13 motivos para não votar em Lula

A imagem mostra o presidente Lula e a frase “13 motivos para não votar em Lula”.
13 motivos para não votar no Lula: impostos recordes, censura sistemática, empresas fechando e fugindo do país, impunidade criminal e alianças com ditaduras. O PT já governou o Brasil por quase 16 anos e o resultado é esse. No dia 25 de outubro, o brasileiro decide se quer um futuro melhor: tirar o PT do poder é o primeiro passo para garantir isso (créditos: NOVO).
16 de outubro de 2026

Os motivos para não votar no PT neste 2º turno são inúmeros, mas neste artigo selecionamos 13 motivos para não votar em Lula: os principais motivos. O partido de Lula governa o Brasil há quase 18 anos e seus efeitos perversos são sentidos pelo brasileiro honesto. São 18 anos em que o Brasil parou no tempo, só avançando em autoritarismo e altos impostos, enquanto o resto do mundo se desenvolveu.

Confira abaixo os 13 principais motivos para não votar em Lula no dia 25 de outubro!

— 1º – Fortaleceu o autoritarismo do STF e pode piorar

— 2º – O brasileiro nunca pagou tanto imposto

— 3º – Censura de veículos e redes sociais

— 4º – Juros altos e endividamento do cidadão

— 5º – Empresas fechando e fugindo para o Paraguai

— 6º – Reforma tributária ruim e split payment

— 7º – A renda média aumentou muito pouco na era PT

— 8º – Partido dos Trabalhadores? Não, do assistencialismo

— 9º – Luxo de Lula e Janja e privilégios para a elite pública

— 10º – Postura mole com facções criminosas

— 11º – O PT é contra aumento de penas e fim de privilégios para criminosos

— 12º – Aliança com ditadores socialistas

— 13º – Lulinha e INSS, Petrolão e Mensalão

— O brasileiro honesto não aguenta mais quatro anos de Lula

Motivos para não votar em Lula – 1º — Fortaleceu o autoritarismo do STF e pode piorar

Lula é o presidente que mais indicou ministros na atual composição do Supremo Tribunal Federal. Quatro dos dez integrantes em atividade chegaram à Corte por sua indicação: Cármen Lúcia (2006), Dias Toffoli (2009), Cristiano Zanin (2023) e Flávio Dino (2024).

Essa influência já é significativa e se soma às duas indicações de Dilma Rousseff, criando um bloco ideológico alinhado ao projeto político do PT. O cenário futuro é ainda mais preocupante. O próximo presidente poderá indicar até quatro ministros.

Essa concentração de poder no STF já se manifesta em decisões absurdas e que extrapolam o papel do Supremo e revogam matérias aprovadas no legislativo após amplo debate, como no caso do IOF e do PL da Dosimetria.

O tribunal tem atuado de forma cada vez mais autoritária em temas políticos, tributários, eleitorais e de liberdade de expressão, muitas vezes com decisões monocráticas.

A possibilidade de Lula indicar mais quatro ministros aprofundaria ainda mais a ditadura do STF em que vivemos. Lula é o real risco à democracia nessas eleições.

Motivos para não votar no PT – 2º — O brasileiro nunca pagou tanto imposto

O governo Lula foi o que mais taxou o brasileiro na história, avançando com uma carga tributária que representava 30,3% do PIB em 2023 para 32,4% em 2025.

E quem paga a conta? Trabalhadores, empresas e consumidores.

É por isso que o Partido Novo votou e lutou contra todas as 39 medidas de aumento de impostos do governo Lula de 2023 a julho de 2026.

Ou seja, a gestão petista entregou um aumento tributário a cada 33 dias: já podem registrar esse marco no Guiness Book da miséria.

O Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT) calcula que o brasileiro comum trabalha, em média, 150 dias por ano apenas para pagar impostos. Na prática, 41,1% da renda do cidadão é queimada tributos.

Mesmo com arrecadação recorde, o brasileiro enfrenta infraestrutura precária, saúde e educação de baixa qualidade e segurança pública péssima.

Com déficits e endividamento crescente, a única solução, na visão torta do governo, é extrair mais do setor privado e do trabalhador, em vez de cortar gastos e aumentar a eficiência do setor público.

Motivos para não votar em Lula – 3º — Censura de veículos e redes sociais

Mesmo antes de Lula assumir o governo em 2023, o judiciário trabalhou de forma totalmente parcial em favor do petista. Isso ficou evidente nas eleições de 2022, com o TSE censurando Gazeta do Povo, Antagonista/Crusoé e Jovem Pan de forma ilegal.

