O Brasil não aguenta mais promessas vazias, improviso econômico e um Estado inchado que sufoca quem trabalha e produz. É diante desse cenário que Romeu Zema apresentará, em evento especial, um plano de governo que enfrenta, sem moleza, as raízes do atraso nacional: excesso de burocracia, insegurança jurídica e intervencionismo estatal que travam o crescimento e castigam o brasileiro honesto.
O pré-candidato à Presidência pelo NOVO, Romeu Zema, lançará nesta quinta-feira (16) as diretrizes iniciais de seu plano de governo. A apresentação será conduzida pelo Instituto Libertas, que atuou ativamente na elaboração das propostas.
O evento ocorrerá às 10h, no Restaurante Capim Santo, em Pinheiros, São Paulo. A ação não tem qualquer relação com o Instituto Tomie Ohtake, que foi citado equivocadamente em divulgações iniciais já corrigidas.
O plano é estruturado em cinco pilares centrais:
— Eliminação do Custo Brasil: menos burocracia atrapalhando quem produz;
— Flexibilização trabalhista: melhores condições para o trabalhador e o empregador;
— Redução do tamanho do Estado: corte de privilégios bancados pelo brasileiro honesto;
— Queda de juros e dívidas: seriedade fiscal alivia o bolso das famílias e empresas;
— Abertura comercial: o Brasil como potência econômica global.
Vale destacar que também há propostas para garantir que membros do judiciário sejam investigados e punidos por seus abusos, porque ninguém deve estar acima da lei.
Na área trabalhista, a ideia é permitir maior liberdade de negociação entre empregadores e trabalhadores.
O plano também prevê um amplo programa de privatizações e uma reforma estrutural da Previdência, com ajustes automáticos baseados na expectativa de vida.
Na frente fiscal, a redução de gastos públicos e privilégios para a elite do funcionalismo é essencial para permitir juros mais baixos e combater a inadimplência.
Por fim, a abertura comercial gradual, combinada à redução do Custo Brasil, busca tornar as empresas brasileiras mais competitivas no cenário internacional.
Em resumo, o ex-governador de Minas Gerais fará de forma mais ampla o que foi feito no estado por meio da gestão do NOVO. Zema transformou uma Minas terra devastada pelo PT em um dos estados mais promissores do Brasil.
O recado é claro: o Brasil não precisa de mais do mesmo, nem de remendos em um sistema falido. Precisa de coragem para cortar privilégios, reduzir o peso do Estado e liberar o potencial de quem gera riqueza. O NOVO mostra que há um caminho para o sucesso do Brasil honesto e ele passa por responsabilidade, liberdade econômica e enfrentamento direto dos problemas que outros preferem ignorar.
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