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Privatização dos Correios: como o exemplo de sucesso alemão pode inspirar o Brasil

Criação do Deutsche Post

O Deutsche Post, antigo correio alemão, foi criado ainda na fundação do Império Alemão, em 1871, como uma estatal. Além de cuidar da entrega de cartas e encomendas, também atuava no setor de serviços financeiros e telefonia.

Decisão de privatizar

Há quase 30 anos, na década de 1990, a Alemanha iniciou as discussões sobre a privatização de sua estatal do setor de correspondência. O processo de privatização levou 10 anos para ser concluído.

Modelo de privatização

Primeiro, a empresa foi divida em três, uma para cada ramo: correios, serviços financeiros e telefonia. Em seguida, foram definidas regras para o setor postal e criada uma agência reguladora para coordenar e supervisionar o mercado e garantir, por exemplo, que todas as cidades seriam atendidas.

Abertura de capital

Por último, decidiu-se que em vez de vender toda a companhia de uma vez, em leilão, a empresa seria vendida em fases, por meio da abertura de capital. Isso impediu que o serviço ficasse sob administração de apenas uma empresa, garantindo maior concorrência.

Sucesso após a privatização

Após a privatização, o Deutsche Post comprou a empresa norte-americana de entregas expressas DHL empresa, que hoje se chama Deutsche Post DHL Group, com sede na Alemanha. Atualmente, é uma das maiores companhias logísticas do mundo, com cerca de 550 mil funcionários em todo o mundo. A companhia teve 2018 uma receita de 61 bilhões de euros, equivalente a 276 bilhões de reais.

Questionamentos para o Brasil

O caso do correio alemão nos faz perguntar: afinal, para que o Estado brasileiro deve manter a administração dos Correios, um monopólio que dá prejuízos bilionários, atrasa suas entregas e é foco frequente de escândalos de corrupção?

Aprendendo com as experiências de sucesso

O processo de privatização dos Correios brasileiro deve ser debatido, com base em estudos, exemplos internacionais, e a nossa realidade. Não basta importar o modelo feito na Alemanha. Porém, casos de sucesso devem servir como inspiração e referência.

O NOVO acredita que o Estado deve priorizar as áreas essenciais. Dessa forma será possível entregar saúde, educação e segurança de qualidade para o cidadão além de garantir produtos melhores e mais baratos.

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