Resposta curta: Zema não defende o trabalho infantil. O Brasil está criando uma geração cada vez menos interessada em tomar as rédeas da própria vida: mais de 26% (1 em cada 4) dos jovens (14-29 anos) estão na categoria “nem-nem”, ou seja, não estudam nem trabalham. Muitos desses são aliciados pelo pelo crime organizado. Porém, entre os formados no Programa Jovem Aprendiz, apenas 7% viram nem-nem. É por isso que o pré-candidato a presidente, Romeu Zema (NOVO), defende expandir o trabalho e a formação técnica a partir de 14 anos: esse é um dos passos para impedir que o país crie uma geração perdida.
Zema defende que o trabalho para menores de 14 anos deve continuar sendo tratado como crime e punido da forma devida por lei.
A legislação permite a contratação de jovens de 14 a 24 anos, incluindo aqueles que já concluíram o ensino médio. Os resultados são expressivos: após o programa, 81% dos aprendizes permanecem trabalhando.
O plano de Zema nesse sentido está baseado no Programa Trilhas do Futuro, que financia a formação de jovens em idade escolar em ensino profissionalizante (cursos de 1 a 2 anos).
O Trilhas do Futuro foi criado pelo governo Zema em Minas Gerais e é um caso de sucesso inegável: por conta dele, Minas é o estado que mais forma alunos em cursos técnicos nos últimos 4 anos.
São mais de 100 mil formados: 100 mil jovens menos suscetíveis a serem seduzidos pelas facções criminosas.
O Brasil fica muito atrás das demais nações:
— Países em desenvolvimento têm 2x mais alunos de ensino médio em cursos técnicos;
— Países desenvolvidos têm pelo menos 7x mais jovens em programas como o Jovem Aprendiz (3-5% x 37%): é um verdadeiro 7 a 1.
Zema destaca que o que devemos fazer é seguir o modelo do que funciona nos países de 1º mundo:
“A partir dos 14 anos, a legislação já permite o trabalho por meio do Jovem Aprendiz. Esse programa precisa ser fortalecido. Defendo que o jovem brasileiro tenha acesso de verdade a uma porta de entrada no mercado, como nos países desenvolvidos”.
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Em fevereiro de 2026, quase 5 anos depois de ser criado, o Trilhas do Futuro bateu a marca histórica de 100 mil alunos formados. São 100 mil formados em cursos técnicos de alta qualidade e que as empresas lutam para ter em seus quadros.
Mas qual é o diferencial do Trilhas do Futuro em relação ao resto do Brasil?
— O governo mineiro credencia e paga instituições privadas e do Sistema S para oferecer os cursos, ao contrário de outros estados que realizam a formação apenas em instituições estaduais e federais. Isso permitiu uma expansão muito mais rápida. O estado não precisou construir nada e utilizou a infraestrutura que já existia no setor privado;
— Nem todos os estados possuem programas estruturados de estímulo à formação profissionalizante, o que os deixa dependente das iniciativas insuficientes do governo federal;
– O catálogo de cursos não é padrão para todo o estado. O governo realiza um da demanda com com as empresas locais, tornando a iniciativa mais eficaz;
— O aluno não paga mensalidade, e recebe um valor diário para transporte e alimentação: forma altamente eficaz de combate à evasão escolar. Enquanto isso, os demais estados apenas costumam dar isenção de mensalidade (que às vezes exige pagamento futuro) e, no máximo, passe livre;
Desde a primeira edição, o Trilhas do Futuro teve mais de 1,2 milhão de inscritos: uma demanda imensa. Para absorver essa necessidade, o governo Zema investiu cada vez mais na iniciativa, que até hoje recebeu mais de R$ bilhões da gestão estadual.
Agora Zema quer expandir esse sucesso de peso para todo o Brasil.
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As ideias de Zema seguem uma lógica prática e comprovada: preparar o jovem para a vida adulta combinando estudo e contato responsável com o trabalho, por meio do Jovem Aprendiz, sem nunca comprometer a infância.
Os principais eixos são:
— Busca de resultados rápidos, com parcerias com setor privado por meio do FUNDEB.
