Se alguém ainda tinha dúvida de que Lula quer seguir transformando o Supremo em um puxadinho do governo PT, a indicação de Jorge Messias ao STF deixa isso mais claro que a luz. Não se trata de um nome técnico e comprometido com o equilíbrio dos poderes, mas de mais um capacho do PT, com histórico amplo de censura em favor do governo e blindagem da corrupção petista. É por isso, que desde que os primeiros indicativos de Messias poderia ir ao STF, o NOVO marcou posição contra a indicação do serviçal petista.
Nosso senador, Eduardo Girão (CE), já anunciou que votará contra Messias na sabatina no Senado. Não é à toa que o Partido Novo se consolida como a legenda que mais faz oposição ao governo Lula, desde o início do mandato do descondenado em 2023.
Por isso, denunciamos o aparelhamento das instituições e atuamos com firmeza contra abusos do poder executivo e do judiciário. Inclusive, somos o Partido com mais ações contra os desmandos do STF (no contexto geral e também no Caso Master).
Para o NOVO, a indicação de Messias ao STF não é apenas inadequada: é mais um passo para consolidar o domínio petista e o autoritarismo do governo com o judiciário (o mesmo modelo que vimos, por exemplo, na Venezuela com ajuda do PT).
A seguir, destacamos os principais motivos para ser contra a indicação de Messias ao STF.
— 1º motivo para ser contra indicação de Messias no STF – Submissão ao PT: ajuda a Lula na Lava Jato
— 2º motivo para ser contra indicação de Messias no STF – Censura à críticos do PL da Misoginia
— 3º motivo para ser contra indicação de Messias no STF – Defesa dos privilégios ilegais da AGU
— 4º motivo para ser contra indicação de Messias no STF – Apoiador do ativismo judicial
— 5º motivo para ser contra indicação de Messias no STF – Omissão no escândalo do INSS
— Ações do NOVO contra os abusos da AGU sob Bessias
Antes de qualquer discurso técnico ou institucional, há um fato incontornável: Jorge Messias é conhecido nacionalmente como “Bessias”. E não por acaso.
O apelido surgiu durante a Operação Lava Jato, quando um áudio da ex-presidente Dilma revelou sua atuação como intermediário no envio de um termo de posse, como ministro da Casa Civil, que poderia garantir foro privilegiado a Lula.
Uma tentativa clara de blindagem contra a justiça. Foi o clássico “só usa em caso de necessidade”. E o “caso de necessidade”, curiosamente, era escapar da prisão.
Esse episódio, por si só, já seria suficiente para levantar sérias dúvidas sobre sua imparcialidade.
Mas vai além: Messias construiu toda sua trajetória como operador jurídico do PT, atuando em governos petistas, integrando grupos ideológicos (como o vergonhoso grupo de advogados anti-Lava Jato, “Prerrogativas”).
E o NOVO não ficou assistindo de camarote. Fomos protagonistas em:
— Denúncias públicas sobre o histórico de Messias como operador político;
— Atuação parlamentar para barrar indicações ideológicas ao STF, como Dino e Zanin;
— Mobilização institucional para exigir critérios técnicos e independência nas nomeações.
Seguindo essa linha de atuação, nosso pré-candidato à presidência, Romeu Zema, é presidenciável que mais combate os abusos do Supremo e apresenta medidas realistas e firmes para acabar com a pouca vergonha do STF.
Confira: “Propostas Zema: Novo STF para Acabar com a Farra dos Intocáveis”!
Se alguém achava que a atuação de Messias seria “discreta”, basta olhar para sua gestão na AGU (Advocacia-Geral da União). O que se vê é um esforço consistente para ampliar o controle estatal sobre o debate público.
A criação da soviética Procuradoria de Defesa da Democracia (PNDD), um verdadeiro “Ministério da Verdade”, já indica o caminho de repressão a qualquer crítico do governo Lula.
Um órgão com poder para definir o que é “verdade” e o que deve ser removido da internet. Parece roteiro de ficção distópica, mas é política pública do PT.
Quase todas as demandas atendidas pelo PNDD visam a censura de conteúdos críticos a Lula. Por outro lado, segundo levantamento da Gazeta do Povo de maio de 2025, a PNDD rejeitou todas as denúncias contra as diversas mentiras do governo. Coincidência?
Casos concretos não faltam:
— Notificações extrajudiciais para remover conteúdos críticos ao governo;
— Pressão sobre plataformas digitais com base em interpretações ilegais do STF;
— Pedido de investigação contra cidadãos por críticas sobre o PIX;
— Atuação para censurar debates sobre o PL da Misoginia;
— Processos contra produtores de conteúdo, como no caso da Brasil Paralelo.
E o NOVO reagiu:
— Representação no TCU contra a AGU por censura sem ordem judicial;
— Emenda para extinguir a “Procuradoria de Defesa da Democracia” (PNDD);
— Defesa firme em favor da liberdade de expressão no Congresso;
— Atuação contra bloqueios e restrições a plataformas digitais.
A pergunta é simples: alguém com o histórico de Jorge Messias vai trabalhar pelo que o Brasil quer, mais liberdade e menos abusos do STF, ou vai fortalecer a ditadura da toga?
Enquanto o brasileiro médio luta para pagar as contas, a elite do funcionalismo segue inovando, especialmente quando o assunto é driblar o teto constitucional de R$ 46 mil.
Sob a gestão de Messias, a AGU virou símbolo desse problema:
— Honorários que ultrapassam R$ 300 em apenas um mês;
— Pagamentos extras que somam bilhões ao ano;
— Benefícios como auxílio saúde para burlar o teto;
— Estruturas sem transparência na distribuição de recursos.