O TSE ordenou à Gazeta do Povo a remoção de reportagens e posts que ligavam Lula ao ditador da Nicarágua, Daniel Ortega, um aliado público do petista há décadas.

O Antagonista/Crusoé sofreu censura em 2022 quando publicou áudio do líder do PCC, Marcola, pedindo que os faccionados votassem em Lula.

A Jovem Pan teve notícias removidas pelo TSE e, em 2023, o MPF pediu a cassação de suas concessões e multa de R$ 13,4 milhões. O motivo? Publicações como “Lula é o mais votado em presídios”, que apenas registram um fato notório.

A Revista Oeste teve seu canal no YouTube desmonetizado em 2023 por “conteúdo nocivo”.

Em 2024, mensagens vazadas de assessores de Alexandre de Moraes revelaram que o ministro atuava simultaneamente como investigador, acusador e julgador: ilegalidade evidente.

E mais, nas mensagens, um dos juízes auxiliares de Moraes orientava um assessor com “use sua criatividade” para fundamentar a censura à Revista.

O caso mais extremo, porém, foi o do X (antigo Twitter).

Em 2024, após a publicação do Twitter Files Brazil, que revelou ordens judiciais sigilosas de remoção de perfis críticos na plataforma, Moraes suspendeu a rede social no Brasil por 39 dias.

No governo Lula, a liberdade de expressão no Brasil passou a existir apenas nos limites tolerados pelos seus aliados no judiciário.

O NOVO lutou contra todos esses abusos do STF: acumulamos mais de 100 ações contra os desmandos da Corte desde 2019. A justiça deve ser igual para todos e o partido irá até às últimas consequências para garantir isso.

Motivos para não votar no PT – 4º — Juros altos e endividamento do cidadão

A gastança do governo Lula levaram a taxa SELIC ao recorde de 14% em 2025, com o juro real de 9% ou mais. Durante a gestão Bolsonaro, a média ponderada da SELIC ficou em 6,8%. Já neste mandato de Lula, o indicador foi quase o dobro: 12.5%.

Quem sofre com isso na pele são as famílias endividadas, o empreendedor sem crédito e o cidadão comum.

Mas o que causa o aumento dos juros? Principalmente, um Estado que mais gasta do que arrecada.

O governo Lula gasta muito mais do que arrecada e, para cobrir esse rombo, emite uma dívida cada vez mais cara. Isso fez com que, em agosto de 2026, a dívida pública atingisse impressionantes 82,9% do PIB (o pior patamar em mais de cinco anos).

Enquanto a gastança desenfreada de Lula empurra a conta para o Banco Central e culpa a autonomia do BC, a população afunda: 81,7% das famílias brasileiras estão atoladas em dívidas e a inadimplência beira os 30%.

O brasileiro paga duas vezes: primeiro na alta dos impostos para sustentar o Estado inchado, e depois no crédito inacessível que trava o consumo e destrói empregos.

Motivos para não votar em Lula – 5º — Empresas fechando e fugindo para o Paraguai

O ambiente de negócios brasileiro deteriorou-se de forma clara a partir de 2023.

Nos três primeiros anos do governo Bolsonaro (2019-2021), o país registrou 3.457 pedidos de recuperação judicial. Nos três primeiros anos do governo Lula (2023-2025), esse número saltou para 6.144: quase o dobro.

O mesmo padrão se repete no fechamento formal de empresas: 3,63 milhões de CNPJs fechados entre 2019 e 2021 (mesmo com dois anos de pandemia) contra 7,39 milhões nos três primeiros anos de Lula.

Esse quadro de estresse financeiro coincide com a aceleração da migração de empresas brasileiras para o Paraguai. Mais de 220 companhias já operam no país vizinho.

A Lupo, por exemplo, investiu R$ 30 milhões em uma fábrica em Ciudad del Este, declarando que a operação custa 28% menos do que no Brasil.

O atrativo do Paraguai é o modelo “10-10-10” (alíquota máxima de 10% para Imposto de Renda de pessoas físicas e jurídicas e IVA) e, no regime de maquila, cobrança de apenas 1% sobre o valor agregado, com isenção sobre dividendos e importação de máquinas.

Não há FGTS, PIS/Pasep, contribuição ao Sistema S nem adicional de 1/3 de férias. O custo trabalhista e tributário é drasticamente inferior ao brasileiro.

