O deputado federal Gilson Marques (NOVO-SC) chega ao final do seu segundo mandato com um dos históricos mais sólidos de defesa da liberdade econômica e de oposição ao governo Lula no Congresso. Empreendedor, advogado e o único parlamentar libertário do Congresso, ele transformou o cargo de deputado em trincheira permanente contra o aumento de impostos, o corporativismo estatal e os abusos de poder do governo e do STF.
Gilson Marques escolheu ser a voz do catarinense que trabalha, paga impostos e não quer ver o Estado crescer às suas custas. Os números e as vitórias do mandato mostram que a escolha foi cumprida com coerência e coragem.
Confira os resultados do deputado federal do NOVO a seguir!
— Quem é Gilson Marques?
— Deputado federal Gilson Marques: coveiro de projetos ruins
— Deputado federal Gilson Marques: principais vitórias
— Trabalhos de destaque
— Projetos contra impostos e outras iniciativas
— Gilson Marques é o candidato a deputado federal que mais defende o interesse do catarinense comum
Gilson Marques é deputado federal pelo Partido Novo de Santa Catarina, vice-líder da Minoria na Câmara e no Congresso Nacional. Sua missão é clara: defender o livre mercado, as liberdades individuais e combater a corrupção, o corporativismo e as ideias coletivistas.
Ele resume o próprio mandato com objetividade:
“Eu escolhi ser a sua voz na Câmara dos Deputados. Eu escolhi mudar a política e não ser mudado por ela. Eu escolhi ser o cavalo de Troia, o coveiro, a parede, o goleiro contra o estatismo. Eu escolhi defender a liberdade”.
Segundo o Poder360, ele está é o 6º deputado federal que mais vota contra o governo Lula entre todos os 513 da Câmara. Veja sua atuação em números:
— 100% de presença nas sessões, o único de SC com esse índice;
— 6.361 propostas legislativas protocoladas ou assinadas;
— 2.282 requerimentos de retirada de pauta;
— 819 discursos em plenário;
— R$ 8.048.236 economizados.
A renúncia aos privilégios é uma marca registrada dele. Ao longo do mandato, economizou mais de R$ 8 milhões, o equivalente a 48,3% do total disponível.
Abriu mão de auxílio-mudança, auxílio-moradia, auxílio-saúde e aposentadoria especial. Usa menos de 13% da cota parlamentar e mantém apenas 10 dos 25 assessores permitidos.
Se todos os deputados fizessem o mesmo, a Câmara custaria R$ 4,1 bilhões a menos no período.
Desde o primeiro mandato, Gilson Marques ficou conhecido como o “coveiro da CCJ”. O apelido nasceu em 2019, quando o então presidente da Comissão de Constituição e Justiça usou a expressão após a derrubada sucessiva de projetos ruins.
Só naquele período, apresentou mais de 300 requerimentos de retirada de pauta. Quase 70% das relatorias tiveram parecer pela rejeição ou arquivamento.
Na Comissão de Defesa do Consumidor, a atuação foi igualmente combativa. Em 2021, dos 18 projetos aprovados na comissão, 10 tiveram modificações propostas por ele.
No mandato atual, a postura se mantém. Na CCJ, além de barrar matérias prejudiciais, ele relatou e aprovou o pacote de leis anti-STF, que responde aos abusos de ministros da Corte.
Entre as vitórias mais relevantes do mandato estão:
— Aprovação da emenda que proíbe presos de votar (349 a 40 no PL Antifacção), medida que passa a valer a partir de 2027;
— Derrubada da MP 1303, o “tarifaço” sobre aplicações financeiras e criptomoedas;
— Aprovação do PL 790/2023, que cria sanções a invasores de terras rurais e urbanas;
— Destaque na LDO 2024 que impede gastos públicos com ideologia de gênero, aborto e invasões de propriedade privada;
— Aprovação do marco temporal das terras indígenas, protegendo a propriedade privada;
— Aprovação da Dosimetria para os envolvidos no 8/1;
— Relatou o PL 658/2022, aprovado na CCJ, com uma série de medidas contra abusos do STF: permitindo pautar pedidos de impeachment sem depender do presidente do Senado e ampliando os casos de crime de responsabilidade.
