O Brasil, por meio da pressão popular e da articulação política do senador Eduardo Girão (NOVO-CE), alcançou uma vitória importante: conseguimos a maioria das assinaturas no Senado, altrapassando com margem o 1/3 necessário para iniciar a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do Banco Master.
A iniciativa, que o nosso senador Girão propôs e articulou desde novembro, alcançou 42 assinaturas nesta segunda-feira (18). O parlamentar do NOVO celebrou o resultado:
“Davi Alcolumbre (presidente do Senado) não tem mais desculpa. Conquistamos as 42 assinaturas no Senado para abrir imediatamente a CPI para investigar o maior escândalo do sistema bancário da história do País”.
Com isso, o requerimento de Girão supera o quórum exigido e pode ser lido já no retorno do recesso, em 1º de fevereiro, sem depender de sessão conjunta (com o Senado e a Câmara) do Congresso.
Seria diferente com a CPMI (Comissão Parlamentar Mista de Inquérito), que demanda participação das duas Casas.
A CPMI já tramita na mesa da presidência da Casa, articulada pelo deputado Carlos Jordy (PL-RJ) desde o início de 2025 e que já reúne as assinaturas de mais de 200 deputados. O senador Girão reforçou sua posição independente:
“Além de autor desta CPI, sou o único senador do Ceará a assinar os requerimentos de CPMI dos parlamentares Carlos Jordy e Heloísa Helena, que também trabalham pela a ampla e imediata investigação”.
A Polícia Federal, por meio da Operação Compliance Zero (que investiga o caso Master), estima prejuízos que podem chegar a R$ 12,2 bilhões.
Os proponentes da CPMI destacam a necessidade de examinar “demais conexões político-institucionais relacionadas aos fatos investigados”.
Os dois ministros do STF, Alexandre de Moraes e Dias Toffoli, por exemplo, já tentaram interferir no trabalho da PF e do Banco Central.
A deflagração da segunda fase da Compliance Zero, na semana passada, acelerou a coleta de assinaturas tanto no Senado quanto na Câmara.
Tendo o apoio de pelo menos 1/3 dos parlamentares da Casa, o presidente do Senado é obrigado a dar continuidade à abertura da CPI. Porém, ele pode atrasar a leitura ou a instalação da Comissão temporária.
Girão também alertou sobre o risco de boicote depois que a CPI iniciar os trabalhos:
“Temos o dever de apurar o desvio de dezenas de bilhões de reais do dinheiro de quem paga imposto nesse país. Espero apenas que, quando esta CPI seja instalada (defendo que o recesso seja suspenso para isso) os parlamentares que se recusaram a apoiá-la não tentem tomar de assalto de novo a partir da força bruta do governo Lula visando boicotar quebras de sigilo e convocações como tem feito o PT e seus aliados em recentes CPIs, como a do 8/1, das BETs e do INSS”.
O NOVO segue na linha de frente da luta contra os abusos do STF, corrupção sistêmica no Estado e pela transparência no sistema financeiro. Enquanto bilhões são desviados e o brasileiro honesto paga a conta, nós cobramos investigação sem blindagens. A CPI do Master, liderada por Girão, é um passo essencial para punir os responsáveis e recuperar a confiança nas instituições.
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