O Paraguai cresceu 6,6% em 2025, contra cerca de 2,3% do Brasil, conquistou investimentos, geração de emprego e maior arrecadação.

Brasileiros lideram os pedidos de residência no país vizinho. A migração não é apenas um fenômeno pontual: é um sintoma claro de que o ambiente de negócios brasileiro se tornou hostil a quem produz.

Motivos para não votar no PT – 6º — Reforma tributária ruim e split payment

A reforma tributária de Lula cria um IVA com alíquota estimada em torno de 28%, uma das mais altas do mundo.

O desenho final da reforma é repleto de exceções, regimes diferenciados e mecanismos que aumentam a complexidade operacional.

O pior ponto é o split payment, sistema de separação automática do imposto no momento do pagamento da operação.

No modelo atual, as empresas recebem o valor integral da venda e recolhem o tributo depois, mantendo o recurso no caixa por 30 a 90 dias.

Com o split payment, a parcela do imposto é destacada e transferida automaticamente no ato do pagamento, drenando capital de giro.

Isso forçará empresas, especialmente as menores, a recorrerem mais ao crédito bancário em um ambiente de juros elevados (SELIC a 13,75%). O mecanismo também gera risco de judicialização e dificuldades de conciliação de créditos.

Por outro lado, Flávio Bolsonaro e a grande maioria dos empreendedores defendem a extinção do split payment, argumentando que ele “asfixia o capital de giro do pequeno”.

Motivos para não votar em Lula – 7º — A renda média aumentou muito pouco na era PT

Entre 2002 e 2025, mais de 14 países que possuíam uma renda por habitante inferior à do Brasil passaram à frente do país. Nações como Polônia, Romênia e Turquia são alguns exemplos que passaram na nossa frente.

Enquanto o PIB per capita real brasileiro avançou entre 35-40% nesses 23 anos, a média mundial cresceu entre 67-95%.

E quando analisamos outras economias emergentes, a diferença é ainda mais gritante. Ou  seja, essas nações cresceram cerca de 3x mais em renda per capita real do que o Brasil.

Outro problema é que as dívidas das famílias cresceram ainda mais rápido: o valor médio devido por inadimplentes saltou de R$ 3.820 em 2021 para R$ 7.050 em 2026.

Ou seja, mesmo com a recuperação recente da renda do trabalho, o endividamento e o custo de vida corroeram o poder de compra efetivo.

As narrativas do PT de transferências de renda e reajustes do salário mínimo elevam a renda no curto prazo, mas não geram o salto de produtividade necessário para que o brasileiro de fato enriqueça ao longo do tempo.

Motivos para não votar no PT – 8º — Partido dos Trabalhadores? Não, do assistencialismo

O Bolsa Família se consolidou como o principal instrumento de política social do governo Lula, consumindo cerca de 1,14% do PIB.

Às vésperas do 2º turno, o presidente anunciou reajuste de 15% no benefício, com custo extra de R$ 5,8 bilhões em 2026 e R$ 22 bilhões em 2027.

A prioridade dada às transferências de renda, em detrimento de reformas estruturais de educação, produtividade e formalização, demonstra o caráter oportunista do projeto.

A assistência social tem que existir sim, mas deve servir para tirar as pessoas da pobreza. Porém, o que vemos é que a era PT construiu uma geração de pessoas que permanecem indefinidamente no Bolsa Família.

O excesso de foco em transferências, financiadas com dívida e impostos, perpetua um ciclo de clientelismo eleitoral e desestimula a busca por soluções de mercado e de capital humano.

O PT deixou de ser prioritariamente o partido dos trabalhadores formais para se tornar o partido de quem vive de assistencialismo.

Motivos para não votar em Lula – 9º — Gastança com mordomias de Lula e Janja e privilégios para a elite pública

O terceiro mandato de Lula caminha para se tornar o mais caro da história da presidência no uso de cartões corporativos.

Até abril de 2025, os gastos somaram R$ 55,5 milhões até julho de 2026, conforme dados do Tribunal de Contas da União.

Mantido o ritmo médio de aproximadamente R$ 2 milhões por mês, a gestão Lula 3 deve encerrar com o maior volume de gastos desde a criação do cartão corporativo.

Esse ritmo acelerado ocorre em paralelo a uma série de gastos ostensivos: viagens oficiais com comitivas de dezenas ou mais de 100, estadias em hotéis de luxo, reforma completa do mobiliário do Palácio da Alvorada.

