De acordo com uma pesquisa do Poder360 de 2026, a maioria dos brasileiros é de direita: somos quase 45% de toda a população. Mas afinal, o que é ser de direita?
Neste artigo do NOVO Explica, você confere se também é de direita, as características das principais correntes dessa linha de pensamento, além de descobrir o porquê ser de direita é a melhor opção para você e para o Brasil.
— O que significa ser de esquerda ou direita na política do Brasil?
— O que é ser um partido de direita no Brasil?
— O que é ser um conservador de direita?
— O que é ser um liberal de direita?
— Quais são os principais pensadores da direita?
No Brasil, a definição de direita e esquerda aponta para ideias opostas sobre a função do governo, a economia e aspectos sociais.
— Esquerda: é a favor de mais intervenção estatal na economia, para garantir a redistribuição de renda, e na sociedade, para amenizar a suposta opressão às minorias;
— Direita: é a favor de menos intervenção do Estado, valoriza a liberdade individual e econômica, defendendo a meritocracia e um governo menor e mais eficiente.
Um dos reflexos da visão esquerdista sobre opressores e oprimidos, por exemplo, é a de que o governo deve estabelecer penas mais brandas para crimes e a polícia deve ter menos poder de fogo.
A direita e o NOVO pensam o exato oposto: precisamos de condenações mais duras, como pena de prisão perpétua para crimes graves, e de uma polícia mais forte, para bater de frente com o crescente poder do crime organizado.
O NOVO é amplamente conhecido como o partido mais à direita do Brasil, por conta da nossa luta contra impostos, mais liberdade individual e econômica, governo mais eficaz em prestar serviços básicos e combate firme contra o crime.
Segundo o GPS Partidário da Folha de SP, atingimos incríveis 100 pontos em uma escala de 0 (totalmente à esquerda) a 100 (totalmente à direita).
As principais bandeiras da direita são:
— Liberdade individual: mais autonomia para que o indivíduo decida o que fazer da vida, desde que isso não ataque a liberdade dos demais;
— Livre mercado: o país cresce economicamente com mais liberdade econômica, menos burocracias e impostos, não com o governo dizendo o que deve ser feito e cobrando mais tributos;
— Responsabilidade fiscal: o governo deve conter suas despesas, para evitar dívidas e não sufocar a iniciativa privada, que é quem de fato produz riqueza;
— Estado menor e mais eficaz: o governo deve ter menos funções do que atualmente tem, focando em entregar serviços de segurança, saúde e educação de qualidade. Programas assistenciais para pessoas de baixa renda devem promover eficientemente a ascensão social, evitando que sejam uma muleta para vida toda;
— Combate intransigente ao crime: judiciário firme e polícia forte, garantindo cadeia para quem merece e segurança real para o brasileiro honesto.
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O NOVO é um dos pouquíssimos partidos que de fato podem se dizer de direita no Brasil.
Nos enquadramos na direita por (desde sempre) batalharmos pela redução de impostos, de privilégios políticos e da elite do funcionalismo público, pelo apoio à liberdade econômica e o combate firme ao crime e à corrupção.
Somos o partido que mais faz oposição ao governo Lula.
Não é à toa que nossos congressistas votam mais de 90% das vezes contra o PT, número reconhecido por iniciativas como o Congresso em Foco.
Além disso, lutamos pela liberdade de expressão contra os escândalos promovidos pelo STF, sendo o partido que mais tem ações contra os abusos de Alexandre de Moraes e dos demais ministros.
Nossos parlamentares também se destacam por serem extremamente dedicados e técnicos. Eles são referência para os demais políticos, desde as câmaras municipais até o Congresso.
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Ser conservador de direita significa defender tradições e instituições construídas pelas gerações passadas, como a democracia, a separação entre os três poderes a liberdade religiosa e a moralidade no setor público.
Além disso, conservadores são contra mudanças rápidas e radicais, que ameaçam derrubar os avanços que a sociedade construiu.
Também são pautas comuns do movimento conservador: o direito à posse de armas para autodefesa, o direito de ensinar seus filhos no modelo educacional que preferir e o combate à ideologia de gênero.
Apesar disso, essas também são bandeiras perfeitamente compatíveis com o liberalismo e a centro-direita.
Um liberal de direita é a favor da liberdade em todas os âmbitos: econômico, social e político.
Muitas pautas liberais também são compartilhadas por conservadores, como a diminuição de impostos, menor interferência estatal na economia, menos burocracia estatal e a defesa da propriedade privada.
A seguir, listamos alguns dos pensadores mais importantes da direita:
— Edmund Burke (1729-1797): considerado por muitos o pai do conservadorismo por sua defesa da importância da tradição (no sentido de preservar o que as gerações passadas trouxeram de melhor para sociedade), de mudanças políticas graduais e contra revoluções;
— Ludwig von Mises (1881-1973): um dos fundadores da Escola Austríaca de Economia. Foi um defensor do livre mercado, da propriedade privada e crítico do intervencionismo estatal, especialmente do socialismo;
— Ayn Rand (1905-1982): criadora do objetivismo, ideal filosófico baseado no individualismo, na racionalidade e no capitalismo de livre mercado como parte da natureza humana;
— Milton Friedman (1912-2006): um dos ideólogos da Escola de Chicago, sendo um apoiador da desburocratização, da redução de impostos, do controle monetário e do uso de programas de assistência social para socorrer pessoas de baixa renda;
— Roberto Campos (1917-2001): foi um dos maiores pensadores da direita brasileira e voz solitária da racionalidade econômica no Congresso Nacional. Defendia que liberdade só existe com liberdade econômica (oposição ao socialismo), da flexibilização de leis trabalhistas, da abertura comercial e do Estado pequeno e eficaz.
Clique aqui e saiba mais sobre 5 ideias de Roberto Campos que permanecem atuais!
Ser de direita e votar em políticos de direita é a melhor escolha para o seu benefício próprio e para o Brasil.
O modelo defendido pela direita, de Estado pequeno e eficaz, com baixos impostos, abertura para o mercado internacional e pouca intervenção estatal na economia foi adotado por alguns dos países mais desenvolvidos do mundo.
Isso funcionou em países de diversos portes, desde pequenos, como Singapura e Suíça, até gigantes, como a Índia.
Desde a década de 1990, a Índia adotou uma série de medidas liberais, como redução de tributos, abertura econômica e privatizações. Como resultado, o país registrou uma melhora impressionante na qualidade de vida da população.
De acordo com o Banco Mundial, entre 2011 e 2023, 171 milhões de indianos saíram da extrema pobreza. Dessa forma, a pobreza extrema despencou de 16,2% para apenas 2,3% nesse período.
E é claro, nada disso seria possível sem crescimento econômico. O PIB do país cresceu em média incríveis 6,5% todos os anos de 2003 até 2024.
Hoje, o crescimento econômico da Índia já passou o da China, que teve o seu PIB desacelerado por progressivas medidas de restrição à liberdade econômica. Em breve, o país será a 3ª maior economia do mundo e isso só foi possível por meio de políticas liberais.
Se você valoriza a liberdade para empreender, a segurança para viver e a eficiência na gestão pública, saiba que a direita e o NOVO lutam todos os dias defendendo seus ideais.
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