Na esquerda, Maduro preso pelos EUA. Na direita, o povo venezuelano comemorando.

Prisão de Maduro Traz Aguardada Esperança para o Povo Venezuelano 

06 de janeiro de 2026

A queda do ditador, homicida e narcotraficante Nicolás Maduro traz, enfim, um pouco de alento ao povo venezuelano, maltratado há décadas por um regime que aposta na perseguição política, na corrupção, na extrema pobreza, na ideologia esquerdista e na violência para se manter no poder. Mas nem Hugo Chávez nem Maduro teriam ficado tanto tempo impunes se não fosse pelo apoio de aliados estratégicos, especialmente de Lula e seus amigos petistas.

As estatísticas sobre a economia e a sociedade venezuelana sob o chavismo são reveladoras e chocantes. 9 em cada 10 venezuelanos são pobres e 7 em cada 10 são extremamente pobres. São comuns cenas de gente procurando comida no lixo. A inflação chegou a mais de cem mil por cento anuais, deteriorando o poder de compra das pessoas. Por todo o país, filas intermináveis para conseguir alimento e mercados desabastecidos de produtos básicos. A economia encolheu mais de 60% entre 2013 e 2023. Não por acaso, milhões de venezuelanos fugiram do país. 8 milhões de pessoas deixaram sua terra natal em busca de sobrevivência, abandonando sonhos, familiares e bens pessoais. Trata-se da maior crise migratória da história das Américas. Aos que ousaram ficar ou não conseguiram fugir, Maduro entregou miséria e violência. Caracas, a capital, é um dos lugares mais inseguros do mundo, dominado por gangues e milicianos chavistas.

Para se manter no poder em meio ao absoluto caos social, Maduro adotou diversas estratégias. Primeiro, o total aparelhamento do estado venezuelano. Legislativo, Executivo e Judiciário são todos dominados por partidários do regime. As eleições são fraudadas, como já comprovado diversas vezes por analistas internacionais. Maduro organizou milícias armadas, sobretudo em torno da capital, para oprimir, agredir e assassinar opositores do regime. A violência é de tal monta que o verdadeiro vencedor das últimas eleições presidenciais precisou fugir do país. A líder de oposição, Maria Corina Machado, vencedora do Nobel da Paz por sua luta contra a ditadura, foi sequestrada pelo chavismo durante um protesto em que denunciava a fraude na votação.

Como todo ditador calhorda, Maduro abusou da retórica anti-imperialista, que só serve para mascarar a brutal incapacidade do modelo econômico socialista. Sua postura hipócrita pode ser bem resumida com a frase de Roberto Campos, quando disse que “o doce exercício de xingar os americanos em nome do nacionalismo nos exime de pesquisar as causas do subdesenvolvimento e permite a qualquer imbecil arrancar aplausos em comícios”. Aqueles que aplaudiam Maduro em comícios eram suas milícias organizadas com dinheiro do crime. Serviam para puxar o saco do agora prisioneiro e perseguir violentamente qualquer opositor do regime.

Mas o suporte interno nem sempre é suficiente para um ditador sanguinário. No exterior, Maduro e seu antecessor Hugo Chávez sempre contaram com o apoio entusiasmado de Lula, Dilma, do PT, do MST e de outros partidos e organizações de extrema-esquerda. Lula emprestou à Venezuela 1,5 bilhão de dólares para obras de infraestrutura. Chávez e Maduro nunca pagaram a conta. A inadimplência já custa mais de 10 bilhões de reais ao Brasil e não há qualquer expectativa de pagamento, sobretudo porque os petistas fazem vista grossa ao calote.

O apoio petista não é só financeiro. Lula e Dilma gravaram vídeos de apoio a Maduro ao longo da última década, influenciando diretamente em processos eleitorais fraudados do nosso vizinho. Em 2024, com o escândalo de mais um pleito fraudulento, Lula e Celso Amorim protagonizaram um dos episódios mais ridículos da história diplomática brasileira, ao tentarem mediar a apresentação de documentos que comprovariam a vitória de Maduro. Os documentos nunca apareceram e o caudilho venezuelano, em parceria com o petismo, fez o Brasil passar outra vergonha internacional.

A operação americana que prendeu e extraditou Maduro é um passo importante para colocar o socialismo bolivariano na lata de lixo da história. As críticas da extrema-esquerda, e dos inocentes úteis que alegam a suposta “ilegalidade” da operação, não devem ser levadas a sério. Não há violação de soberania onde o povo deixou de ser soberano e passou a ser refém. Aguardar os morosos e inócuos órgãos internacionais seria o mesmo que condenar os venezuelanos a décadas de ditadura, nos mesmos moldes do fracassado socialismo cubano.

A situação venezuelana é a experiência socialista em ação. Maduro conseguiu tal proeza mesmo sentado sobre a maior reserva petrolífera do mundo. Mas assim é o socialismo: é capaz de fazer faltar areia no deserto. Que estes regimes continuem caindo, um após o outro, e a liberdade prevaleça em todo o mundo.

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