— Integrar escola, empresa e comunidade com premiação por resultados;
— Dar flexibilidade ao programa para atender realidades regionais;
— Ampliar a educação profissional e tecnológica com metas claras de empregabilidade;
— Transformar obrigações em incentivos reais para as empresas;
— Elevar a participação de 3-5% no Programa para no mínimo 30%.
O objetivo é simples: sair da ineficiência atual e oferecer oportunidades concretas de qualificação e primeiro emprego.
O Estado deve atuar como facilitador da formação do capital humano, e não como provedor exclusivo e ineficiente. Zema defende:
— Eliminar restrições às parcerias com o setor privado na oferta de cursos;
— Contabilizar matrículas em redes conveniadas para fins de distribuição do FUNDEB;
— Implementar vouchers, inclusive com verba do Fundeb, para instituições privadas;
— Ampliar oferta de cursos curtos para jovens em maior vulnerabilidade;
— Estruturar parcerias com o Sistema S e o setor produtivo para oferta de vagas;
— Incentivar formação profissional no Novo Ensino Médio conforme a demanda local;
— Oferecer vagas gratuitas nos moldes do Trilhas do Futuro;
— Aprimorar programas como PRONATEC com orientação direta das empresas;
— Ampliar a formação de professores e contratação de profissionais do mercado;
— Usar bases de dados do SINE para direcionar cursos às demandas reais de vagas.
Os trabalhadores com ensino médio técnico recebem cerca de 32% a mais e o Brasil deixa de elevar o PIB em mais de 2% por não avançar nessa área.
É preciso sair da lógica punitiva para as empresas e adotar estímulos concretos. As medidas incluem:
— Reduzir o custo de contratação do jovem aprendiz para as empresas;
— Criar premiações para empresas que efetivam o aprendiz após o programa;
— Implementar bônus para as escolas conforme proporcional de alunos no mercado;
— Retirar obrigatoriedade excessiva de cursos específicos de aprendizagem;
— Permitir que escolas e empresas façam formações flexíveis a cada região e setor;
— Ampliar cursos de curta duração para reduzir evasão escolar;
— Alinhar a capacitação técnica às demandas reais do mercado de trabalho.
Zema destaca a importância do ensino profissionalizante para combater o desemprego e recrutamento de jovens pelo crime organizado:
“Quando o jovem não tem perspectiva, é aí que o crime faz a festa. As facções já oferecem um plano de carreira perverso para recrutar adolescentes. Nós precisamos oferecer um caminho de carreira do bem: o caminho da educação e do trabalho honesto”.
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O NOVO luta por mais liberdade para trabalhar, bem como pela valorização do esforço individual e a criação de oportunidades reais.
Dessa forma, os jovens brasileiros terão mais ferramentas para construir o próprio futuro longe da criminalidade e cada vez menos dependentes do assistencialismo estatal.
Romeu Zema apresentou resultados concretos nessa direção: o Trilhas do Futuro já ultrapassou 1,2 milhão de inscrições e garantiu formação profissional gratuita para mais de 100 mil estudantes, em parceria com instituições de excelência da iniciativa privada.
A parceria com o setor privado é fundamental. Isso é muito mais eficaz do que deixar toda a gestão e infraestrutura educacional na mão do Estado.
A lógica da defesa de Zema e do NOVO ao fortalecimento do Jovem Aprendiz e dos cursos técnicos é simples: quanto mais oportunidades de qualificação, emprego e renda, menor o espaço para o aliciamento de jovens pelo tráfico e pelo crime organizado.
Em vez de discursos vazios ou políticas assistencialistas eternas, nosso foco é a autonomia, a responsabilidade e a inserção no mercado de trabalho.
Para Zema e o NOVO, o Brasil precisa deixar de desperdiçar seu potencial humano. Isso significa formar uma juventude qualificada, disciplinada e preparada para competir em uma economia moderna, fortalecendo o empreendedorismo, a produtividade e a geração de riqueza.
O caminho para construir um Brasil de 1º mundo exige a criação de oportunidades reais. Menos jovens sendo capturados pelo tráfico, mais jovens estudando e trabalhando como brasileiros honestos. É essa trajetória que o Trilhas do Futuro coloca em prática em Minas Gerais. Zema trabalha para tornar o sucesso de Minas no sucesso do Brasil. A questão final é: você está do lado que apoia o que já funciona ou do lado que insiste no modelo atual, que cria jovens nem-nem e gerações perdidas?
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