A atuação do ministro do STF, Dias Toffoli, no Caso Banco Master é um escárnio, com ações repletas de parcialidade para se blindar das investigações, que cada vez mais apontam para possíveis ligações criminosas do magistrado com a instituição financeira: é por isso que o NOVO trabalha em prol do impeachment de Dias Toffoli.
Toffoli não é o único ministro do Supremo envolvido nesse escândalo, o maior da história do sistema financeiro brasileiro com a fraude de R$ 41 bilhões dos clientes do banco: Alexandre de Moraes e Lewandowski também estão com as mãos sujas.
Porém, a quantidade de abusos de Toffoli no caso e a cara de pau dele são impressionantes mesmo comparando com a sujeira de seus pares.
Além de assinar o pedido de impeachment do ministro, o NOVO fez diversas outras ações no caso para conter os abusos do STF nesse contexto e para esclarecer os crimes dos dirigentes do Master. Abordamos nossas medidas ao final da matéria.
Confira a seguir os 7 principais abusos indefensáveis de Dias Toffoli no caso Master!
– 1º abuso: passeio de jatinho com advogado ligado ao Master
– 2º abuso: casos de família com figuras do Master
– 4º abuso: sigilo e controle ditatorial do processo
– 5º abuso: bloqueio ao acesso às provas pela PF
– 6º abuso: confronto suspeito de versões sobre o Master
– 7º abuso: interrogatórios bizarros
– O NOVO é o partido com mais ações contra os abusos do STF no Caso Master
Timing perfeito: Dias Toffoli, o relator do inquérito sobre o Banco Master no STF, embarcou em novembro de 2025 num luxuoso jatinho particular do empresário e ex-senador Luiz Oswaldo Pastore rumo a Lima, no Peru, para curtir a final da Libertadores.
E quem estava na mesma cabine?
O advogado Augusto Arruda Botelho, defensor de Luiz Antônio Bull, o diretor de compliance do Master, atolado em acusações de fraudes bilionárias.
A viagem da turma ocorreu dois dias antes de Toffoli herdar a relatoria e decretar sigilo total no processo, o que é uma conveniente blindagem.
A Transparência Internacional tachou o episódio de “gravíssimo”, apontando que a imparcialidade do juiz foi para o espaço. Curiosamente, a PGR engavetou o pedido de afastamento do ministro assinado pelo senador Eduardo Girão (NOVO-CE).
Que família empreendedora! Parentes de Dias Toffoli, incluindo irmãos e um primo, detinham cotas no Tayayá Aqua Resort, em Ribeirão Claro-PR, vendido em 2025 a um advogado da JBS.
Mas um detalhe: em 2021, frações do resort foram compradas por um fundo de investimentos atrelado a Fabiano Zettel, cunhado de Daniel Vorcaro, o chefão do Master.
Zettel, capturado na Operação Compliance Zero, injetou R$ 20 milhões via REAG Investimentos, também liquidada pelo BC por irregularidades graves.
Toffoli é figura carimbada no lugar, com 168 dias de visitas em três anos e R$ 500 mil em custos de segurança pagos com dinheiro público. Críticos apontam a evidente parcialidade, já que o ministro comandava o inquérito contra Vorcaro.
Jornais também expuseram irregularidades como falta de licença ambiental e construções em áreas protegidas no resort. A família jura que o juiz não tem laço direto, mas a conexão via Zettel, suspeito de lavagem de dinheiro, evidencia o conflito.
Ousadia e desalegria: Dias Toffoli acatou apelo da defesa e puxou o inquérito do Banco Master para o STF em novembro de 2025, citando uma vaga referência a deputado federal, que tem foro no Supremo.
Especialistas afirmam que não há justificativa para a Corte avaliar o caso, que deveria ficar na 1ª instância. Essa manobra concentrou depoimentos e análises: caso claro de intromissão indevida, o que é mais do que suficiente para invalidar o processo.
Toffoli alegou pressa para salvaguardar o sistema financeiro, com endosso parcial da PGR. Delegados da PF reclamam de invasão à sua independência.
O ministro insiste na validade do sorteio da relatoria e suas ações aceleradas. Por essas e outras, a bancada do NOVO pede o impeachment de Toffoli por crime de responsabilidade.
Que disfarce! Mal assumiu a relatoria, Toffoli impôs sigilo draconiano ao inquérito do Banco Master, monopolizando depoimentos e decisões no STF.
Diversos juristas apontam que isso é um abuso. Agentes da PF relatam obstrução à sua liberdade, com prazos apertados e custódia de provas na Corte.
Toffoli cedeu um pouco, com oitivas a pedido do BC, mas manteve o véu geral. A sociedade vê conflito de interesse pesado, ainda mais após o voo com o advogado do Master.
