Lucas Gotardo presta contas de sua atuação frente ao coronavírus

Lucas Gotardo presta contas de sua atuação frente ao coronavírus

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O vereador do NOVO em Balneário Camboriú, Lucas Gotardo, prestou contas sobre sua atuação neste período de pandemia.

 

Lucas apresentou um projeto de lei para reduzir os salários de cargos comissionados do Legislativo e gerar economia em tempo de crise, revertendo recursos ao combate da doença. O projeto foi rejeitado pela maioria de seus colegas na Câmara.

 

Gotardo também apoiou projeto de lei para redução de 50% dos salários dos vereadores durante a pandemia e apoiou a abertura de uma CPE para fiscalizar os impactos da crise.

 

A pandemia não tira da Prefeitura a responsabilidade de traçar um plano econômico para enfrentar a crise. Assim, Lucas protocolou requerimento convocando o secretário municipal da Fazenda a prestar esclarecimentos sobre um planejamento econômico para enfrentar a crise de arrecadação e cobrou explicações da Secretaria de Saúde sobre reforço estrutural para encarar o avanço da doença.

 

Entre outras preocupações de Gotardo, está a abertura de créditos extraordinários milionários pelo Poder Executivo, e a entrega de itens prometidos pela Prefeitura de Balneário Camboriú, como testes rápidos e máscaras, sem a devida transparência para fins de controle, iniciada desde o início da pandemia.

 

Motivado por diversas reclamações pela falta de prestação de contas de ações ligadas ao coronavírus no município, Lucas decidiu trazer a público essas denúncias e seus encaminhamentos, na Semana da
Transparência.

 

Entre as motivações de Lucas Gotardo para a Semana da Transparência está a denúncia de horas extras excessivas e a dificuldade para o levantamento dessas despesas públicas pelo Portal da Transparência.

 

Não obstante o momento de calamidade pública que exige medidas emergenciais, o parlamentar alerta para a falta de prestação de contas de ações da prefeitura, como a que ocorreu com a aquisição de 150 mil testes vindos da China que até o momento não foram autorizados pela Anvisa e que, segundo a imprensa, teriam custado aos cofres R$ 6 milhões.

 

 

 

As informações para serem realmente transparentes, precisam ser acessíveis e compreendidas pela população. Transparência no uso dos recursos públicos é princípio da Administração Pública, a disponibilização de dados deve ser de fácil acesso e em linguagem clara a toda a sociedade interessada.

 

#NOVOnaPrática

 

Foto: divulgação