Emenda de Marcel van Hattem que Impede Presos de Votar é Aprovado com PL Anti-facção em Nova Votação da Câmara

Do lado esquerdo, um preso na cadeia, do direito, o deputado do NOVO, Marcel van Hatten, e abaixo lê-se “Câmara aprova emeda que proíbe presos de votar”.
Marcel van Hattem, líder da bancada do NOVO na Câmara, é implacável no combate ao crime, seja de altas autoridades ou de facções e criminosos comuns (créditos: NOVO).
25 de fevereiro de 2026

Preso não pode decidir o futuro de quem está cumprindo a lei. É isso que o NOVO defendeu desde o início da tramitação do PL Antifacção e que acaba de ser reafirmado pela Câmara dos Deputados. Em nova votação, os parlamentares aprovaram novamente a emenda apresentada pelo deputado Marcel van Hattem (NOVO-RS), que proíbe presos provisórios de votar.

A proposta do NOVO integra o PL Antifacção, que foi aprovado pelos deputados e com apoio unânime da bancada do NOVO nesta terça-feira (24): um marco para o combate ao crime organizado.

Agora o texto segue para sanção de Lula, que tendo sido o candidato à presidência mais votado nos presídios, deve vetar a matéria. Nesse caso, o Congresso vai derrubar a medida petista em seguida.

— O vai e volta da emenda que proíbe presos de votar

— Proibir presos de votar: segurança pública acima de narrativas ideológicas

— As leis são moles: por isso, o NOVO reage com tolerância zero ao crime

O vai e volta da emenda que proíbe presos de votar

Desde a primeira aprovação na Câmara, o líder do NOVO, Marcel van Hattem, foi direto ao ponto:

“Não faz o menor sentido alguém que foi afastado da sociedade por decisão judicial continuar decidindo o futuro do município, do estado e do Brasil. Isso não é direito, isso é regalia. Preso não pode votar. É um contrassenso, chega a ser ridículo”.

A medida já havia sido aprovada anteriormente, foi retirada no Senado e retornou ao projeto de lei na nova deliberação da Câmara.

Confira: “O NOVO na Luta pelo Brasil em 2025: 10 Votos Fundamentais”!

Emenda para proíbe presos de votar: segurança pública acima de narrativas ideológicas

A mudança reacende o debate jurídico sobre presunção de inocência e direitos políticos. Para o NOVO, porém, a discussão precisa partir da realidade do país: facções controlam presídios, coagem detentos e usam estruturas internas para ampliar influência.

Entre os argumentos defendidos pelo partido estão:

— A prisão já restringe direitos fundamentais; é coerente que também suspenda temporariamente o exercício político;

— A medida não declara culpa definitiva, apenas reconhece um limite prático e moral enquanto durar a custódia;

— Reduz custos operacionais com urnas e escoltas dentro de presídios;

— Evita coação eleitoral promovida por facções nas cadeias;

— Reforça a credibilidade do processo eleitoral.

O PL Antifacção, aprovado no Senado com apoio do senador Eduardo Girão (NOVO-CE), amplia penas, restringe benefícios e fortalece instrumentos de combate ao crime organizado.

Girão, inclusive, defendeu no Senado o enquadramento de facções como organizações terroristas, afirmando:

“Terrorismo a gente tem que chamar pelo nome. O que está acontecendo no Brasil é terrorismo”.

Confira: “Eduardo Girão Apresenta Projeto para Impedir que Condenados por Estupro Recorram em Liberdade”!

As leis brasileiras são moles com a bandidagem: por isso, o NOVO reage com tolerância zero ao crime

Para o NOVO, combater facções exige coerência. Não basta endurecer penas no papel enquanto se mantêm brechas que enfraquecem o sistema.

Enquanto setores da esquerda tentam suavizar o debate em nome de garantismos seletivos, o NOVO mantém posição firme: quem está preso não deve influenciar o rumo político da sociedade que atacou.

O recado é claro: facção não vota. Preso não decide eleição. E o Brasil precisa escolher, de uma vez por todas, estar ao lado de quem trabalha e cumpre a lei.

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