Confira: “Gilson Marques apresenta projeto em defesa do Bitcoin e das Criptomoedas”!
— Pena em dobro para corruptos: o PL 1485/2020, de autoria da bancada do NOVO, determina pena duplicada para crimes de corrupção praticados durante a pandemia. A proposta, que reforça uma das principais bandeiras do partido, já foi aprovada na Câmara e aguarda análise no Senado;
— Propaganda eleitoral na TV: o veto à propaganda partidária gratuita no rádio e na TV, que custaria R$ 460 milhões aos cofres públicos, foi mantido e o Senado confirmou o veto. O pagador de impostos deixou de financiar propaganda de partidos que na maioria das vezes não o representam;
— No monitoramento do PIX: Gilson Marques foi o primeiro deputado a apresentar PDL para sustar a Instrução Normativa 2219/2024 da Receita Federal, que pretendia monitorar transações acima de R$ 5 mil mensais. A pressão popular foi tão forte que o governo revogou a norma;
— Na Reforma do Imposto de Renda: apoiou a isenção até R$ 5 mil, mas apresentou voto em separado defendendo compensação por corte de gastos e privilégios, e não por novos impostos. A proposta apontava superávit de R$ 13,84 bilhões até 2028 e atualizava o limite do MEI, mas foi rejeitada pela Comissão Especial;
— Na Reforma Tributária: alertou que o país perdeu a chance de corrigir problemas estruturais e aprovou um sistema que amplia a carga sobre quem produz. Apresentou uma série de projetos para minimizar os danos, entre eles teto para o Imposto Seletivo, combate à bitributação, proteção ao IPTU e ITBI, e neutralidade tributária;
— Sobre o fim da escala 6×1: posicionou-se contrário às PECs que proíbem o trabalho em seis dias e defendeu a PEC 40/2025, que institui o pagamento por hora e permite ajuste livre entre empregador e empregado, como alternativa.
Confira: “Gilson Marques apresenta PEC para zerar impostos sobre medicamentos”!
Gilson Marques também protocolou ações como:
— PEC para zerar impostos sobre medicamentos;
— PDL contra o imposto de exportação de petróleo;
— Projeto que proíbe o STF de aumentar impostos retroativamente (aprovado na Câmara);
— PDL para impor teto ao Imposto Seletivo (IS), contendo arrecadação abusiva;
— Projeto que impede o STF de reverter decisões transitadas em julgado sobre impostos;
— PDL para barrar aumento de IPTU, ITBI etc. com dados automáticos para cálculo;
— Projeto para revogar a carta branca para o BNDES ser sócio de empresas privadas;
— Emenda para redução de burocracia na fabricação de suplementos;
— PL para proteger empresas contra cobranças indevidas de conselhos profissionais;
— Projeto para garantir a legalidade de criptomoedas;
— Emenda para ampliar acesso a armas de fogo a profissionais de segurança;
— Aprovação de relatório para proteger ambulantes de fiscais abusivos;
— Aprovação do aumento automático do limite do MEI na Comissão de Comércio (CICS).
Nas emendas parlamentares, adota o modelo “Sem Barganha”, com edital on-line transparente. Os recursos priorizam saúde e Apaes em dezenas de municípios catarinenses todos os anos.
O deputado federal Gilson Marques não faz política de barganha nem de agrado a grupos organizados. Faz política de princípio.
É o parlamentar catarinense que mais renuncia a privilégios, que mais obstrui projetos ruins e que mais apresenta alternativas concretas de corte de gastos em vez de aumento de impostos.
Enquanto o governo Lula e a maioria do Congresso ampliam a carga tributária e protegem a elite do funcionalismo, Gilson Marques age na direção oposta: menos Estado, mais liberdade e respeito ao dinheiro de quem produz.
É a materialização prática do que o NOVO defende em todo o Brasil.
O catarinense que trabalha e paga impostos tem, em Gilson Marques, um representante que não troca de lado. Que não se curva. Que escolheu ser o coveiro de projetos ruins. A reeleição de Gilson Marques é a continuidade dessa luta. Porque o Brasil Honesto precisa de parlamentares que não tenham medo de dizer não.
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