Paralelamente, o PT nunca fala em cortar privilégios e supersalários (aqueles acima do teto constitucional de R$ 46 mil) da elite do funcionalismo público. Aliás, é comum magistrados que recebem mais de R$ 1 milhão líquidos em um mês e, mesmo assim, pedem reajustes.

Segundo o pesquisador Sergio Guedes-Reis, da Universidade da Califórnia, 80% dos juízes brasileiros recebem acima do teto de R$ 46 mil.

Enquanto isso, 63 milhões de brasileiros (1/3 do país) sobrevivem com menos de R$ 500 mensais, de acordo com a FGV.

Curiosamente, a alta burocracia concentra muito mais apoiadores de Lula do que a massa dos servidores públicos. Isso fica ainda mais claro em relação à população geral.

Por outro lado, Flávio Bolsonaro aderiu à pauta histórica do NOVO, partido com mais ações contra remunerações acima de 46 mil, para extinguir todos os supersalários na gestão pública.

O “pai dos pobres” e Janja, junto com a elite do funcionalismo vivem uma vida de alto padrão. Enquanto isso, o brasileiro comum sofre para sobreviver.

Motivos para não votar no PT – 10º — Postura mole com facções criminosas

O governo Lula tremeu na base na hora de classificar facções criminosas como grupos terroristas.

Quando o Congresso trabalhou para enquadrar grupos como PCC, Comando Vermelho e milícias dessa forma, os parlamentares do PT lutaram contra a e conseguiram retirar a classificação do PL Antifacção.

Em contraponto, Flávio Bolsonaro e o Partido Novo defendem estão alinhados com países da Europa e os EUA, que já veem o CV e o PCC como grupos de terror.

Lula usa a falácia da “ameaça à soberania” para defender que não podemos fazer o mesmo.

Que soberania é essa em que de 13% a 28% de toda a população brasileira vive em territórios controlados por facções criminosas?

São, no mínimo, 28 milhões de brasileiros vivendo sob a ditadura do crime: onde a lei que vigora é aquela que o traficante determina, onde o morador precisa pagar “serviços” da facção para não ser morto, onde o pai e a mãe de família temem que sua filha seja estuprada pelo chefe do tráfico.

Isso é soberania? 

Motivos para não votar em Lula – 11º — Sempre foi contra aumento de penas e fim de privilégios para criminosos

Analisando o mandato Lula III, o governo federal e as bancadas de partidos de esquerda, especialmente o PT e o PSOL, atuaram de forma sistemática contra qualquer endurecimento penal.

Vetaram e orientaram votos contrários ao fim das saidinhas em 2024.

Na Câmara, 92% da bancada petista votou contra o aumento de penas e o endurecimento dos requisitos de progressão de regime para crimes hediondos (estupro, feminicídio, homicídio qualificado e latrocínio), que exigiria o cumprimento de pelo menos 80% da pena em regime fechado.

O governo e seus aliados também trabalharam para rejeitar propostas que acabavam com a obrigatoriedade de audiências de custódia para reincidentes e presos em flagrante.

Parlamentares de esquerda e o próprio executivo se opuseram à exigência universal de tornozeleira eletrônica e de exames criminológicos obrigatórios como condição para qualquer liberação do semiaberto.

O resultado é um país em que o bandido perdeu o medo e o cidadão perdeu a paz.

A defesa de penas brandas, a progressão facilitada e a liberação precoce de criminosos contumazes não são sinais de civilização. São incentivos objetivos à reincidência.

Enquanto o sistema continuar priorizando o conforto do agressor em detrimento da proteção da vítima, e enquanto o governo e sua base parlamentar bloquearam as mudanças necessárias, a violência seguirá sendo a regra, e a impunidade, a norma.

Motivos para não votar no PT – 12º — Aliança com ditadores socialistas

Lula mantém há décadas o apoio político e diplomático a ditaduras de esquerda na América Latina, especialmente Cuba, Nicarágua e a Venezuela, que até pouco tempo era governada por Nicolás Maduro.

A parceria com a Venezuela começou ainda no primeiro mandato. Em 2005, Brasil e Venezuela assinaram acordo para a construção da refinaria Abreu e Lima.

Em 2007, Lula chamou Hugo Chávez de “parceiro” do Brasil. Quando questionado pela BBC sobre a cassação da licença da RCTV, principal canal privado venezuelano, o presidente brasileiro classificou o episódio como “questão legal interna”.

