A votação do relatório final da CPI do Crime Organizado escancara mais um capítulo revoltante da política brasileira: mesmo com indícios graves de crimes cometidos por ministros do STF, o sistema foi mais forte na blindagem dos “intocáveis” por enquanto. E o brasileiro honesto segue pagando a conta dessa corrupção.
Nesta terça-feira (14), a Comissão rejeitou, por 6 votos a 4, o parecer que pedia o indiciamento dos ministros do STF, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, e do procurador-geral da república.
Isso só foi possível porque o centrão e o governo do PT articularam para mudar dois membros na CPI: exatamente o número necessário para barrar o relatório final.
É importante destacar: o NOVO é o partido com mais ações contra os abusos do STFno Caso Master, atuando em diversas frentes para garantir investigação, transparência e responsabilização de autoridades.
Na CPI, o nosso senador Eduardo Girão (NOVO-CE), evidentemente votou a favor do relatório para indiciar os ministros, apoiado por uma imensa pilha de evidências. O senador cearense destacou:
“Eu votei, sim, obviamente. Fui um dos quatro votos na sessão histórica de ontem. O governo e o PT, em articulação com o Centrão, via liderança do MDB, promoveram uma substituição de última hora: os senadores Sérgio Moro e Marcos do Val (que sempre estiveram presentes) foram trocados por parlamentares petistas que sequer participaram das sessões. Os ‘quase indiciados’ Toffoli, Moraes, Gilmar e Gonet agradecem”.
“Assinei, junto com outros 27 senadores, o pedido de prorrogação da CPI por ao menos 60 dias. O Brasil exige respostas e ações concretas para punir os desmandos do STF no Caso Master. Esse é, inclusive, o desejo de grande parte da população brasileira, já que o tema vai além da política: trata-se de ética. Ainda assim, nada muda nosso compromisso. Não vamos desistir. A verdade e a justiça vão prevalecer”, concluiu.
— Beto Faro (PT-PA)
— Teresa Leitão (PT-PE)
— Otto Alencar (PSD-BA)
— Humberto Costa (PT-PE)
— Soraya Thronicke (PSB-MS)
— Rogério Carvalho (PT-SE)
Confira: “Zema Defende Impeachment e Prisão de Moraes e Toffoli”!
— Eduardo Girão (NOVO-CE)
— Alessandro Vieira (MDB-SE)
— Magno Malta (PL-ES)
— Esperidião Amin (PP-SC)
O relatório rejeitado trazia acusações graves contra os ministros do STF, Alexandre de Moraes, Dias Toffoli e Gilmar Mendes, e o procurador-geral da república (PGR), Paulo Gonet. Confira as irregularidades que cada um cometeu:
— Dias Toffoli: conflito de interesses, como por conta do financiamento do Resort Tayayá pelo Banco Master, e interferência em investigações;
— Alexandre de Moraes: atuou em processos de forma parcial, por conta do contrato de 129 milhões do escritório sua esposa com o Master, além de blindar investigações;
— Gilmar Mendes: adotou medidas incompatíveis com o decoro ao anular diligências e inutilizar provas, comprometendo as investigações;
— Paulo Gonet: foi omisso diante de indícios robustos de crime de responsabilidade cometidos pelas autoridades acima.
Confira: “NOVO É o Partido com Mais ações contra os abusos do STF no Caso Master”!
Mesmo com uma bancada ainda pequena no Congresso, o NOVO manteve uma atuação forte e coerente na Comissão. O senador Girão votou a favor do relatório e liderou iniciativas para garantir a continuidade da CPI, incluindo o pedido de prorrogação.
O partido tem se destacado por transformar indignação em ação concreta, seja por meio de pedidos de impeachment, notícias-crime ou articulações para instalação de CPIs.
No Caso Master, esse protagonismo ficou ainda mais evidente, com uma atuação consistente para investigar e punir os desmandos do STF.
O episódio da CPI do Crime Organizado deixa uma lição importante para o Brasil: mais do que discursos, é nas votações decisivas que se revela quem está disposto a enfrentar o sistema e quem prefere protegê-lo.
A posição do NOVO é clara: diante de indícios graves, investigar não é opção. É obrigação em defesa do brasileiro honesto, que paga a conta e não vê retorno. Por isso, vamos combater toda tentativa de blindar os “intocáveis” do STF. Enquanto muitos partidos recuam diante da pressão do sistema, o NOVO mantém uma linha clara: ninguém está acima da lei e vamos até o fim para que a justiça seja feita.
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