Conheça o Suboficial Carcará, candidato a deputado federal pelo Ceará

A imagem mostra a frase “NOVO Entrevista - Suboficial Carcará” e uma foto do candidato a deputado federal pelo Ceará, Suboficial Carcará.
Suboficial Carcará, candidato a deputado federal pelo Ceará, é um exemplo de alta disciplina militar com embasamento de propostas técnicas e alta capacidade intelectual (créditos: NOVO).
22 de setembro de 2026

Quem apenas conhece o Suboficial Carcará (3007), candidato a deputado federal pelo Ceará, a partir do nome dele desconhece muito da bagagem que o fuzileiro cearense traz. Além de um militar de elite, Carcará é um profundo conhecedor dos problemas do Brasil e do Ceará, e tem propostas sólidas para reverter o cenário tenebroso em que o nosso país vive. Entre elas: combater os supersalários na gestão pública e a pobreza, usar as Forças Armadas para combater as facções e proteger as fronteiras, além de flexibilizar amplamente o porte de armas.

Francisco de Assis Saraiva da Rocha, o Suboficial Carcará, é formado em uma das unidades militares de elite das Forças Armadas Brasileiras, os Comandos Anfíbios (COMANF). Além da disciplina, a tropa de elite exige uma rigorosa capacidade intelectual.

Confira a entrevista exclusiva que fizemos com ele a seguir!

— Conheça o Suboficial Carcará, candidato a deputado federal pelo Ceará: infância de escassez no sertão

— Conheça o Suboficial Carcará, candidato a deputado federal pelo Ceará: combate à pobreza e aos supersalários

— Conheça o Suboficial Carcará, candidato a deputado federal pelo Ceará: Forças Armadas para combater facções e criar mega presídio no semiárido

— Conheça o Suboficial Carcará, candidato a deputado federal pelo Ceará: combater a reaproximação do Brasil com países socialistas

— Conheça o Suboficial Carcará, candidato a deputado federal pelo Ceará: ampla flexibilização do porte de armas de fogo

— Conheça o Suboficial Carcará, candidato a deputado federal pelo Ceará: o jeito Comandos Anfíbios para mudar o Brasil

Conheça o Suboficial Carcará, candidato a deputado federal pelo Ceará: infância de escassez no sertão

— 1º – Você nasceu no sertão profundo do Ceará em 1970, num local isolado: sem estradas, geladeira, carros, onde a energia elétrica só chegou nos anos 2000 e você e sua família caçavam para sobreviver. Todas essas e outras dificuldades que passou durante a juventude moldaram você como para ser um soldado de elite, o que você se tornou. Em 2001, você foi aprovado no curso extremamente rigoroso dos Comandos Anfíbios (COMANF), da Marinha Brasileira, e passou as décadas seguintes se desenvolvendo com diversos outros cursos nas Forças Armadas antes de ir para a reserva. Muitas pessoas vêem os soldados apenas como força bruta, sendo que atuar nessas missões exige grande habilidade intelectual e sagacidade. Explica para a gente: como o trabalho nos COMANF exigiu e aprimorou a sua inteligência? E como você utilizará esses conhecimentos como congressista em Brasília?

A visão de que um operador de Operações Especiais atua apenas pela força bruta é um dos maiores equívocos sobre a nossa profissão. A preparação física e o adestramento com armamentos são apenas a base necessária para suportar cenários de extrema adversidade. 

A verdadeira ferramenta de um Comandos Anfíbios é a mente.

A minha infância e juventude no interior do Ceará, em Canindé, vivenciando a escassez e o isolamento, foram a minha primeira escola de sobrevivência e leitura de ambiente.

Essa bagagem encontrou no Curso Especial de Comandos Anfíbios e na rotina operacional a sua máxima lapidação técnica e intelectual.

Em missões de ações diretas, reconhecimento especial ou contraterrorismo, a margem para erro é zero. O trabalho exige análise constante de cenários, antecipação de riscos, gestão de recursos escassos e tomada de decisão em frações de segundo sob estresse extremo.

Além disso, atuar em áreas de conflito, em missões internacionais de paz ou na imensidão da Amazônia exige entender o terreno social, as motivações dos atores locais e as dinâmicas populacionais.

Não se cumpre uma missão estratégica sem capacidade analítica, inteligência interpessoal e sensibilidade de contexto.

O planejamento de uma operação de alto nível envolve logística minuciosa, integração de dados de inteligência e capacidade de adaptação imediata caso as variáveis do terreno mudem.

