Pressão para Alcolumbre Pautar CPI do Master: NOVO e Oposição Protocolam Ação Extrajudicial

Na arte da matéria “Pressão para Alcolumbre Pautar CPI do Master: NOVO e Oposição Protocolam Ação Extrajudicial” aparecem, no lado esquerdo, os parlamentares do NOVO envolvidos na ação e, no lado direito, Davi Alcolumbre.
No lado esquerdo, os parlamentares do NOVO envolvidos na ação: o senador Eduardo Girão (CE), o vereador de Bauru-SP, Eduardo Borgo, e o deputado federal Marcel van Hattem (RS). No lado direito, Davi Alcolumbre (créditos: NOVO).
10 de abril de 2026

Não há qualquer justificativa moral para que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (UB-AP), deixe de pautar a CPI do Master. Há diversos ministros do STF envolvidos no escândalo, políticos de peso e até 56 bilhões foram roubados do cidadão. Por isso, o senador Eduardo Girão (NOVO-CE) e outros congressistas protocolaram uma notificação extrajudicial para que Alcolumbre instale a comissão para investigar o caso.

Nesta quinta-feira (09), o senador do NOVO anunciou diretamente a Alcolumbre, em sessão ao vivo na TV Senado,  que protocolou uma notificação ao presidente do Senado, cobrando a instalação imediata da CPI do Banco Master.

A também assinam a iniciativa os deputados Marcel van Hattem (NOVO-RS) e Carlos Jordy (PL-RJ). Além disso, a notificação foi redigida pelo advogado e vereador de Bauru-SP, Eduardo Borgo (NOVO).

Esse movimento faz parte de uma série de ações estratégicas do Partido Novo, que é a sigla com mais ações contra os abusos do STF e dos demais Poderes no Caso Master.

A ação formaliza, sem envolver o judiciário diretamente, que a Presidência da Casa já tem ciência da demanda e não pode ignorá-la. Girão destaca que a abertura da comissão não depende de vontade política, mas do cumprimento da Constituição.

A CPI de autoria de Girão já conta com as assinaturas necessárias para a análise do requerimento desde novembro do ano passado e hoje conta com o apoio massivo de 53 senadores.

O parlamentar do NOVO também relembrou que o requerimento de CPMI, liderado por Jordy, atende a todos os critérios exigidos: fato determinado, prazo certo e apoio superior a 1/3 dos membros do Congresso, com 239 assinaturas de deputados e 42 de senadores:

“Frente a frente, no Plenário do Senado, acabo de informar ao presidente Alcolumbre que protocolei uma notificação extrajudicial para exigir a instalação imediata da CPMI do Banco Master. Não se trata de uma escolha política, mas de uma obrigação constitucional”.

Confira: “NOVO É o Partido com Mais Ações Contra Abusos do STF e Outros Poderes no Caso Master”!

Pressão cresce para que Alcolumbre paute CPI do Master

A cobrança atual se soma a uma articulação que vem desde 2025, quando o próprio Girão já havia protocolado o pedido de CPI com número suficiente de assinaturas no Senado. Mesmo assim, a comissão segue sem ser instalada.

Diante da demora, Girão e outros senadores também recorreram ao STF em março deste ano, por meio de mandado de segurança, pedindo que a Corte determine a abertura da CPI.

Além do senador do NOVO, assinaram a ação judicial: Alessandro Vieira (MDB-SE), Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), Damares Alves (Republicanos-DF), Esperidião Amin (PP-SC) e Plínio Valério (PSDB-AM).

Confira: “NOVO Exige que Todos Seus Pré-candidatos a Senador Apoiem o Impeachment de Ministros do STF”!

O NOVO segue pressionando para garantir a punição dos envolvidos no escândalo do Banco Master

O NOVO é o Partido com mais ações para punir os abusos do STF e demais autoridades no Caso Master.

Nesse contexto, essa nova inciativa é busca aumentar a pressão institucional e política para impedir que o pedido de CPI do Master seja engavetado por Alcolumbre.

Permitir a paralisação de uma investigação com todos os requisitos cumpridos enfraquece o papel fiscalizador do parlamento e é um desrespeito com o cidadão.

Para garantir a liquidação do Master e instituições associadas, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) precisará desembolsar R$ 52 bilhões e isso atinge o bolso de todo o brasileiro honesto.

A mensagem do NOVO é direta: quando há indícios de corrupção e risco ao patrimônio público, investigar não é opcional, é dever. E qualquer tentativa de impedir essa exigência do Brasil será exposta e enfrentada por nós até as últimas consequências.

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