Lula reconheceu publicamente, em 2005, que a articulação do Foro de São Paulo foi decisiva para a vitória de Chávez no referendo de 2004.

Com a morte de Chávez, em 2013, Nicolás Maduro assumiu o poder em eleição marcada por denúncias de fraude, aumentou imensamente a miséria e o autoritarismo no país.

Durante todos esses anos e até mesmo na eleição comprovadamente fraudada de 2024, o PT manifestou apoio ao regime madurista.

Desde que Maduro assumiu, relatórios internacionais apontam crimes contra a humanidade. A ONU documentou mais de 9 mil execuções sumárias pelas forças de segurança e o êxodo de mais de quatro milhões de venezuelanos.

O custo para o Brasil não foi apenas diplomático. O BNDES financiou obras de infraestrutura na Venezuela com recursos que chegaram a US$ 1,5 bilhão. Cerca de R$ 722 milhões nunca foram pagos de volta ao Brasil.

A dívida foi coberta pelo Fundo de Garantia à Exportação, ou seja, pelo contribuinte brasileiro. Construtoras envolvidas, como Odebrecht, Andrade Gutierrez e Camargo Corrêa, depois se tornariam alvos da Lava Jato.

A política externa baseada em afinidade ideológica com ditaduras socialistas não fortaleceu o Brasil. Ela o isolou dos princípios que deveria defender.

Motivos para não votar em Lula – 13º — Lulinha e INSS, Petrolão e Mensalão

A história política de Lula e do PT é marcada por uma sequência de escândalos de corrupção desde o primeiro mandato Lula até hoje.

O primeiro grande abalo foi o Mensalão, descoberto em 2005, que consistia no pagamento mensal de propinas a parlamentares aliados em troca de apoio político ao governo.

24 pessoas foram condenadas, entre elas José Dirceu, José Genoíno, Delúbio Soares e o publicitário Marcos Valério, operador financeiro: todos ligados ao PT.

O segundo grande ciclo foi o Petrolão, revelado pela Operação Lava Jato a partir de 2014.

O esquema de desvios de recursos e pagamento de propinas em contratos da Petrobras envolveu empreiteiras, partidos e políticos de diferentes legendas, com o PT no centro da distribuição de cargos e recursos.

Lula foi condenado em 1ª e 2ª instâncias por corrupção passiva e lavagem de dinheiro nos casos do tríplex do Guarujá e do sítio de Atibaia. Cumpriu 580 dias de prisão.

As condenações foram anuladas pelo STF em 2021 por questões processuais (competência da justiça de Curitiba e parcialidade de Sergio Moro), e não por absolvição de mérito.

Ou seja, o Supremo não declarou que os fatos não ocorreram; apenas que o julgamento deveria ter ocorrido em outro lugar e com outro magistrado.

Em Lula III, o padrão se repete com o Escândalo do INSS, um esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões estimado em R$ 6,3 bilhões, especialmente a partir de 2023.

Antônio Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, é apontado como um dos principais operadores do Escândalo.

Uma testemunha-chave, Edson Claro, relatou à PF que Lulinha teria recebido uma “mesada” de cerca de R$ 300 mil do Careca do INSS e uma comissão de R$ 25 milhões relacionada a um contrato de testes rápidos no Ministério da Saúde.

O brasileiro honesto não aguenta mais quatro anos de Lula

Os 13 motivos listados acima para não votar em Lula não são uma questão de opinião.

São fatos documentados: impostos recordes, empresas fechando e fugindo, censura judicial, alianças com ditaduras, impunidade criminal, mordomias no topo do poder e um padrão histórico de corrupção que se repete desde o Mensalão até o escândalo do INSS.

O PT governa o Brasil há quase 18 anos desde 2003.

Nesse período, o país avançou em autoritarismo, carga tributária e corrupção. Ficou para trás em produtividade, segurança jurídica e liberdade.

Enquanto o mundo se moveu, o Brasil ficou preso a um modelo que premia os amigos do governo e pune quem produz.

No dia 25 de outubro, a escolha é clara. Continuar com Lula significa aprofundar o mesmo ciclo: mais impostos, mais censura, mais privilégios para a elite pública e mais impunidade para quem comete crimes.

Virar a página significa exigir responsabilidade fiscal, liberdade de expressão, segurança pública e um Estado que sirva ao cidadão, e não o contrário.

O brasileiro honesto já pagou demais por esse projeto. Está na hora de cravar o 22 nas urnas!

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