Conheça Cláudia Rodrigues, Pré-candidata a Deputada Federal pelo NOVO

Na capa da matéria sobre Cláudia Rodrigues, pré-candidata a deputada federal pelo NOVO, Cláudia aparece ao lado da frase “NOVO entrevista: Cláudia Rodrigues”.
Cláudia Rodrigues nunca se imaginou na política, mas quando os abusos do STF atingiram sua família, entrar para a política passou a ser uma questão de necessidade para buscar justiça.
05 de abril de 2026

Imagine ser condenado a 14 anos de prisão e a pagar R$ 50 mil em multa pelos suposto crime de golpe de Estado simplesmente por ter pichado uma estátua com a frase “Perdeu, mané”. Essa é a história de Débora Rodrigues, a “Débora do Batom”, irmã de Cláudia Rodrigues, que agora é pré-candidata a deputada federal por São Paulo pelo NOVO. Enquanto Débora é tratada como uma criminosa altamente perigosa, homicidas e corruptos passam menos de 10 anos na cadeia. Essa é a justiça brasileira atual.

Por conta da situação desesperadora pelo qual a sua família passa, Cláudia tornou-se comentarista política e é referência na luta contra os abusos do STF, tanto na repressão desproporcional às manifestações do 8 de janeiro, quanto no escândalo do INSS e no Caso Master.

Cláudia destaca que entrar na política não foi uma jornada natural. Foi uma decisão de lutar em busca de justiça:

“Eu nunca tinha pensado em fazer parte da política. Porém, os rumos que o Brasil vem tomando e, principalmente, a prisão da Débora e as consequências disso para nossa família fizeram eu entrar para a política como parte da minha luta por justiça”.

Você concorda que reformar o STF e combater os abusos do Supremo é uma prioridade para o avanço do Brasil? Então, você já tem quem pode te representar no Congresso: Cláudia Rodrigues, pré-candidata a deputada federal por São Paulo.

Leia a entrevista completa que fizemos com Débora e confira sua trajetória, entrada na política e suas propostas para conter os abusos do STF!

— Cláudia Rodrigues para deputada federal por São Paulo: trajetória pessoal e familiar

— Cláudia Rodrigues para deputada federal por São Paulo: entrada na política

— Cláudia Rodrigues para deputada federal por São Paulo: ativismo, liberdade e justiça

— Cláudia Rodrigues pré-candidata por São Paulo: bandeiras na política

— Cláudia Rodrigues pré-candidata por São Paulo: visão de futuro e legado

Cláudia Rodrigues, pré-candidata a deputada federal por São Paulo: trajetória pessoal e familiar

Cláudia, você é técnica de enfermagem e trabalha na área da saúde. Como foi o caminho até se tornar uma voz ativa nas redes sociais e agora pré-candidata a deputada federal?

Escolhi a enfermagem como profissão por ter um olhar voltado ao cuidado com o próximo e por gostar do contato direto com as pessoas. Nunca havia pensado, de forma prática, em fazer parte do meio político.

Porém, diante da preocupação com os rumos que o Brasil vem tomando e, principalmente, após situações que atingiram diretamente a minha família, em especial a prisão da minha irmã, Débora, essa realidade passou a fazer parte de minha trajetória de forma orgânica.

A história da sua irmã Débora Rodrigues, conhecida como “Débora do Batom”, marcou profundamente a sua família e muitos brasileiros. Como esse episódio transformou a sua própria vida e visão sobre justiça e liberdade no Brasil? Vocês eram próximas?

Sempre fomos muito próximas, com um vínculo forte de irmãs que compartilham a vida, as dificuldades e os sonhos (até brinco que ela é minha versão melhorada).

Ver tudo o que ela enfrentou impactou diretamente a minha vida, trazendo uma dor profunda, mas também um despertar. Passei a refletir de forma mais intensa sobre justiça, liberdade e sobre os caminhos que o nosso país tem seguido.

Essa experiência mudou completamente a minha visão de mundo. O que antes parecia distante, hoje é algo que me toca de forma pessoal e direta. Diante disso, senti que não poderia permanecer indiferente.

