NOVO Entrevista: Alexis Fonteyne, Candidato a Deputado Federal por SP

A imagem mostra a frase “NOVO Entrevista: Alexis Fonteyne” ao lado da foto do candidato a deputado federal por SP, Alexis Fonteyne.
O candidato a deputado federal de SP pelo NOVO, Alexis Fonteyne, também é empreendedor no setor de revestimentos industriais, inventor, escultor, fotógrafo amador, esportista e professor (créditos: NOVO).
07 de agosto de 2026

Agora o NOVO Entrevista conversou com Alexis Fonteyne, candidato a deputado federal por SP, que iniciou na política com o canal “Entenda a Dificuldade de Empreender no Brasil”, em 2017, com vídeos que alcançaram milhões de visualizações (um deles com 13 milhões de acessos no Facebook).

Fonteyne já era filiado ao NOVO antes mesmo da organização se tornar um partido oficial, em 2015.

O empreendedor paulista concorreu a sua primeira eleição em 2018 e foi eleito deputado federal com mais de 45 mil votos pelo Partido Novo, sendo parte dos nossos oito primeiros congressistas.

Como deputado federal, Alexis Fonteyne apresentou diversos projetos de lei, como o Código de Defesa do Empreendedor, a Lei de Incentivo à Efetivação do Aprendiz e a modernização do sistema de patentes.

Saiba mais sobre Alexis Fonteyne na entrevista a seguir!

— Alexis Fonteyne, candidato a deputado federal por SP, comenta: início na política

— Alexis Fonteyne, candidato a deputado federal por SP, comenta: agro e jovem aprendiz

— Alexis Fonteyne, candidato a deputado federal por SP, comenta: impostos e orçamento

— Alexis Fonteyne, candidato a deputado federal por SP, comenta: eleições 2026

Alexis Fonteyne, candidato a deputado federal por SP, comenta: início na política

Você passou quase 20 anos em um partido tradicional e migrou para o NOVO em 2018, exatamente o ano em que o partido estreou na disputa para eleger deputados federais. Você, inclusive, foi um dos 8 do NOVO que chegaram na Câmara Federal. O que te fez sair de um partido que governou o Brasil por oito anos e chegar num partido que estava começando do zero, sem dinheiro, sem máquina e sem tempo de TV?

Eu me filiei ao PSDB naquele grande momento da redemocratização do Brasil na esperança de que o Brasil fosse melhorar, principalmente nos aspectos econômicos e sociais. Campinas foi um dos berços do PSDB com José Roberto Magalhaes Teixeira. A razão para migrar do PSDB para o NOVO foi devido a minha grande decepção com o PSDB quando não depurou os escandalosos esquema de corrupção em Minas Gerais, os esquema de Aécio Neves e o fetiche do Ex presidente Fernando Henrique Cardoso de querer fazer um experimento social, elegendo um sindicalista corrupto e sem caráter. O PSDB me envergonhava! Quando conheci o projeto do NOVO, que nem era partido ainda, eu abracei como meu e ajudei a tornar uma realidade. Os princípios e valores do NOVO me representavam! Sempre fui um empreendedor que começou do zero, as dificuldade de falta de recursos, sem máquina e sem recursos não me preocupavam, o importante era fazer aquele sonho se tornar realidade.

Alexis Fonteyne, candidato a deputado federal por SP, comenta: agronegócio e jovem aprendiz

O agro brasileiro puxou o PIB de 2025, cresceu 11,7% e o setor já responde por quase 29% do PIB nacional. Mas a maior parte do escoamento da produção ainda é feita por rodovia. O resultado: o produtor paulista paga caro para colocar a soja, o milho e o açúcar no porto, perde margem para o produtor argentino e americano, e agora ainda enfrenta o tarifaço de Trump. Como deputado federal por SP, qual é o seu plano concreto para destravar a infraestrutura logística do agro paulista e brasileiro e para abrir novos mercados que reduzam a dependência nos EUA?

Como se diz, “Somos competitivos da porteira para dentro, da porteira para fora, somos um desastre”. A culpa é do Estado Brasileiro, sem dúvida!  A solução de curto prazo é reestabelecer relações diplomáticas civilizadas com os Estados Unidos e com os demais países democráticos no mundo. O alinhamento do governo Lula com as ditaduras tem sido um desastre! Também num curto/ medio prazo, temos que abrir novas concessões de portos e acabar com a reserva de mercado dos práticos e movimentadores de carga. A longo prazo, é necessário destravar todos os projetos logísticos em São Paulo e no Brasil que estão emperrados por causa de licenciamentos ambientais, INPHAM, ICMbio, Quilombolas, etc. O Estado não pode atrapalhar o desenvolvimento!

