Bandido não pode decidir o futuro do brasileiro honesto, que trabalha, paga imposto e sustenta o país. Com a sanção do Marco Legal de Combate ao Crime Organizado, com a emenda do deputado Marcel van Hattem (NOVO-RS), agora presos estão proíbidos de votar a partir das eleições de 2026. Essa é uma vitória concreta da direita contra a inversão moral que transformou criminoso em vítima da sociedade.
A nova regra corrige uma distorção absurda: até aqui, presos provisórios ainda podiam participar das eleições, mesmo já privados de liberdade e, muitas vezes, inseridos em ambientes controlados por facções.
Nossa prioridade é preservar a democracia sustentada pelo brasileiro honesto, não dar tapinha nas costas de bandido que ataca o cidadão comum sem piedade.
Com a mudança, o título de eleitor será cancelado durante o período de custódia e o alistamento eleitoral também fica impedido. Em outras palavras: cadeia deixa de ser curral eleitoral. Marcel comemorou a sanção da sua emenda:
“Que orgulho dá ver o nosso trabalho mudando o Brasil! Com a sanção do PL Antifacção, nossa emenda já está valendo: preso não vota mais no Brasil”.
“Facções criminosas controlam presídios, coagem detentos e usam essa estrutura para ampliar sua influência. A restrição ao voto, enquanto durar a custódia, corta esse ciclo e reforça a credibilidade ao processo eleitoral”, cravou.
— Presos proíbidos de votar: acabamos com um curral eleitoral petista
— O NOVO lidera o combate ao crime e Zema aponta o caminho para esmagar as facções
— Menos privilégios para bandidos, presos proíbidos de votar e mais respeito ao brasileiro honesto
Em quem você acha que os presos votam? No PT, é claro. No primeiro turno das eleições de 2022, Lula teria vencido no direto na visão se dependesse dos presos: mais de 80% dos votaram no ex-presidiário.
O pré-candidato à presidência do NOVO nas eleições de 2026, Romeu Zema, destacou o problema há meses atrás:
“Será que é coincidência o PT ter a maioria dos votos nos presídios? Alguns acreditam, ou fingem acreditar que sim”.
“Já são mais de 23 milhões de pessoas no nosso país que vivem em territórios dominados pelo crime organizado, e a gente não vê nenhum movimento no governo federal pra mudar isso. Aliás, o que esperar de um governo que já está no poder há quase 20 anos recebendo voto desses mesmos bandidos?”, completou.
A proibição do voto de presos é uma vitória concreta, mas está longe de ser suficiente diante da realidade brutal do Brasil.
O país vive uma escalada criminosa que já ultrapassou o limite da desordem comum: facções controlam territórios, infiltram instituições, dominam presídios, exploram rotas logísticas e transformam comunidades inteiras em áreas ocupadas pelo crime.
Por isso, o NOVO não trata segurança pública com frases de efeito ou relativismo ideológico. Trata como o que ela é: uma guerra que precisa ser vencida.
É justamente nessa linha que o pré-candidato à Presidência Romeu Zema vem defendendo uma agenda clara de tolerância zero contra o crime organizado, baseada em três frentes centrais.
Facção armada que domina território, impõe terror, extorque moradores, usa drones, controla presídios e movimenta bilhões precisa ser tratada como estrutura terrorista.
Dentro dessa visão, Zema defende medidas como:
— Retomar áreas dominadas pelo crime com polícia e presença permanente do Estado;
— Sufocar financeiramente o crime com rastreamento de dinheiro, cargas, celulares roubados e redes de receptação;
— Isolar lideranças em presídios de segurança máxima;
— Endurecer penas e eliminar mordomias como saidinhas, visitas íntimas e benefícios automáticos;
— Implantar ciclo completo de polícia, mais tecnologia, inteligência integrada e meritocracia nas forças de segurança;
— Dar mais autonomia aos estados para definir respostas penais e prisionais compatíveis com suas realidades.
Os resultados da gestão Zema contra o crime não são uma dúvida para o futuro. O governador de Minas, mesmo com competência legal limitada (por conta da Constituição atual), já entregou resultados concretos na segurança pública do estado. Confira:
– Minas é o estado mais seguro do Brasil junto com SC;
– Resolução de homicídios em 76%;
– Redução de crimes violentos em 65,6%;
– Redução de roubos em 74%;
– Queda drástica de 52,5% no roubo de veículos;
– Redução de rebeliões em presídios em 87%.
Enquanto a esquerda insiste em tratar o criminoso como vítima do sistema, o NOVO escolhe proteger quem realmente está abandonado: a população honesta que vive refém da violência, do medo e da omissão do Estado.
A emenda de Marcel van Hattem que impede presos de votar caminha exatamente nessa direção. Ela ajuda a cortar mais um elo entre crime, poder e influência política.
Com a emenda de Marcel van Hattem agora sancionada, o país dá um passo importante nessa direção. Menos espaço para facção. Menos influência do crime. Menos distorção nas urnas. E mais respeito por quem trabalha, sustenta a família e quer apenas viver em paz.
E esse é só o começo. O que o Brasil precisa não é de discurso fofo sobre segurança. É de coragem para esmagar o crime antes que o crime esmague de vez o Brasil.
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