Foi esse conjunto de sentimentos, indignação, preocupação e senso de responsabilidade, que me impulsionou a considerar a entrada na vida política como uma forma de lutar por aquilo que acredito ser justo e necessário para o Brasil.

Como você equilibra a rotina de enfermeira, mãe de família e agora figura pública defendendo causas como a anistia e a liberdade de expressão?

É uma missão que abracei com muita responsabilidade.

A enfermagem sempre fez parte da minha essência, pelo cuidado com o próximo. Já dentro de casa, meu papel como mãe continua sendo prioridade, buscando estar presente e dar suporte aos meus filhos. Ao mesmo tempo, entendi que não poderia me omitir diante de tudo o que vivi e do que acredito.

Com a entrada na política, passei a organizar melhor o meu tempo, estabelecer prioridades e contar também com o apoio da minha família.

Não é uma tarefa fácil, mas quando se tem um propósito claro, tudo faz sentido. Hoje, vejo essa atuação como uma extensão do cuidado que sempre tive com as pessoas, agora, em uma dimensão maior, buscando contribuir com a sociedade como um todo.

Clique aqui e acompanhe Débora Rodrigues, pré-candidata a deputada federal por SP, no Instagram!

Como foi ter que assumir parte da responsabilidade de criar os filhos da Débora? Qual o maior sofrimento que você e sua família passaram até Débora ir para prisão domiciliar?

Os filhos da minha irmã sempre tiveram o pai, Nilton César, como principal responsável.

Mas houve muita entrega da minha parte, caminhando ao lado deles em diversas áreas da vida, no apoio emocional, espiritual, nos estudos e na convivência social.

Foi um período desafiador para toda a família, e o maior sofrimento, sem dúvida, foi lidar com a ausência da mãe deles e tudo o que isso representou para as crianças.

Cláudia Rodrigues, pré-candidata a deputada federal por São Paulo: entrada na política e filiação ao NOVO

O que a levou a se filiar ao Partido Novo? Quais valores do NOVO mais se conectam com a sua trajetória, seus valores e com as lutas que você defende nas redes? O que mudou na sua percepção da política brasileira desde que você entrou para esse campo? Como era a visão da Cláudia sobre o tema antes do 8 de janeiro e como é hoje?

Me filiei ao Partido Novo por me identificar com valores como a defesa das liberdades individuais, responsabilidade, transparência e uma política mais ética.

Esses princípios estão alinhados com a minha trajetória e com as causas que passei a defender publicamente, especialmente a liberdade de expressão, religiosa e a busca por justiça.

Sempre fui uma pessoa informada e atenta à política, mas os acontecimentos de 8 de janeiro, especialmente pelo impacto direto na minha família, trouxeram uma nova dimensão para essa percepção.

Passei a enxergar a política de forma ainda mais presente e urgente, o que me levou a deixar de apenas acompanhar para me posicionar e atuar de forma mais ativa.

Confira: “Filiação Partido Novo: 9 Motivos para Fazer Parte desse Time pelo Brasil”!

Você atua como comentarista política no Instagram há alguns meses. O que motivou essa transição de defensora familiar para uma atuação mais ampla na defesa de ideias de direita? 

Hoje, entendo que falar sobre política é vital e influencia diretamente a nossa sociedade, essa transição aconteceu de forma espontânea, à medida que fui me aprofundando nos temas e entendendo que não se tratava apenas de uma causa pessoal, mas de princípios mais amplos, que se conectam com o que acredito.

Hoje, vejo essa atuação como um compromisso e um primeiro passo para a mudança do país.

Inicialmente, a Débora ficou detida no Presídio de Tremembé, o mesmo em que homicidas como Suzane Von Richthofen e Elize Matsunaga ficaram. Elise, inclusive, foi liberada depois de 10 anos de prisão, enquanto Débora foi condenada a 14 anos. O que você acha que essas situações representam para a situação da justiça brasileira?