O ambiente legislativo em Brasília é, de forma análoga, um terreno de alta complexidade. As ferramentas intelectuais e a bagagem estratégica adquiridas nas Operações Especiais serão aplicadas diretamente na atividade parlamentar.

A formulação de políticas públicas de segurança e defesa exige olhar técnico e fundamentado, superando discursos passionais.

A experiência prática no combate a crimes transnacionais, no combate ao narcotráfico e na gestão de inteligência permite avaliar projetos de lei sob a ótica da viabilidade real e da eficácia operacional.

Da mesma forma, o processo legislativo exige mapear os impactos de cada votação a curto, médio e longo prazo. A mentalidade de planejamento minimiza o desperdício de recursos públicos, priorizando o que é mensurável para a sociedade.

Em debates institucionais duros, a capacidade de manter a calma, defender princípios com fundamentação sólida e buscar objetivos estratégicos sem perder o foco é essencial para vencer a burocracia política.

A força bruta, em alguns cenários específicos, não resolve problemas complexos, seja na selva, na zona urbana ou no plenário da Câmara dos Deputados. É o raciocínio frio, a capacidade analítica e o compromisso ético que garantem o cumprimento da missão!

Conheça o Suboficial Carcará: combate à pobreza e aos supersalários

— 2º – Você diz que a esquerda e o PT já destruíram o Rio e a Bahia, e que o próximo passo é destruir o Ceará. Muita gente no Ceará ainda passa fome (mesmo Lula dizendo que acabou com isso), além da população sofrer com precariedade em saneamento, educação (4º maior taxa de analfabetismo do Brasil) e, nas últimas décadas, com o avanço das facções criminosas. Você acha que essas dificuldades aumentaram ou diminuíram no Ceará da sua juventude nos anos 80 para hoje? E o que você pretende fazer para ajudar a combater esses problemas como deputado federal?

Como candidato, analiso os desafios do nosso estado com base em dados concretos, na minha vivência prática de quando era jovem nos anos 80, 90 e nas mais de duas décadas em que servi nas Operações Especiais do Corpo de Fuzileiros Navais como Comandos Anfíbios.

Quando comparamos o Ceará da minha juventude com a realidade atual, o contraste é evidente.

Nos anos noventa, enfrentávamos sérios desafios de criminalidade comum e violência no interior e nas periferias, mas não existia o domínio territorial organizado por facções criminosas.

A população não vivia sob o terror do fechamento do comércio, da cobrança de taxas ilegais ou do despejo forçado de famílias de suas próprias casas.

Hoje, a segurança pública sofreu uma deterioração brutal, onde a disputa por rotas do narcotráfico transformou bairros da capital e cidades do interior em zonas de risco constante, retirando do cidadão o direito básico de ir e vir.

No âmbito social e econômico, apesar dos discursos oficiais sobre o combate à pobreza, a extrema vulnerabilidade e a fome ainda continuam presentes na vida de centenas de milhares de cearenses.

O saneamento básico segue como um gargalo histórico, deixando mais da metade da população cearense sem acesso adequado à rede de coleta e tratamento de esgoto, o que afeta diretamente a saúde pública e a dignidade das famílias.

Na educação, embora o estado tenha registrado avanços na alfabetização infantil em determinados municípios, a estrutura geral permanece deficitária, mantendo o Ceará entre as piores colocações do ranking nacional de analfabetismo com uma taxa de 11,1% das pessoas com 15 anos ou mais, evidenciando décadas de abandono da população adulta e idosa no interior.

Para combater esses problemas de forma direta e sem demagogia na Câmara dos Deputados, proponho uma atuação focada em três pilares fundamentais.

O primeiro pilar é o enfrentamento severo ao crime organizado, atuando no Congresso para endurecer a legislação penal contra lideranças de facções, classificar os atos terroristas contra a população e asfixiar financeiramente as organizações criminosas.

Utilizando minha experiência nas Operações Especiais, buscarei direcionar recursos e projetos para fortalecer a inteligência integrada das forças de segurança e das Forças Armadas, fechando rotas de tráfico de armas e drogas nas divisas e na zona costeira, além de garantir suporte e retaguarda jurídica aos policiais que atuam na ponta.

O segundo pilar envolve a aceleração do saneamento básico e o fomento à liberdade econômica. Defendo a aplicação rigorosa do Marco Legal do Saneamento Básico para atrair investimentos privados que acelerem a universalização da água potável e do esgotamento sanitário.

