As investigações da Polícia Federal apontam fortemente para o envolvimento do senador senador Jaques Wagner (PT-BA) no no Caso Master. Por isso, o Partido Novo entrou com uma representação no Conselho de Ética do Senado contra o congressista petista.
A ação, protocolada nesta sexta-feira (31), apoia-se nos elementos tornados públicos hoje na decisão do ministro André Mendonça. Além das investigações já em curso, o STF autorizou o acesso a registros telefônicos e o monitoramento, por dez dias, da localização aproximada dos aparelhos do próprio senador e de outros investigados.
Trata-se de medida reconhecida pelo próprio Supremo como invasiva e excepcional, o que, evidencia a gravidade dos indícios e reforça a necessidade de apuração simultânea na esfera parlamentar, como destaca o senador Eduardo Girão (Novo-CE):
“É urgente que o Conselho de Ética seja instalado para que as representações possam tramitar, as fiscalizações ocorram e os senadores exerçam plenamente seu papel constitucional. Isso é essencial para demonstrar respeito à sociedade e ao próprio Parlamento”.
Confira: “NOVO É o Partido com Mais Ações Contra os Abusos no Caso Master”!
As suspeitas que embasam a representação são concretas e diretamente conectadas ao exercício do mandato.
As suspeitas de recebimento de vantagens econômicas indevidas, os pagamentos a empresa ligada ao núcleo familiar do senador, as tratativas envolvendo um imóvel em Salvador e a possível atuação parlamentar em favor do Banco Master são totalmente incompatíveis com o cargo de congressista.
A representação do Novo reúne, em texto fundamentado, os pedidos de:
— Instauração de procedimento disciplinar formal;
— Requisição dos documentos pertinentes;
— Produção das provas que se façam necessárias
— Interrogatório do senador Jaques Wagner;
— Cassação de mandato caso comprovadas as irregularidades.
Mesmo que a apuração criminal siga seu próprio rito perante o STF, o Senado tem o dever institucional de responsabilizar Jaques Wagner no âmbito parlamentar.
O Partido Novo é a sigla que mais faz oposição ao governo Lula e, paralelamente, a legenda com mais ações contra os abusos do Caso Master.
A ação contra Jaques Wagner é mais uma das dezenas de iniciativas do NOVO para desvendar o escândalo e punir os responsáveis. Entre elas:
— Pedidos de impeachment contra Alexandre de Moraes, Gilmar Mendes e Dias Toffoli;
— Notícia-crime contra Alexandre de Moraes na PGR;
— Representação contra a parcialidade de Toffoli na PGR e na PF;
— Mandado de segurança para obrigar instalação da CPI do Master;
— Protocolo e coleta de assinaturas para a CPI do Master, liderada por Eduardo Girão;
— Representação no TCU para investigar socorro financeiro do BRB ao Banco Master;
— Requerimento à ANAC sobre voos de Toffoli com Vorcaro;
— Pedido de convocação de Viviane Barci (esposa de Moraes) na CPMI do INSS;
— Requerimento para convocar os familiares de Toffoli à CPI do Crime;
— Requerimento de devolução de provas contra Vorcaro à PF;
— Emenda de Marcel van Hattem para endurecer fiscalização do socorro a bancos;
Além disso, o NOVO é o único partido que obriga seus pré-candidatos ao Senado a apoiarem o impeachment de ministros que cometem crimes de responsabilidade.
O NOVO não se cala diante da corrupção. Com líderes como Eduardo Girão e Marcel van Hattem, o Partido continua na trincheira, exigindo verdade, transparência e punição exemplar dos criminosos em cargos públicos. A renovação ética do Brasil exige, necessariamente, o enfrentamento corajoso dos abusos que envergonham o país. O brasileiro honesto merece justiça real e o NOVO seguirá lutando até que todos os corruptos sejam punidos.
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