Inicialmente, o sentimento foi de muita dor, indignação e incredulidade. Ver alguém da minha família passando por isso, enquanto tantos crimes graves parecem não ter a mesma resposta, mexe profundamente com a nossa confiança na justiça.

Situações como a da minha irmã, que ficou no Presídio de Tremembé ao lado de pessoas condenadas por crimes graves e recebeu uma pena desproporcional, evidenciam distorções gravíssimas no sistema de justiça.

Isso me fez refletir ainda mais sobre a necessidade de um sistema mais equilibrado, onde a lei seja aplicada com justiça e proporcionalidade para todos.

Não dá para achar normal que quem comete crimes graves e violentos receba uma pena maior do que quem se manifesta politicamente escrevendo numa estátua com um batom. 

Como a prisão da Débora, condenada a 14 anos de prisão (inicialmente sendo maior parte desse período em regime fechado), impactou emocionalmente a você e a sua família?

A prisão da minha irmã, impactou profundamente toda a nossa família. Foi um momento de muita dor, angústia e sensação de impotência.

Além do abalo emocional, houve também um impacto direto na nossa estrutura familiar, exigindo força, união e resiliência para enfrentar essa situação.

É algo que marca não só a minha vida, mas a de todos ao nosso redor, e que reforçou ainda mais o meu senso de responsabilidade em buscar justiça.

Cláudia Rodrigues, pré-candidata a deputada federal por São Paulo: ativismo, liberdade e justiça

Como é para você, ver que o mesmo ministro que mandou prender sua irmã está envolvido no Caso Master, em um dos maiores escândalos de corrupção da história do nosso país? 

É algo que gera profunda indignação e um sentimento de insegurança em relação às instituições. Quando vemos decisões tão duras de um lado e, ao mesmo tempo, surgem questionamentos sobre a conduta de quem as toma, isso abala a confiança da população.

A justiça precisa transmitir segurança e imparcialidade, independente de quem esteja no banco dos réus. Todos devem ser tratados de forma justa e igual perante a lei.

Confira: “Caso Master e STF: NOVO É o Partido com Mais Ações Contra Abusos do Supremo”!

O que você acha que deveria mudar na justiça e especialmente no STF para que ninguém mais sofra a mesma injustiça e perseguição que sua irmã sofreu? 

Eu acredito que precisamos avançar para um modelo de justiça mais técnico e imparcial. 

Defendo que os ministros do STF sejam escolhidos entre juízes de carreira, com experiência comprovada, e não por indicação política, justamente para garantir mais independência nas decisões.

Também acredito que deveria haver um prazo determinado para o exercício da função, como um mandato de quatro a oito anos.

Acima de tudo, é essencial que haja respeito absoluto à Constituição, com decisões equilibradas e imparciais, para que todos os brasileiros possam confiar verdadeiramente na justiça.

Qual o caminho que você vê para que nossa justiça comece a funcionar e para que ministros do STF sejam punidos por seus crimes? 

Eu acredito que o primeiro passo é reforçar que ninguém está acima da lei, nem mesmo ministros do STF.

A Constituição precisa ser o limite máximo, e qualquer conduta que fuja disso deve ser apurada com seriedade, garantindo que, se houver irregularidades, sejam julgadas dentro da lei, como acontece com qualquer cidadão.

A justiça precisa transmitir confiança à população, e isso só é possível quando há clareza, responsabilidade e respeito às regras que valem para todos.

Confira: “Candidatos a Senador Apoiem o Impeachment de Ministros do STF: a Exigência Fundamental do NOVO”!

Como você enxerga o equilíbrio entre liberdade de expressão e responsabilidade em atos públicos, especialmente após eventos como os do 8 de janeiro?

Eu vejo a liberdade de expressão como algo essencial, um direito que precisa ser protegido, porque sem isso as pessoas perdem a voz.

Ao mesmo tempo, entendo que existe responsabilidade nos atos públicos, mas acredito que tudo precisa ser analisado com equilíbrio, sem exageros e sem tratar todo mundo da mesma forma.