Entendo que o melhor programa social é o emprego, e por isso atuarei pela desregulamentação, simplificação tributária e redução da burocracia para permitir que o pequeno empreendedor e o produtor rural consigam girar a economia local e gerar renda real para combater a fome.

Por fim, o terceiro pilar foca na eficiência da gestão educacional e na formação profissional. 

Fiscalizarei a aplicação dos recursos do FUNDEB para que cheguem diretamente às salas de aula e valorizem os professores por desempenho e resultados concretos.

Paralelamente, apoiarei programas de alfabetização de adultos e parcerias com o setor produtivo para a qualificação técnica rápida dos jovens e adultos do interior, conectando o ensino diretamente ao mercado de trabalho.

O Ceará precisa de gestão técnica, firmeza moral e coragem para superar os obstáculos que travam o seu desenvolvimento!

— 3º – Você se revolta com a diferença entre a realidade da maioria dos brasileiros, que passam necessidades, enquanto a elite do funcionalismo recebe supersalários (remuneração e adicionais acima do teto constitucional de R$ 42 mil) e ainda acham pouco. Sua revolta é totalmente alinhada com a do NOVO, que é o partido com mais ações contra os supersalários. Considerando o que já apresentamos e apoiamos nesse sentido, qual proposta você acha mais interessante e como vai trabalhar no Congresso para agilizar essa pauta em geral?

A disparidade entre a realidade das famílias brasileiras, que enfrentam a inflação, a carga tributária alta e a precariedade nos serviços públicos, e os privilégios acumulados por uma minoria no topo do funcionalismo é uma das maiores injustiças do nosso país.

Enquanto o trabalhador do setor privado luta para fechar as contas do mês, dezenas de milhares de agentes públicos continuam recebendo remunerações acima do teto constitucional por meio de penduricalhos, verbas indenizatórias e gratificações criadas especificamente para burlar a regra estabelecida pela Constituição.

A postura do Partido Novo no combate a esses abusos é a única coerente com o respeito ao pagador de impostos.

Dentre as iniciativas defendidas pelo partido, a proposta mais relevante e urgente é a regulamentação rigorosa do teto constitucional para proibir definitivamente a inclusão de verbas indenizatórias fictícias, combinada com o fim das férias de sessenta dias para carreiras jurídicas e a extinção da aposentadoria compulsória como pena disciplinar.

O teto precisa voltar a ser um limite real e inegociável para todos os Poderes!

Para que essa pauta não fique travada nas comissões ou seja enfraquecida por corporativismos no Congresso Nacional, irei atuar em frentes estratégicas bem definidas.

A primeira delas é o fortalecimento da articulação parlamentar focada na moralização do serviço público, pressionando a Mesa Diretora da Câmara para priorizar a votação de projetos que cortem privilégios.

Paralelamente, utilizaremos a transparência total e a inteligência de dados para expor publicamente as brechas regulatórias que sustentam esses supersalários, permitindo que a população acompanhe exatamente para onde vai o dinheiro dos seus impostos.

Além disso, defendo que qualquer proposta de Reforma Administrativa comece estritamente de cima para baixo, atingindo primeiro o topo da elite dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, em vez de penalizar o servidor que atua na ponta, como o professor, o médico ou o policial.

A economia gerada com o fim desses privilégios inaceitáveis deve ser redirecionada para investimentos essenciais em segurança pública, saúde e educação de qualidade.

A moralização do Estado brasileiro exige coragem, independência política e a recusa absoluta de qualquer favorecimento corporativo!

Confira: “Propostas NOVO para segurança: prisão perpétua, esmagar facções e reformar leis penais”!

Conheça o Suboficial Carcará, candidato a deputado federal pelo Ceará: Forças Armadas para combater facções e criar mega presídio no semiárido

— 4º – Uma das principais responsabilidades das Forças Armadas é a proteção das fronteiras, um ponto importante na luta contra o crime organizado. O NOVO defende enquadrar as facções criminosas como terroristas. Também apresentamos um projeto para permitir apoio militar sem depender de GLO, entre outras coisas. Como você defende que o combate ao crime organizado nas fronteiras deve ser feito? Além disso, como o combate às facções deve acontecer?

O combate ao crime organizado e a proteção das nossas fronteiras exigem a substituição de medidas paliativas por uma estratégia de defesa nacional e interdição definitiva.

Defendo uma mudança profunda na abordagem do Estado brasileiro para restaurar a ordem, a soberania e a segurança do nosso povo.

