O Partido Novo oficializou novas diretrizes para as eleições de 2026 e deixou claro que quer mais do que nomes competitivos nas urnas: queremos candidatos com coragem e coerentes com nossos valores basilares. Entre os principais pontos, está a exigência de que candidatos ao Senado defendam o impeachment de ministros do STF que abusam do poder.
O NOVO publicou as normas internas para as eleições deste ano no Diário Oficial da União (DOU) nesta terça-feira (07). A medida contra os abusos do Supremo transforma em regra formal a posição que o Partido já assume publicamente há anos.
Entendemos que o impeachment de ministros que cometem crime de responsabilidade, o que já ocorre de forma reiterada, é fundamental para que o país faça a justiça valer e restaure a confiança nas instituições.
Sem isso, sem o verdadeiro equilíbrio entre os poderes, não há qualquer possibilidade garantir os avanços necessários para tornar o Brasil um país de 1º mundo.
O presidente nacional do NOVO, Eduardo Ribeiro, destaca que o objetivo desse e dos demais critérios formalizados é garantir que nossos representantes eleitos façam valer suas promessas de campanha e trabalhem com base nos valores da sigla:
“Para além da própria eleição, queremos garantir que quem represente o NOVO esteja alinhado com nossas ideias. Bem como a necessidade de fortalecer o equilíbrio entre os três poderes e os mecanismos de responsabilização das instituições”.
Em outras palavras: o partido quer evitar que pessoas oportunistas usem o prestígio do NOVO para se eleger e, depois, adotem uma postura omissa justamente nos temas mais importantes para o Brasil.
Aqueles que não tenham fibra para colocar o discurso em prática podem ficar à vontade para procurar outros partidos.
Além da diretriz voltada aos nossos futuros senadores, o texto estabelece normas para a seleção de candidatos em geral. Entre elas, estão alinhamento com os valores partidários, idoneidade moral, respeito às normas internas da legenda e capacidade eleitoral.
A ideia é filtrar melhor quem vai representar o partido e impedir que o estelionato eleitoral, comum em tantas siglas, contamine o NOVO.
Naturalmente, a resolução também veda alianças com a Federação Brasil da Esperança (formada por PT, PCdoB e PV) e com a Federação PSOL-Rede.
Esses grupos formam a esquerda brasileira, responsável pelos principais problemas que o Brasil precisa superar para ser um país livre, próspero e que honre o brasileiro honesto.
Os diretórios estaduais ainda poderão sugerir composições locais, mas qualquer acordo dependerá da aprovação final do diretório nacional.
Outro ponto mantido no documento é a continuidade da Jornada de Formação Partidária, etapa de seleção e capacitação de nossos pré-candidatos.
O recado é claro e consolida o que o NOVO defende desde sempre: queremos candidatos que não apenas peçam voto em nome da liberdade, da reforma do STF e dos valores da direita, mas principalmente que tenham coragem para colocar esses princípios em prática quando chegarem ao cargo.
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