E o NOVO novamente entrou em campo:
— Protocolamos uma representação no TCU contra penduricalhos da AGU;
— Denunciamos publicamente os pagamentos irregulares;
— Apresentamos diversas propostas para acabar com os supersalários;
Enquanto isso, Messias sugere “recomendações” para moralizar o sistema, sem, curiosamente, qualquer iniciativa para cortar os próprios privilégios. Conveniente.
Confira: “NOVO É o Partido com Mais Ações Pelo Fim dos Supersalários”!
Se existe uma preocupação crescente no Brasil hoje, é o ativismo judicial: quando tribunais passam a legislar, interferindo diretamente nas decisões do Congresso. E aqui não há dúvida: Messias é defensor explícito desse modelo.
Em sua tese acadêmica, ele afirma que o ativismo judicial é parte da “institucionalidade brasileira”. Traduzindo: para ele, o STF deve continuar atuando como protagonista político.
Isso inclui ações evidentemente inconstitucionais, como:
— Interferência em políticas públicas;
— Revisão de decisões aprovadas pelo Congresso;
— Expansão do papel do judiciário sobre responsabilidades de outros poderes.
O NOVO segue na direção oposta:
— Defendemos a da separação clara e o equilíbrio entre os três poderes;
— Redigimos e articulamos projeto para limitar decisões monocráticas;
— Atuação contra o autoritarismo do STF;
— Apresentamos propostas para reformar o Supremo e acabar com a farra dos intocáveis.
Colocar no STF alguém que acredita que o próprio STF deve ter mais poder é reforçar o ciclo vicioso de autoritarismo, corrupção e imoralidade que vemos hoje na Corte.
Confira: “Censura do STF e do TSE: Confira os 8 Principais Casos desde 2019”!
O escândalo do INSS, que custou mais de R$ 6 bilhões roubados de aposentados de baixa renda, e suas complicações também são culpa de Jorge Messias.
Documentos internos da AGU mostram que Messias mandou suspender processos contra os descontos ilegais. Atos da Advocacia-Geral determinaram que procuradores federais pedissem a paralisação dos processos e buscassem afastar a responsabilidade do INSS.
O NOVO, por outro lado, atuou intensamente em defesa dos aposentados, com:
— Requerimentos de informação à AGU sobre fraudes no INSS;
— Ação no TCU para investigar omissão do governo;
— Atuação firme na CPMI do INSS;
— Denúncia de tentativa de “abafa” político;
— Propostas legislativas para proteger beneficiários;
— Projetos para responsabilizar o Estado por falhas no caso.
Além disso, em abril de 2026, a bancada do NOVO protocolou uma representação no TCU contra a AGU e o Ministério da Justiça por omissão no escândalo.
O governo Lula, que tem proximidade curiosa com criminosos do roubo do INSS, foi inerte em rastrear e recuperar ativos enviados ao exterior pelos envolvidos no esquema, focando apenas em bloqueios internos.
Mesmo com uma bancada reduzida, o NOVO consolidou-se como a única voz técnica e incansável contra o sistema dos intocáveis do STF/governo Lula, que tentou enterrar o maior roubo da história contra os aposentados brasileiros.
Na CPMI do INSS, o Partido desmascarou um esquema de corrupção sistêmica que desviou bilhões para entidades aliadas ao governo PT. Nossa atuação foi implacável:
— Marcel van Hattem (RS) expôs o “imposto sindical disfarçado” e provou que as falhas de segurança eram omissões políticas deliberadas;
— Adriana Ventura (SP) dissecou o caminho do dinheiro, revelando o enriquecimento súbito de associações às custas dos idosos;
— Eduardo Girão (CE) lutou incansavelmente pela prorrogação da CPMI e enfrentou as blindagens judiciais para impedir quebras de sigilo;
— Luiz Lima (RJ) conectou o trabalho parlamentar às prisões da Polícia Federal, expondo o enriquecimento ilícito de servidores do alto escalão.
Se a AGU não agiu com firmeza em um escândalo tão grave, como será sua atuação em um cargo ainda mais poderoso?
Confira: “Cassação de Erika Hilton: NOVO Ajuíza Ação Contra Deputada Autoritária”!
O NOVO não fica só na crítica. O NOVO age. Confira algumas das nossas principais iniciativas contra os abusos da AGU sob Messias:
— Representação no TCU contra censura em redes sociais;
— Emenda para extinguir o Ministério da Verdade;
— Atuação contra censura a críticos da tentativa de monitorar o PIX;
— Ação na justiça contra remoção de conteúdos contra o PL da Misoginia;
— Reação contra o processo abusivo contra a Brasil Paralelo;
— Representação contra privilégios e penduricalhos da AGU;
— Fiscalização sobre a atuação da instituição na fraude do INSS;
— Protagonismo na CPMI do INSS para investigar e punir os culpados;
— Pacote anti Fraude do INSS para responsabilizar governo e evitar novos escândalos;
— Propostas contra censura do aparato governista (incluindo AGU) sobre redes sociais.
A sabatina de Messias é um teste para o Senado e para o Brasil. De um lado, temos o NOVO no time que luta para frear o autoritarismo do conchavo PT/STF. Do outro, a consolidação de um modelo corrupto onde a lealdade aos intocáveis fala mais alto do que a justiça. O NOVO está fazendo sua parte contra a indicação de Messias para o STF, porque nossa missão é a mais nobre de todas. A nossa missão é defender o brasileiro honesto contra o sistema dos intocáveis.