Defendo que as Forças Armadas atuem diretamente no combate ao crime organizado em todo o território nacional, de forma integrada e permanente ao lado das polícias estaduais, municipais e federais.

No Brasil, o crime organizado transbordou os limites da segurança pública tradicional e se tornou uma ameaça real à defesa nacional.

A extensão e a topografia das nossas fronteiras exigem uma presença militar contínua, em que a atuação das Forças Armadas não dependa mais de Decretos de Garantia da Lei e da Ordem.

O poder de polícia na faixa de fronteira deve ser pleno e permanente para patrulhamento, revista e prisão em flagrante.

Propagando o bloqueio ininterrupto de rotas clandestinas e calhas fluviais com o uso de sensores, radares e inteligência integrada entre Forças Armadas, Forças Policiais, agências de inteligência e de unidades especializadas como os Batalhões de Operações Ribeirinhas do Corpo de Fuzileiros Navais.

Dentro do meu projeto legislativo, defendo o enquadramento legal rigoroso das facções criminosas como organizações terroristas e narcoterroristas.

O uso de armamento restrito, o domínio territorial pela força e os ataques coordenados à população e às instituições do Estado configuram atos incontestáveis de terror!

O combate a esse câncer deve atingir também o braço financeiro dessas estruturas, com o congelamento imediato de contas, o confisco de bens e a desarticulação da lavagem de dinheiro.

Para cortar definitivamente a capacidade de comando que os chefes criminosos mantêm de dentro dos presídios, defendo a criação de um complexo prisional de segurança máxima localizado na região do Raso da Catarina, no semiárido baiano.

A escolha dessa área apoia-se em condições geográficas e climáticas naturalmente hostis, compostas por solo árido, relevo de desfiladeiros de arenito e vegetação caatinga densa.

Com temperaturas que ultrapassam frequentemente os 44 graus Celsius e ausência de fontes de água potável em superfície, o próprio ambiente atua como uma barreira física insuperável contra fugas ou resgates.

Esse complexo será destinado exclusivamente aos criminosos de maior periculosidade do país, como lideranças do narcoterrorismo, sequestradores, homicidas, estupradores e pedófilos.

O regime será de isolamento absoluto em Regime Disciplinar Diferenciado, sem acesso a comunicações e em celas de concreto de alta densidade expostas à amplitude térmica do deserto.

Ressalto que a severidade do ambiente destinada aos detentos não afetará os nossos Policiais Penais.

O setor operacional e administrativo contará com isolamento térmico avançado, climatização central mantida a 20 graus Celsius, alojamentos modernos, centro médico e veículos blindados com cabine refrigerada.

A contenção do perímetro será reforçada com bloqueio total de sinais via gaiolas de Faraday, transmissores de ruído e monitoramento automatizado com sensores térmicos e armamentos remotos de alta capacidade de saturação.

É com a união das Forças Armadas e de Segurança Pública, somada à tolerância zero no sistema prisional, que devolveremos a paz ao cidadão brasileiro.

Conheça o Suboficial Carcará: combater a reaproximação do Brasil com países socialistas

— 5º – Você é um grande crítico da reaproximação do Brasil, a partir do novo governo Lula, com países autoritários, como Venezuela e Irã, e o afastamento de democracias reais, como os Estados Unidos e a Europa. Quais propostas você apresentaria na Câmara dos Deputados para nos aproximar dos países ocidentais?

A política externa do Brasil deve ser pautada pela defesa intransigente do Estado, pela segurança estratégica e pela liberdade econômica, alinhando nosso país às principais nações do mundo ocidental e afastando a diplomacia brasileira do alinhamento ideológico com regimes autoritários.

Para restabelecer a credibilidade internacional do Brasil e consolidar parcerias sólidas com os Estados Unidos, a União Europeia e outros aliados democráticos, é fundamental uma atuação firme e pragmática na Câmara dos Deputados.

A prioridade no campo econômico deve ser a ratificação e a implementação de acordos comerciais com grandes blocos globais.

É necessário atuar como articulador no Congresso Nacional para aprovar as adequações legislativas e as garantias necessárias para a efetivação do acordo entre o Mercosul com blocos ou países livres do marxismo cultural, abrindo mercados valiosos para o agronegócio e para a indústria nacional.

Paralelamente, devemos acelerar o processo de adesão do Brasil à Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, aprovando os projetos de alinhamento regulatório e de governança que sinalizam ao mercado internacional nosso compromisso com a transparência e a estabilidade jurídica.