A educação profissionalizante é um dos caminhos para tirar o jovem da periferia do desemprego e do crime. O SENAI e o SEST/SENAT formam milhões de jovens com taxa de empregabilidade acima de 80%. Como deputado federal, o que você defende para que a educação técnica e profissionalizante ganhe escala no Brasil, saia do papel e não vire mais um programa capturado pela burocracia estatal ou pelos sindicatos?

Admiro muito o sistema S mas acho que ele custa muito caro a toda sociedade pelo que ele entrega. Entendo que o ensino profissionalizante deveria ser privado, integrado com o programa de jovem aprendiz mas sem a interferência do Estado e sem a obrigação compulsória do sistema S. As empresas deveriam formar associações e criar escolas formando jovens nas especificações que as interesse. O custo seria muito menor, a fiscalização muito mais rigorosa e as entregas muito mais eficazes e eficientes

Alexis Fonteyne, candidato a deputado federal por SP, comenta: impostos e orçamento

O Brasil tem uma das cargas tributárias mais altas do mundo, e o pior: é uma carga complexa, cumulativa, com pelo menos cinco impostos sobrepostos na mesma cadeia produtiva. O que veio de positivo e negativo com a Reforma Tributária aprovada no ano passado? 

Esta é uma resposta difícil de responder pois o novo sistema, a reforma aprovada é até o momento uma teoria e não uma prática. Temos que lembrar que o grande objetivo da reforma não era reduzir a carga tributária, quem tem este poder é a reforma administrativa. O grande objetivo da reforma tributária é simplificar a apuração, trazer segurança jurídica, diminuir os contenciosos, diminuir o Custo Brasil associado a operacionalização do sistema e extinguir a cumulatividade do atual sistema. Na teoria a reforma aprovada avançou muito neste sentido mas só mesmo quando estiver rodando saberemos se a reforma proposta atingiu os seus objetivos.

Um dos grandes problemas do Brasil é o orçamento. Hoje a maior parte do orçamento da União já está comprometida com pessoal, previdência, benefícios sociais e juros da dívida. Qual a proposta concreta para mexer nessa estrutura? E como enfrentar o fato de que toda reforma orçamentária bate de frente com grupos de pressão fortíssimos, de servidores a outros setores que vivem de privilégios?

Esta é uma bela enrascada que o Brasil se enfiou! Engessaram todo o orçamento da União, está tudo sequestrado por interesses corporativos. A única solução é fazer projetos de desindexação e enfrentar abertamente os grupos de interesse. O orçamento da União deveria seguir as metodologias dos orçamentos de grandes empresas privadas com a técnica de orçamento base Zero e não ficar amarrada ao histórico anterior ou a uma porcentagem da arrecadação, como por exemplo 20% do orçamento para a saúde ou educação.

Alexis Fonteyne, candidato a deputado federal por SP, comenta: eleições 2026

O STF tem tomado decisões que, na prática, exercem função legislativa e isso se intensificou muito no governo Lula, e não tem data para acabar. Assim, derrotar a esquerda na eleição presidencial seria uma grande vitória contra o autoritarismo do STF. Como derrotar Lula nestas eleições?

A derrota da esquerda acaba com o atual consórcio antidemocrático entre o STF e o Executivo ( os poderes devem ser independentes e harmônicos) mas não encerra o abuso de autoridade de alguns membros do STF. Para colocar o STF de volta a sua “caixinha” apenas com um processo de impeachment de alguns ministros do supremo e o seu posterior julgamento criminal. Como derrotar Lula nesta eleição? A única solução é tendo no segundo turno um candidato de direita que não seja Flavio Bolsonaro. O ideal seria Zema/Caiado.

Na sua avaliação, qual é a pauta que a direita precisa ter como prioridade para conseguir eleger uma bancada mais expressiva no Congresso, e como você concilia isso com o fato de que o eleitor não vota por plataforma, vota por história e por sentimento? O que o NOVO e os candidatos de direita precisam fazer para traduzir as ideias certas em voto?

É muito difícil! Como dizia Thomas Sowell, “Quando o povo quer o impossível, só mesmo um político mentiroso para atendê-lo”. O NOVO precisa trabalhar na coerência, no exemplo, na retidão, na inteligência, na defesa de seus valores de Liberdade Econômica, Educação de qualidade, no respeito ao indivíduo, no combate às ideologias de esquerda e do coletivismo. Infelizmente ainda não falamos para as massas e não iremos falar tão cedo. O processo de alienação e “emburrecimento” da população avançou muito. O povo precisa recuperar o valor da liberdade e da prosperidade e perceber que o assistencialismo é uma prisão. O voto virá da confiança de que “No NOVO você pode confiar!” Um voto de qualidade, um voto de segurança, um voto que combate a corrupção, o atraso, o populismo, que liberta o Brasil e gera prosperidade.

Clique aqui e filie-se ao NOVO: defendemos o brasileiro honesto contra o sistema!

Compartilhe

VEJA TAMBÉM

Confira mais notícias do NOVO