NOVO Aciona TCU Contra Auxílio-saúde da AGU: Combate à Privilégios Absurdos

À esquerda, Adriana Ventura, à direita, Jorge Messias, e abaixo deles a frase "NOVO envia ação contra auxílio-saúde da AGU”.
Adriana Ventura (à esquerda), é uma das principais lideranças do NOVO pelo fim dos supersalários no funcionalismo. Jorge Messias, capacho do PT e chefe da AGU, é um dos maiores defensores desse e outros privilégios absurdos no setor público (créditos: NOVO).
08 de maio de 2026

O NOVO está acionando o TCU contra o auxílio-saúde absurdo da AGU: o motivo? Enquanto milhões de brasileiros lutam para pagar plano de saúde particular ou dependem do SUS sobrecarregado, é totalmente imoral e ilegal que a elite do funcionalismo público siga criando novos mecanismos para aumentar seus rendimentos fora do teto constitucional. Mais uma vez, o Partido Novo está na linha de frente para acabar com esses privilégios.

A bancada do NOVO na Câmara e no Senado protocolaram a representação em questão nesta quinta-feira (07).

O NOVO é o partido com mais ações contra supersalários (ou seja, acima de R$ 46 mil), penduricalhos e benefícios que distorcem o serviço público e colocam a conta no brasileiro médio, que ganha pouco mais de R$ 3 mil segundo o IBGE.

Somos os principais defensores do respeito ao teto constitucional e o único partido que apresenta propostas estruturantes para acabar com essa cultura de regalias.

Nosso pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, tem um plano claro para cortar gastos desnecessários, eliminar supersalários e acabar com privilégios acima do teto, devolvendo o foco do Estado em melhorar a vida do brasileiro honesto.

— A ação do NOVO contra o auxílio-saúde da AGU: mais um privilégios dos intocáveis
— Ação contra auxílio-saúde da AGU: parte das propostas de Zema para cortar privilégios
— NOVO é o Partido com mais ações contra supersalários, penduricalhos e privilégios

A ação do NOVO contra o auxílio-saúde da AGU: mais um privilégios dos intocáveis

A iniciativa do NOVO contra o “auxílio-saúde suplementar” pago a membros da Advocacia-Geral da União (AGU) reforça manifestação anterior do Ministério Público junto ao TCU, que também pediu investigação sobre irregularidades no benefício.

O requerimento foi motivado pela ampliação recente dos gastos reembolsáveis autorizada pelo Conselho Curador dos Honorários Advocatícios (CCHA), que passou a incluir despesas absurdas como:

Academia;

Fertilização in vitro;

Atendimento médico de parentes (sogros, genros, noras e cunhados).

Embora a AGU tenha recuado da ampliação após forte repercussão negativa, o NOVO manteve a representação para questionar o próprio modelo do auxílio-saúde, que funciona como um mecanismo para burlar o teto constitucional.

A deputada federal Adriana Ventura (NOVO-SP) foi cirúrgica:

“Transformar honorários em ‘auxílio saúde’ para escapar do teto é uma distorção inaceitável do serviço público. Quando se passa a bancar academia e até despesas de parentes, o que era irregular vira escárnio com o contribuinte”.

“O recuo da AGU mostra que a denúncia tinha fundamento, mas o problema é maior. Precisamos acabar de vez com esse tipo de penduricalho travestido de benefício indenizatório”, cravou.

A ação também é assinada pelos deputados federais Marcel van Hattem (NOVO-RS), Luiz Lima (NOVO-RJ), Gilson Marques (NOVO-SC) e pelo senador Eduardo Girão (NOVO-CE).

Confira: “Indicação de Messias ao STF É Rejeitada: Derrota de Lula, Vitória do Brasil”!

Ação contra auxílio-saúde da AGU: parte das propostas de Zema para cortar privilégios

O combate ao auxílio-saúde AGU se insere diretamente nas propostas de Zema para reduzir gastos públicos e acabar com privilégios da elite do setor público.

Para Zema, não é possível falar em redução de impostos sem antes cortar despesas desnecessárias, especialmente aquelas que beneficiam a elite estatal enquanto o brasileiro honesto mal consegue pagar as contas do mês.

Entre as principais propostas de Zema estão:

Reforma administrativa profunda, corte de ministérios e cargos comissionados;

Fim dos supersalários acima do teto constitucional;

Acabar com férias de 60 dias, licenças-prêmio, quinquênios e triênios etc.;

Extinção de órgãos públicos ineficientes;

Fim dos reajustes automáticos de despesas públicas;

Ajuste da previdência pública com base na expectativa de vida real.

Zema defende que o Estado gaste melhor e priorize o essencial: assim como ele fez como governador de Minas, onde, por exemplo, acabou com 80% dos cargos comissionados.

Hoje, cerca de R$ 1 trilhão por ano do orçamento federal é consumido apenas com juros da dívida: recursos que poderiam estar sendo investidos em saúde, educação e segurança de qualidade para a população.

Clique aqui e confira os resultados impressionantes do governo Zema em Minas Gerais!

NOVO é o Partido com mais ações contra supersalários, penduricalhos e privilégios

O Partido Novo é a principal força política no combate aos supersalários, penduricalhos e privilégios da elite do funcionalismo público. Enquanto outros partidos negociam em silêncio com sindicatos estatais, o NOVO atua com coerência e intransigência.

Confira nossas principais ações nesse sentido:

Apresentação de PECs e projetos para extinguir benefícios acima do teto;

Votação de nossos parlamentares 100% contra projetos que autorizavam supersalários;

Ações judiciais no STF e CNJ contra pagamentos inconstitucionais;

Representações no TCU e tribunais de contas estaduais;

Emendas a projetos de lei para barrar penduricalhos disfarçados;

A bancada do NOVO, mesmo pequena, tem sido decisiva em obstruções, denúncias e articulações. Seja na Câmara, no Senado ou nos estados, o partido mantém posição firme: o teto constitucional não é sugestão, é lei.

Nossos deputados federais, como Adriana Ventura, o senador Eduardo Girão e nosso pré-candidato a presidente, Romeu Zema, são lideranças firmes nessa luta.

Eles não aceitam que enquanto o brasileiro médio luta para pagar contas, uma casta de intocáveis crie “auxílios” para viver no luxo. O auxílio-saúde AGU é apenas mais um exemplo disso. O NOVO não vai permitir que isso passe batido.

O fim da farra dos intocáveis, que o Brasil demanda, exige o fim dos pagamentos acima do teto. Chega de supersalários, chega de penduricalhos e chega de uma elite estatal que vive desconectada da realidade do povo. O NOVO e Romeu Zema representam a luta pela mudança real: um Estado eficiente e que respeite o dinheiro do brasileiro honesto que trabalha duro e paga impostos.

Clique aqui e filie-se ao NOVO: lutamos para proteger o bolso do brasileiro honesto!

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