O segundo turno das eleições presidenciais, que ocorre neste domingo, coloca o eleitor diante de uma escolha muito simples:
Vamos deixar o país nas garras do PT por mais quatro anos? Vamos dar um quarto mandato para um político condenado e preso por corrupção, cujo projeto de país já estava ultrapassado em 1989, quando se candidatou pela primeira vez?
Sobram motivos para rejeitar a sétima candidatura de Lula ao Planalto. O brasileiro sabe muito bem como é um governo petista, visto que os vermelhos comandaram o país por quase 18 anos desde 2003.
Nesse tempo todo no poder, o PT não entregou nada além de estagnação, mentira e corrupção.
Onde o país teve sucesso, como no crescimento do agronegócio brasileiro, foi apesar do PT, que prefere o MST ao produtor rural.
Já os fracassos têm o nome e o sobrenome do partido, como a Nova Matriz Macroeconômica de Dilma Rousseff, que gerou a pior recessão da nossa história, e o Petrolão, o maior esquema de corrupção da nossa história.
Mas não se trata apenas de rejeitar o passado. O brasileiro rejeita ainda mais o futuro nefasto que a manutenção desse projeto de poder representa.
Nos últimos anos, assistimos à completa erosão da nossa jovem democracia provocada pela hipertrofia abusiva do Supremo Tribunal Federal. A Corte, cuja função é resguardar a lei e a justiça, se tornou um antro de abusos, arbitrariedades e escândalos de corrupção.
O povo não confia mais no STF, e o PT é o grande maestro desse desastre. Seis dos atuais dez ministros foram indicados pelo partido, e o tirânico Alexandre de Moraes revelou-se um dos grandes aliados de Lula no Supremo.
Reeleito, Lula poderá indicar mais quatro ministros, garantir o aparelhamento da Corte por décadas e consolidar o fim da República e a ascensão do Regime dos Intocáveis.
Do outro lado, Flávio Bolsonaro representa a chance de uma guinada em relação aos erros do petismo. Uma vitória de Flávio coloca em risco o regime dos intocáveis do STF, que tanto fizeram para “derrotar o bolsonarismo” e manter Lula no poder.
O brasileiro pode sonhar com uma esperada reforma no Judiciário, começando pelo inédito impeachment de ministros do STF.
Nos principais problemas que o país enfrenta, o plano de Flávio também aponta na direção correta na medida em que diverge de tudo em que o PT acredita.
Lula é leniente com o crime, considera o bandido a verdadeira vítima e defende penas mais brandas com direito a saidinha. Já Flávio acena com penas mais duras, redução da maioridade penal e tolerância zero com o crime organizado.
Lula torra dinheiro público sem nenhum critério, não acredita em responsabilidade fiscal e ainda manda a conta para a sociedade na forma de aumento de impostos. Já Flávio promete uma gestão mais técnica do gasto público, corte de privilégios e desperdícios, e redução da carga tributária.
Não é necessário concordar com tudo que um candidato diz ou defende. Mas é preciso ter responsabilidade e entender que a política não aceita o vazio.
Por isso, nós, do Partido Novo, apoiamos a candidatura à presidência de Flávio Bolsonaro assim que o segundo turno foi anunciado.
Esperamos agora que o eleitor brasileiro também tome essa decisão tão simples para eliminarmos de vez Lula e o PT da política brasileira.