No âmbito da segurança e da soberania, é imprescindível fortalecer a cooperação internacional no combate ao crime transnacional.

Proponho o estabelecimento de acordos de cooperação bilateral com agências de inteligência e forças de defesa de países parceiros para o compartilhamento de informações, tecnologia e operações conjuntas focadas no combate ao narcotráfico, ao terrorismo e ao crime organizado que atua em nossas fronteiras e no ambiente marítimo.

Da mesma forma, defendo a aprovação de legislação que proíba expressamente a concessão de recursos públicos, financiamentos estatais ou garantias do Tesouro Nacional para governos ou entidades de países que estejam sob sanções internacionais por violações graves de direitos humanos, como por exemplo a Nicarágua, Cuba e em certo grau a Venezuela, que está passando por um período de transição.

Além disso, o Brasil precisa se posicionar de forma atrativa para investimentos estratégicos em tecnologia e transição energética.

Devemos criar marcos regulatórios modernos que favoreçam a atração de empresas ocidentais interessadas em diversificar e proteger suas cadeias globais de suprimento em nações democráticas.

O estado do Ceará tem um potencial único para liderar esse processo como polo de energias renováveis e hidrogênio verde, tornando-se o principal parceiro estratégico do continente europeu no setor.

O Brasil não deve ser cúmplice de regimes que sufocam a liberdade de seus povos, e nosso trabalho no Parlamento buscará resgatar a vocação de grandeza, integridade e protagonismo da nossa nação no cenário global!

Confira: “Ditadura na Venezuela: Entenda Como a Democracia Caiu no País e Como o PT Ajudou o Regime”!

Conheça o Suboficial Carcará, candidato a deputado federal pelo Ceará: ampla flexibilização do porte de armas de fogo

— 6º – Muitos nomes a favor da flexibilização da posse e porte de armas no Brasil colocam parte da culpa nos militares brasileiros, dizendo que estão em linha com as ideias desarmamentistas da esquerda. Como você vê a questão da flexibilização da posse/porte de armas? E, por outro lado, como o maior acesso a armas de fogo pode ajudar a combater espécies invasoras e altamente destrutivas para a fauna/flora brasileira, como os javalis?

A ideia de que o meio militar brasileiro atua alinhado com ideias desarmamentistas não reflete a realidade das nossas instituições.

As Forças Armadas cumprem rigorosamente a Constituição e as leis aprovadas pelo Congresso Nacional, cabendo ao Exército a fiscalização técnica de produtos controlados para garantir a rastreabilidade e a segurança do país, sem qualquer viés ideológico.

O direito do cidadão de bem à legítima defesa da sua vida, da sua família e da sua propriedade é um princípio fundamental que precisa ser respeitado.

A posse e o porte de armas para pessoas devidamente avaliadas em critérios técnicos, psicológicos e sem antecedentes criminais é uma medida de liberdade e de segurança.

No meio rural, essa necessidade é ainda mais urgente, uma vez que o tempo de resposta das forças policiais é naturalmente mais demorado devido às longas distâncias das propriedades.

Além da segurança pessoal e patrimonial, o acesso desburocratizado a armas de fogo e a regulamentação eficiente do manejo de fauna invasora são ferramentas indispensáveis para a proteção do meio ambiente e do agronegócio nacional.

A proliferação descontrolada do javali e de seus híbridos representa uma das maiores ameaças ambientais e sanitárias do Brasil.

Sem predadores naturais em nosso ecossistema, esses animais destroem nascentes de água, assoreiam rios, devastam lavouras inteiras e atacam a fauna nativa, além de colocarem em risco a saúde da suinocultura nacional pela transmissão de graves doenças.

O controle populacional dessas espécies por meio do abate com armas de fogo é a ferramenta mais eficaz reconhecida pelos órgãos ambientais.

Os caçadores e controladores registrados atuam de forma voluntária para proteger a biodiversidade e a produção de alimentos no campo.

Quando o Estado cria entraves excessivos para o transporte de armamentos, restrições desnecessárias de calibres ou entraves burocráticos para a emissão de licenças, quem ganha é a praga que destrói o meio ambiente!

Garantir o acesso responsável ao armamento e simplificar o controle de espécies invasoras é uma decisão pragmática baseada na defesa do meio ambiente, na proteção do produtor rural e no respeito ao direito de propriedade.

— 7º – Você apoia que todo cidadão brasileiro cumpridor da lei, devidamente avaliado e sem antecedentes criminais, tenha o direito pleno ao porte de armas de fogo, incluindo pistolas e fuzis, para exercer a legítima defesa de sua vida, de sua família e de sua propriedade?

