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Precisamos de mais mulheres de direita na política Precisamos de mais mulheres de direita na política

23 de setembro de 2026

Meu nome é Marina Helena, sou economista e candidata de direita a deputada federal por SP em 2026 pelo partido NOVO. É com preocupação que tenho notado que o Brasil e o mundo vivem uma escalada de radicalização política entre mulheres jovens, não um simples deslocamento à esquerda. Como uma candidata e mulher de direita, entendo ser de suma importância reagirmos a essa tendência.

Por Marina Helena

A ameaça da extrema esquerda cresce em todo o mundo

Não é só que mulheres jovens, no mundo inteiro, estejam se posicionando mais à esquerda do que os homens da mesma idade. O que mais e mais dados estão mostrando é uma tendência mais séria: um processo de radicalização mais intenso entre mulheres. 

A distância entre o que essas mulheres defendem hoje e o centro do debate público aumenta ano após ano, e cresce mais rápido entre elas do que em qualquer outro grupo demográfico.

Nos Estados Unidos, mulheres entre 18 e 30 anos hoje se declaram trinta pontos percentuais mais à esquerda do que os homens da mesma idade. É um fosso que praticamente não existia há uma geração. 

Na Coreia do Sul, na Alemanha, no Reino Unido, o retrato se repete: mulheres jovens migrando para posições cada vez mais radicais enquanto os homens da mesma geração ficam estáveis ou vão para a direita. 

No protesto de maio de 2025 na Universidade Columbia, 61 das 80 pessoas presas eram mulheres.   Nos protestos climáticos urbanos, elas já são cerca de 60% dos manifestantes.

O próprio Extinction Rebellion, no Reino Unido, é descrito por seus próprios organizadores como uma cultura de protesto “altamente feminilizada”.

Uma geração inteira de mulheres está sendo puxada (por rede social, por algoritmo, por pressão de grupo, por uma pauta identitária que promete pertencimento) para o canto mais extremo do espectro político.

Marina Helena, candidata de direita a deputada federal por SP: a onda esquerdista também se espalha pelo Brasil

No Brasil, o fenômeno também aparece. Pesquisa Genial/Quaest de agosto deste ano mostrou Lula com 39% de intenção de voto entre as mulheres contra 28% de Flávio Bolsonaro: onze pontos de vantagem.

 Entre os homens, o placar vira. Flávio tem 44%, Lula 40%. O mesmo eleitor brasileiro, dividido só pelo sexo, vota de um jeito diferente. 

Sete pontos separam a preferência feminina da masculina por Lula, quase o mesmo fosso dos Estados Unidos, da Coreia do Sul ou da Alemanha. Ou seja: essa “onda global” não é boato de think tank americano. Ela já elegeu presidente por aqui.

Confira: “NOVO Entrevista: Marina Helena, candidata a deputada federal por SP”!

Marina Helena, candidata de direita a deputada federal por SP: porque precisamos de mais mulheres de direita na política

As razões expostas são alguns dos motivos porque acredito que o Brasil precisa de mais mulheres de direita na política. Romper esse ciclo de radicalização de esquerda exige vozes femininas dizendo, em alto e bom som, que liberdade é o que de fato empodera.

Não é dependência de programa social. Não é vitimização permanente. Não é a ideia de que toda conquista da mulher só vem pela mão do Estado.

No Brasil especialmente, políticas de esquerda prejudicam as mulheres. A leniência da Justiça com criminosos põe a mulher brasileira em perigo de violência doméstica, de estupro e de assassinato. Tira dela a segurança de simplesmente andar na rua à noite. 

A mulher é, disparadamente, o alvo preferido do assaltante — porque o assaltante procura a vítima que para ele parece mais frágil. Nós não precisamos de lei nova.

 
Precisamos do básico: prender estuprador, prender assassino, e deixá-los na cadeia. Precisamos acabar com essa porta giratória em que virou a Justiça brasileira, onde o bandido entra de manhã e já está solto à tarde.


E são as deputadas federais e senadoras de direita que mais atendem essas demandas das mulheres e de toda a sociedade brasileira. 


Direito humano de verdade é a mulher poder sair de casa sem medo. E esse direito, ninguém vai garantir por nós. A não ser nós mesmas.

Confira: “Candidatos Partido Novo 2026: veja a lista para todo o Brasil”!

Referências

¹ John Burn-Murdoch, “A new global gender divide is emerging”, Financial Times, 26/1/2024 (dados Gallup). https://www.ft.com/content/29fd9b5c-2f35-41bf-9d4c-994db4e12998

² NYPD, via Fox News, 8/5/2025. https://www.foxnews.com/us/mostly-women-arrested-columbia-university-library-takeover-nypd

³ Claire Lehmann, “When Women Are Radicalised”, Quillette. https://quillette.com/when-women-are-radicalised

⁴ A New Climate Movement? Extinction Rebellion’s Activists in Profile, CUSP/Keele, 2020 (64,5% de mulheres em abril de 2019). https://cusp.ac.uk/themes/p/xr-study/

⁵ Quaest presidencial: Lula em vantagem entre mulheres, e Flávio aparece à frente entre evangélicos; veja recortes https://oglobo.globo.com/blogs/pulso/post/2026/08/quaest-presidencial-lula-em-vantagem-entre-mulheres-e-flavio-aparece-a-frente-entre-evangelicos-veja-recortes.ghtml?st_source=ai_overview

⁶ Fórum Brasileiro de Segurança Pública, “Retrato dos Feminicídios no Brasil”, 2026. https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2026/03/nota-tecnica-dia-mulher-2026.pdf

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