O NOVO é o 1º lugar no ranking dos partidos que mais defendem a liberdade econômica no Brasil: é o que afirma o “Índice Legislativo de Liberdade Econômica 2025”, produzido pelo Ranking dos Políticos e que analisa 1.650 propostas legislativas das siglas dentro do Congresso Nacional no ano passado.
O levantamento analisou as mais de 1,6 mil matérias com base no Índice do Fraser Institute e concluiu que, entre as propostas no tema, cerca de 87% atacam a liberdade econômica.
O levantamento também aponta que as áreas mais impactadas por iniciativas intervencionistas foram “Tamanho do Governo” e “Regulação”, com criação de burocracias, aumento de gastos públicos e expansão da presença estatal na economia.
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— Por que a liberdade econômica importa?
— Ranking de liberdade econômica por partido: metodologia
— O que é a Lei da Liberdade Econômica?
— NOVO é o 1º lugar isolado no ranking de liberdade econômica por partido
O estudo aponta a seguinte lista, que começa com os partidos que mais defendem a liberdade econômica e termina com os que menos a defendem:
— 1º lugar – NOVO
— 2º lugar – PSDB
— 3º lugar – PL
— 4º lugar – PRD
— 5º lugar – PP
— 6º lugar – PSD
— 7º lugar – PSB
— 8º lugar – União Brasil
— 9º lugar – MDB
— 10º lugar – Republicanos
— 11º lugar – PSOL
— 12º lugar – PCdoB
— 13º lugar – PT
— 14º lugar – Podemos
— 15º lugar – Cidadania
— 16º lugar – PDT
— 17º lugar – Solidariedade
O NOVO foi a única a registrar saldo negativo (-15) no chamado Índice de Intervencionismo Líquido Partidário, indicador que compara a proporção de projetos que ampliam a liberdade econômica com aqueles que aumentam a intervenção estatal.
Ou seja, no cálculo (projetos pró liberdade econômica — projetos contra liberdade econômica = X) o resultado (X) foi uma sobra de 15 projetos pró liberdade propostos pelo Partido Novo.
Enquanto isso, todas as outras legendas tiveram um saldo positivo, apresentando mais propostas contra a liberdade econômica do que a favor. Inclusive, partidos que são reconhecidos como de direita.
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Analisando todos os principais estudos práticos sobre economia, as pesquisas apontam uma associação evidente entre níveis mais elevados de liberdade econômica e indicadores como crescimento econômico, aumento da renda, inovação e desenvolvimento humano.
Em português claro, países com forte defesa de direitos de propriedade, segurança jurídica, estabilidade monetária, trocas livres e limitação da intervenção do governo são mais prósperos e têm melhor qualidade de vida que os que vão na direção oposta.
Isso porque esses valores tendem a criar ambientes mais favoráveis para investimentos estrangeiros, fundamentais na economia globalizada.
Por isso, é fundamental acompanhar o ranking de liberdade econômica entre os partidos para compreender se as decisões do Congresso caminham na direção do desenvolvimento ou não.
O estudo utilizou uma adaptação do modelo Fraser, classificando projetos em 5 grandes dimensões:
— Tamanho do Governo;
— Sistema Legal e Direitos de Propriedade;
— Moeda Sólida;
— Liberdade de Comércio Internacional;
— Regulação.
Cada proposição foi analisada para identificar se ampliava a liberdade econômica, restringia a liberdade econômica ou não produzia efeito relevante dentro dessas categorias.
O corpus analisado reuniu 1.650 proposições federais de 2025 (excluindo as de iniciativa do poder executivo, STF, etc.), selecionadas por critérios de relevância, tramitação e impacto econômico potencial.
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Nesse contexto, é importante esclarecer o que é a Lei da Liberdade Econômica, um dos principais avanços legislativos dos últimos anos em favor do desenvolvimento social.
A chamada Lei da Liberdade Econômica (Lei nº 13.874/2019) foi criada com o objetivo de reduzir burocracias, simplificar processos e facilitar a abertura e o funcionamento de empresas no Brasil.
Entre seus principais pontos estão:
— Dispensa de alvarás para diversas atividades de baixo risco;
— Digitalização de documentos e processos;
— Simplificação de registros empresariais;
— Fortalecimento da presunção de boa-fé do empreendedor;
— Redução de exigências administrativas para pequenos negócios.
O Partido Novo foi protagonista para a vitória da Lei de Liberdade Econômica (Lei nº 13.874/2019), com toda a bancada trabalhando na mesma direção para melhorar e aprovar o projeto de lei.
No Congresso, a bancada do partido propôs emendas, blindando o texto contra sabotagens da esquerda e contribuindo para a desburocratização de startups e o fim de alvarás para atividades de baixo risco.
Após a sanção federal, o partido concentrou esforços para garantir a aplicação da lei nos estados e municípios.
O governo Romeu Zema (NOVO), em Minas Gerais, foi pioneiro ao criar o decreto estadual que eliminou licenças para centenas de atividades, servindo de base para municípios mineiros geridos pelo Novo aderirem ao programa Minas Livre para Crescer.
Paralelamente, vereadores e deputados estaduais da legenda protocolaram estatutos de desburocratização ao redor do país.
Nas prefeituras comandadas pelo NOVO, a aplicação da lei tornou-se marca registrada, ocorrendo em estados como SP, SC, PR, MT, GO e PI. Cidades como Joinville-SC e Ascurra-SC destacaram-se pela criação de códigos do empreendedor.
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Enquanto a grande maioria dos partidos no Congresso segue apresentando propostas que aumentam o Estado, criam mais burocracia e sufocam a iniciativa privada, o Partido Novo se destaca como a legenda mais comprometida com a liberdade econômica na prática.
O Índice de Liberdade Econômica 2025, do Ranking dos Políticos, tem um ponto claro: o NOVO é o partido que mais defende o direito de empreender, produzir e prosperar no Brasil.
O ranking confirma o que o NOVO sempre disse: liberdade econômica não é ideologia, é caminho para a prosperidade.
Países que respeitam propriedade privada, segurança jurídica, moeda sólida, livre comércio e regulação mínima são os que crescem, geram emprego de qualidade e oferecem melhor qualidade de vida à população.
O Brasil que sonhamos, o Brasil próspero, livre e justo, só será possível com mais liberdade econômica. E enquanto houver um partido disposto a lutar por ela sem recuar, a esperança continua viva. Vamos continuar lutando, todos os dias, para que essa liberdade chegue a cada brasileiro que deseja trabalhar, empreender e prosperar com dignidade.