Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção da PF após ação do NOVO

A imagem mostra a frase “André Mendonça afasta Andrei Rodrigues da PF após ação do NOVO” abaixo do ministro do STF e o diretor da PF.
O NOVO faz o certo e o certo dá resultado: a nossa ação pedindo o afastamento do diretor da PF, Andrei Rodrigues, foi atendida pelo ministro André Mendonça. O NOVO age em todas as frentes contra os abusos do Caso Master (créditos: NOVO).
08 de setembro de 2026

Atendendo à ação do NOVO, protocolada na quinta-feira passada (03), o ministro André Mendonça afastou Andrei Rodrigues, o diretor da PF. O partido havia pedido a prisão e exoneração de Rodrigues. O afastamento é a primeira etapa nesse processo. Jornalistas continuam a tratar a indecência escandalosa no STF como se fosse uma disputa política entre Alexandre de Moraes e André Mendonça. Não é. Trata-se de um confronto entre o crime e a lei. E estamos do lado da lei. Sempre.

Na manhã desta terça-feira (8), o ministro André Mendonça determinou o afastamento preventivo de Andrei Rodrigues do cargo de diretor-geral da Polícia Federal.

A decisão atende ao pedido formulado pelo NOVO. Somos o partido com mais ações contra os abusos do STF no Caso Master, tendo mais de 30 iniciativas nesse contexto.

E mais: o NOVO é a única legenda que exige de seus candidatos a senador o compromisso formal de apoiar o impeachment de ministros que cometeram abusos.

O sistema protege intocáveis. O NOVO ataca os intocáveis.

— Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção da PF: entenda a decisão

— Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção da PF: próximos passos

— O NOVO apoia André Mendonça, mas ele precisa de mais senadores que apoiem impeachment de ministros abusadores

Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção da PF: entenda a decisão

Mendonça fundamentou a medida na necessidade de garantir que ministros do STF, o advogado-geral da União e os servidores da Polícia Federal exerçam suas atribuições sem constrangimentos ilegais.

O ministro declarou que há mais de 30 dias vem sendo monitorado pela PF, que está sendo utilizada como instrumento de perseguição por Rodrigues e o ministro Moraes.

A decisão inclui:

Afastamento preventivo de Andrei Rodrigues da direção-geral da Polícia Federal;

Afastamento do delegado Leandro Almada do cargo de diretor de inteligência policial;

Suspender a produção e divulgação de relatórios de inteligência sobre ações da Justiça, Advocacia Pública e Polícia Judiciária, como o relatório ilegal contra Mendonça;

Submissão da decisão a referendo da 2ª Turma do STF, com pedido de sessão virtual extraordinária ainda nesta terça-feira.

Mendonça destacou que a suspensão tem base constitucional, porque é fundamentada em provas concretas e busca neutralizar ações ilegais da PF.

Relatórios feitos a pedido de Andrei Rodrigues e Alexandre de Moraes são totalmente nulos

Os relatórios usados por Alexandre de Moraes contra o próprio Mendonça são apócrifos e totalmente ilegítimos:

Não têm autoria e não passaram por perícia, o que tira qualquer valor comprobatório;

Não foram autorizados pelo STF, algo necessário porque Mendonça tem foro especial;

Não seguem a padronização exigida pela Doutrina Nacional de Inteligência;

No direito processual brasileiro, provas produzidas por meios ilícitos ou sem o devido processo legal são consideradas nulas e contaminam qualquer processo que derive delas, impedindo que fundamentem investigações (como a solicitada por Moraes). 

Mesmo assim, um dos documentos chega a recomendar “monitoramento e coleta dirigida” sobre Mendonça e o advogado-geral da União (AGU), Jorge Messias.

A decisão foi tomada após a análise do pedido do NOVO, que solicitou providências para preservar a independência e a efetividade das investigações do Caso Master.

Afinal, a representação do partido continha um relatório de quase 200 páginas com diversas menções a Andrei Rodrigues no celular de Daniel Vorcaro.

Além disso, em 2024, Andrei foi uma das autoridades que estiveram na degustação de uísque e charuto promovida por Vorcaro em Londres, durante um evento patrocinado pelo Banco Master. E o chefe da PF também teve a viagem bancada por Vorcaro.

Por isso o NOVO reitera a urgência da PEC da independência da Polícia Federal, de autoria do senador Eduardo Girão (NOVO-CE).

A proposta prevê mandato fixo, lista tríplice de delegados de carreira e aprovação pelo Senado: exatamente para impedir que o comando da PF continue vulnerável a interferências políticas.

Confira: “Candidatos Partido Novo 2026: veja a lista para todo o Brasil”!

Mendonça afasta Andrei Rodrigues da direção da PF: próximos passos

A decisão de Mendonça será submetida a referendo da 2ª Turma do STF, composta por ele próprio, Luiz Fux (presidente do colegiado), Gilmar Mendes, Kassio Nunes Marques e Dias Toffoli (este último declarado impedido nos processos relacionados ao Master).

O afastamento é preventivo e temporário. Caberá à Turma decidir se confirma, amplia ou revê a medida.

O NOVO seguirá acompanhando o andamento e cobrando que as investigações avancem sem interferência da cúpula que está sob suspeita.

Mantemos o pedido de prisão preventiva e reforçamos que o afastamento é apenas o primeiro passo necessário para garantir a devida resolução do Caso Master.

Confira: “Moraes x Mendonça: NOVO pede arquivamento de investigação contra ministro relator do Master”!

O NOVO apoia André Mendonça, mas ele precisa de mais senadores comprometidos com o impeachment de ministros abusadores

André Mendonça é um leão quase solitário em meio às hienas.

Enquanto parte do STF tenta transformar a investigação do maior escândalo financeiro da história do país em uma simples disputa de poder, Mendonça cumpre seu papel de juiz: analisa os casos de forma imparcial, se fundamenta na lei e julga com base nos fatos.

Isso não deveria ser um elogio. Isso deveria ser o mínimo, mas diante das condutas imorais de boa parte dos ministros do STF, o fazer o mínimo precisa ser aplaudido.

Por isso, o NOVO apoia André Mendonça publicamente. Mas o nosso apoio institucional, embora importante, como o afastamento do diretor da PF prova, não basta.

Mendonça precisa de um Senado que tenha coragem de responsabilizar os membros do STF que abusam do cargo. Sem essa mudança, decisões como o afastamento de Andrei Rodrigues continuarão sendo exceções isoladas.

O é a sigla com mais ações contra as ilegalidades do Caso Master.

Também somos a única legenda que exige de todos os seus candidatos a senador o compromisso formal de apoiar o impeachment de ministros do STF que cometam abusos.

Nenhuma outra sigla impõe essa condição.

Enquanto a maioria dos senadores atuais prefere o silêncio ou o conchavo, o NOVO coloca a responsabilização como requisito inegociável.

O brasileiro honesto que quer ver André Mendonça firme no STF e os ministros abusadores sendo punidos precisa eleger senadores que não abaixem a cabeça para os intocáveis. O NOVO oferece ao eleitor exatamente isso: temos candidatos ao Senado em 14 estados e em todas as cinco regiões do Brasil. Vote NOVO para o Senado. Porque Mendonça não pode continuar sozinho. E o Brasil não aguenta mais intocáveis.

Confira: “Candidatos Partido Novo 2026: veja a lista para todo o Brasil”!

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