Não há qualquer justificativa moral para que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (UB-AP), deixe de pautar a CPI do Master. Há diversos ministros do STF envolvidos no escândalo, políticos de peso e até 56 bilhões foram roubados do cidadão. Por isso, o senador Eduardo Girão (NOVO-CE) e outros congressistas protocolaram uma notificação extrajudicial para que Alcolumbre instale a comissão para investigar o caso.
Nesta quinta-feira (09), o senador do NOVO anunciou diretamente a Alcolumbre, em sessão ao vivo na TV Senado, que protocolou uma notificação ao presidente do Senado, cobrando a instalação imediata da CPI do Banco Master.
A também assinam a iniciativa os deputados Marcel van Hattem (NOVO-RS) e Carlos Jordy (PL-RJ). Além disso, a notificação foi redigida pelo advogado e vereador de Bauru-SP, Eduardo Borgo (NOVO).
Esse movimento faz parte de uma série de ações estratégicas do Partido Novo, que é a sigla com mais ações contra os abusos do STF e dos demais Poderes no Caso Master.
A ação formaliza, sem envolver o judiciário diretamente, que a Presidência da Casa já tem ciência da demanda e não pode ignorá-la. Girão destaca que a abertura da comissão não depende de vontade política, mas do cumprimento da Constituição.
A CPI de autoria de Girão já conta com as assinaturas necessárias para a análise do requerimento desde novembro do ano passado e hoje conta com o apoio massivo de 53 senadores.
O parlamentar do NOVO também relembrou que o requerimento de CPMI, liderado por Jordy, atende a todos os critérios exigidos: fato determinado, prazo certo e apoio superior a 1/3 dos membros do Congresso, com 239 assinaturas de deputados e 42 de senadores:
“Frente a frente, no Plenário do Senado, acabo de informar ao presidente Alcolumbre que protocolei uma notificação extrajudicial para exigir a instalação imediata da CPMI do Banco Master. Não se trata de uma escolha política, mas de uma obrigação constitucional”.
Confira: “NOVO É o Partido com Mais Ações Contra Abusos do STF e Outros Poderes no Caso Master”!
A cobrança atual se soma a uma articulação que vem desde 2025, quando o próprio Girão já havia protocolado o pedido de CPI com número suficiente de assinaturas no Senado. Mesmo assim, a comissão segue sem ser instalada.
Diante da demora, Girão e outros senadores também recorreram ao STF em março deste ano, por meio de mandado de segurança, pedindo que a Corte determine a abertura da CPI.
Além do senador do NOVO, assinaram a ação judicial: Alessandro Vieira (MDB-SE), Astronauta Marcos Pontes (PL-SP), Damares Alves (Republicanos-DF), Esperidião Amin (PP-SC) e Plínio Valério (PSDB-AM).
O NOVO é o Partido com mais ações para punir os abusos do STF e demais autoridades no Caso Master.
Nesse contexto, essa nova inciativa é busca aumentar a pressão institucional e política para impedir que o pedido de CPI do Master seja engavetado por Alcolumbre.
Permitir a paralisação de uma investigação com todos os requisitos cumpridos enfraquece o papel fiscalizador do parlamento e é um desrespeito com o cidadão.
Para garantir a liquidação do Master e instituições associadas, o Fundo Garantidor de Créditos (FGC) precisará desembolsar R$ 52 bilhões e isso atinge o bolso de todo o brasileiro honesto.
A mensagem do NOVO é direta: quando há indícios de corrupção e risco ao patrimônio público, investigar não é opcional, é dever. E qualquer tentativa de impedir essa exigência do Brasil será exposta e enfrentada por nós até as últimas consequências.
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