Depois do que aconteceu no dia 8 de janeiro, isso ficou ainda mais forte pra mim. Quando a gente vive de perto as consequências, percebe o quanto decisões judiciais podem ser duras e, muitas vezes, injustas.

Você teve que mudar muito sua rotina com medo de novas perseguições por parte do Estado?

Eu não precisei mudar de forma significativa a minha rotina, mas passei a ter mais cuidado com a forma como me expresso, pois a liberdade de expressão no Brasil está comprometida. Hoje uma pessoa pode ser presa simplesmente por discordar do governo e seus aliados.

Cláudia Rodrigues, pré-candidata por São Paulo: bandeiras na política

Quais são as bandeiras prioritárias que você pretende levar para a Câmara dos Deputados, em áreas como liberdade individual, justiça e segurança pública?

As minhas principais bandeiras estão ligadas à defesa das liberdades individuais, à busca por uma justiça mais equilibrada e à valorização da vida.

Quero levar para a Câmara a voz de quem muitas vezes não se sente representado, sempre com foco em princípios, responsabilidade e no fortalecimento das garantias fundamentais.

O NOVO é conhecido por sua defesa dos valores da direita, como a redução do Estado e a melhoria das condições econômicas para todos por meio da iniciativa privada e a responsabilidade fiscal. Como você pretende conectar essas ideias com as preocupações do dia a dia das famílias paulistas e brasileiras?

Eu acredito que esses valores precisam sair do discurso e chegar de forma prática na vida das pessoas.

Quando a gente fala em redução do Estado, responsabilidade fiscal e incentivo à iniciativa privada, estamos falando, na prática, de mais oportunidades de trabalho, menos burocracia e mais dinheiro sobrando no bolso das famílias.

A minha intenção é justamente fazer essa ponte, mostrando como essas ideias impactam o dia a dia de quem está lutando para sustentar sua casa, criar seus filhos e ter dignidade.  Não é sobre teoria, é sobre melhorar a vida real das pessoas.

Confira: “NOVO É o Partido com Mais Ações Pelo Fim dos Supersalários”!

Cláudia Rodrigues, pré-candidata por São Paulo: visão de futuro e legado

Se eleita, qual seria o seu primeiro projeto ou proposta que você gostaria de apresentar na Câmara? 

Como mãe atípica, pretendo apresentar projetos voltados às famílias atípicas, uma causa que tem me tocado de perto. Tenho conversado com muitas mães e percebo uma grande fragilidade, com falta de apoio e acolhimento por parte do Estado.

Quero trabalhar para mudar essa realidade, trazendo mais suporte, dignidade e atenção para essas famílias que tanto precisam.

Olhando para 2026 e além, qual legado você espera deixar, tanto na política quanto na luta pela justiça que motivou toda essa jornada?

O legado que eu espero deixar é de uma mulher que não se calou diante das injustiças e que teve coragem de se posicionar, mesmo diante das dificuldades e sem abrir mão de seus valores.

Na política, espero contribuir para um país mais justo, onde as leis sejam aplicadas com equilíbrio e onde as famílias se sintam mais seguras e respeitadas.

Se eu conseguir, de alguma forma, melhorar a vida das pessoas e abrir caminhos para um Brasil mais justo, já terei cumprido o meu propósito.

Para finalizar: qual mensagem você deixaria para os eleitores de São Paulo e para os brasileiros que acompanham sua trajetória nas redes e acreditam na mudança por meio de ideias de direita? 

É possível construir um Brasil melhor, mas isso exige posicionamento, coragem e participação. Eu acredito que o Brasil tem jeito, sim, e todo brasileiro honesto deve acreditar também.

O nosso país é forte, cheio de pessoas trabalhadoras e que querem um futuro melhor. Isso exige mais responsabilidade, respeito às leis, valorização das liberdades e participação ativa da população nas decisões do país.

A todos que acompanham a minha trajetória, eu deixo o meu compromisso de seguir firme, com verdade e responsabilidade, representando cada pessoa que acredita nessas ideias. Que a gente não desista do nosso país e continue lutando por um futuro melhor para nossas famílias.

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