segundo Congresso em Foco”!

NOVO firme na luta contra os sigilos abusivos do governo

Para o NOVO, a farra dos sigilos de Lula escancara uma lógica perigosa: a de que quem está no poder pode esconder o que quiser, pelo tempo que quiser, sem dar satisfações à sociedade. 

Trata-se da tentativa de transformar a exceção constitucional do sigilo em regra conveniente para blindar autoridades, proteger aliados e dificultar a fiscalização.

Enquanto muitos preferem passar pano, o NOVO enfrenta. Enquanto o sistema se acomoda atrás de carimbos de confidencialidade, o NOVO exige transparência real. E enquanto governos multiplicam decretos de sigilo para fugir da fiscalização, o Partido aciona o STF para restabelecer o óbvio: a informação pública pertence ao cidadão.

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