A ironia: em nome de suposto cuidado processual, o sigilo vira escudo para suspeitas, como se a transparência fosse vilã no teatro do STF.
Generosidade seletiva: Toffoli mandou que as provas da Operação Compliance Zero ficassem trancadas no STF, que nem tinha capacidade para armazenar tudo, vetando a perícia urgente da PF.
Depois, ele permitiu que peritos da polícia (definidos a dedo pelo ministro) tivessem acesso ao material quando este passou para custódia da PGR.
Essa demora e escolha seletiva geraram revolta na PF, por atrapalhar o fluxo investigativo e permitir, por exemplo, que evidências na nuvem fossem apagadas por culpados no caso.
Toffoli alega rapidez para salvar provas: tudo fede a blindagem pessoal do ministro. A PGR não vê nada de errado, mas essas decisões claramente minam a punição da fraude.
É inacreditável: para o STF, todos, até a polícia federal, são suspeitos, menos Toffoli, atolado até o pescoço em conflitos de interesse, para dizer o mínimo.
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Que show particular! Toffoli convocou acareação entre Daniel Vorcaro, ex-chefe do BRB e um diretor do BC no fim de 2025, sem pedido da PF. Críticos veem isso como favoritismo à defesa do Master, com foco em supostas falhas do Banco Central.
A medida, atípica antes de depoimentos, causou estranheza e queixas do BC de que se tratava de uma armadilha. Toffoli dispensou o diretor após protestos, mas manteve o embate entre Vorcaro e Costa.
Inversão total: uma acareação, que supostamente serviria para esclarecer, vira ferramenta para confundir, como se o STF fosse o palco da novela Toffoli em vez de local de justiça.
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Quanto cuidado! Em despachos cheios de “preocupação”, Toffoli guiou buscas por “falhas”, “atrasos” e “omissões” na fiscalização do Banco Central, como se o BC fosse o verdadeiro vilão por ousar liquidar o Master, banco cheio de rabo preso.
Ele elaborou 81 perguntas direcionadas a Vorcaro, mas o foco virou vazamentos, conexões políticas e supostas demoras do regulador, desviando o holofote das fraudes do banco.
Toffoli é o melhor advogado de defesa para Vorcaro. Para completar o pacote de “medidas polêmicas”, o ministro prorrogou as investigações por 60 dias a pedido da PF. Não sem antes cutucar a polícia em despachos, chamando atrasos de “inobservância deliberada”.
E resistiu ao desmembramento do caso, enquanto partes técnicas poderiam ir para a 1ª instância — tudo para manter controle.
O ministro nega abusos, mas tudo nessa história aponta para parcialidade e corrupção. Ironia suprema: o juiz questiona o fiscalizador enquanto o fraudador se beneficia, como se o bombeiro fosse culpado pelo incêndio que ele mesmo apagou.
Nessa novela, Toffoli age como o diretor que muda o roteiro no meio das filmagens para agradar os amigos no elenco. O brasileiro honesto, por outro lado, parece que só tem o direito de assistir a distância e pagar a conta.
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Você não é o único que está revoltando com o escândalo do Banco Master, que não só conta com uma atuação vergonhosa do STF paga pelo nosso dinheiro enquanto cidadãos, como tem a fraude paga pelo FGC, que também recai sobre o bolso do brasileiro honesto.
É por isso que o NOVO tem trabalhado arduamente para investigar o caso e é o partido com mais ações contra os abusos do STF em favor do Banco Master.
Confira nossas principais medidas no caso:
– Senador Eduardo Girão (NOVO-CE) propõe CPI do Master e consegue as assinaturas da maioria do Senado;
– Eduardo Girão assina pedido de impeachment de Toffoli;
– Deputado Marcel van Hattem (NOVO-RS) e Girão enviam notícia-crime e novo pedido de impeachment contra Alexandre de Moraes por interferência no caso Master;
– Deputada Adriana Ventura (NOVO-SP) propõe PEC de Código de Conduta do STF;
– Bancada envia ação na PF e PGR pelo afastamento de Toffoli do Caso Master;
– NOVO na CPMI do INSS aciona Mendonça para devolver provas contra Master à PF;
– NOVO cobra explicações do governo Lula sobre encontro com Vorcaro;
– Lideranças do NOVO, Leo Siqueira e Julie Milk, negam acordo milionário para defender o Master e denunciam tentativa de cooptação.
Você sente que o Brasil não está fazendo o suficiente contra os abusos do STF no Caso Master? Você não está sozinho, nós também achamos e estamos lutando para impedir que esse escândalo vá para debaixo do tapete. Participe dessa batalha, apoiando as ações do NOVO nas redes e cobrando os agentes públicos que estão agindo contra os interesses do brasileiro honesto. Se você, como nós, também respeita o Brasil, seja bem vindo ao time.
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