Sim, eu apoio integralmente que todo cidadão brasileiro cumpridor da lei, devidamente avaliado e sem antecedentes criminais, tenha o direito pleno ao porte de armas de fogo, para exercer o direito sagrado e inalienável da legítima defesa de sua própria vida, de sua família e de seu patrimônio.

Falo sobre esse tema não por teoria, mas com a autoridade técnica de quem serviu por mais de duas décadas nas Operações Especiais do Corpo de Fuzileiros Navais como Comandos Anfíbios.

Ao longo da minha carreira operacional e em missões de interesse ao Brasil, já operei mais de 40 tipos de armamentos.

Conheço em profundidade a mecânica, a balística e a extrema responsabilidade que envolvem o emprego de cada uma dessas armas.

Por isso, afirmo categoricamente: a arma na mão do criminoso é um instrumento de opressão; a arma na mão do cidadão de bem é uma ferramenta de preservação da vida e de garantia da liberdade.

Ninguém tem o direito de desarmar um pai ou uma mãe de família e deixá-los indefesos diante do avanço da criminalidade e das facções que aterrorizam o nosso país!

Tudo o que eu puder fazer no Congresso Nacional e na vida pública para garantir que o pai e a mãe de família tenham o direito de possuir e portar seu fuzil ou sua pistola para a defesa intransigente do seu lar, de sua vida e de sua família, eu farei, movendo o possível e o impossível.

Confira: “Gilson Marques Apresenta Emenda para Ampliar Porte de Arma a Vários Profissionais da Segurança”!

Conheça o Suboficial Carcará, candidato a deputado federal pelo Ceará: o jeito Comandos Anfíbios para mudar o Brasil

— 8º – O que você acha que o Ceará e o Brasil podem aprender com o jeito COMANF de fazer as coisas?

A forma dos Comandos Anfíbios de atuar carrega lições profundas que podem transformar a gestão pública no Ceará e no Brasil.

Em operações especiais, não há espaço para amadorismo, improviso ou demagogia, pois a margem de erro é mínima e as decisões custam vidas.

Levar essa mentalidade para a política e a administração pública significa substituir a ineficiência estatal por método, responsabilidade e foco em resultados concretos.

O primeiro grande aprendizado é o planejamento meticuloso com base na leitura real do terreno. Nas operações especiais, nenhuma missão é executada sem um diagnóstico preciso da realidade, estudo detalhado do cenário e antecipação de riscos.

O setor público brasileiro costuma fazer o oposto ao criar leis e políticas desconectadas da realidade do cidadão, pautadas em ideologias ou interesses eleitorais de curto prazo.

A doutrina operacional ensina que é preciso estudar o problema na ponta, ouvir quem está no terreno e desenhar soluções estritamente técnicas e aplicáveis.

Outro ponto central é a busca constante pela eficiência no uso de recursos escassos. Um operador especial aprende a cumprir missões de alta complexidade otimizando cada recurso disponível para obter o máximo de rendimento.

Na gestão pública, o dinheiro do pagador de impostos deve ser tratado com esse mesmo rigor.

Em vez de aumentar impostos e inchar a máquina estatal para tentar resolver problemas, o Estado precisa aprender a gerir com inteligência, eliminando desperdícios, cortando privilégios e aplicando o orçamento onde ele realmente transforma a vida da população.

A essa postura soma-se a frieza analítica para a tomada de decisões sob pressão. As grandes crises na segurança pública, na saúde e na infraestrutura não se resolvem com discursos inflamados, mas com controle emocional, inteligência e rapidez.

O treinamento de um Comandos Anfíbios molda a capacidade de manter a calma nos momentos de maior estresse para adotar as medidas corretas.

O país precisa de gestores e parlamentares com coragem para enfrentar o crime organizado e aprovar as reformas necessárias sem vacilar diante de pressões do narco-estado.

Por fim, o modelo COMANF se baseia na liderança pelo exemplo, na resiliência e no compromisso inegociável com o dever.

No ambiente de operações especiais, a liderança é exercida pela conduta ética, pela palavra empenhada e pela rejeição absoluta a atalhos desonestos.

Problemas históricos como o analfabetismo, a falta de saneamento básico e o avanço da criminalidade não serão superados com soluções paliativas, mas com a determinação obstinada de quem não aceita o fracasso como opção e trabalha sem descanso até entregar o resultado de excelência que a sociedade merece!

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