Adriana Ventura (NOVO-SP) é líder do Partido em número de requerimentos de informação, destacando-se como uma das maiores fiscalizadoras do governo Lula e seus aliados, além de propor diversos projetos de lei importantes e ser uma deputada federal exemplar. Exemplar também em coragem, que é exatamente o que falta no Tribunal de Contas da União (TCU). É por isso que o NOVO está lançando Adriana Ventura como candidata à vaga de ministra do TCU.
Em seu segundo mandato na Câmara dos Deputados, a parlamentar construiu sua atuação política com foco em transparência, fiscalização e combate à corrupção.
Administradora, doutora em Administração e professora da Fundação Getulio Vargas (FGV), Adriana Ventura tem se destacado no Congresso pela atuação em pautas relacionadas ao controle dos gastos públicos e à integridade na administração pública.
Para o NOVO, sua candidatura representa a defesa de um perfil técnico e independente para um órgão com grande poder para fiscalizar a aplicação do dinheiro pago pelo brasileiro honesto. Adriana destaca:
“O TCU exerce um papel estratégico na proteção do dinheiro do pagador de impostos. A qualificação e a coragem de exercer o controle com autonomia são fundamentais para a integridade e a saúde plena do TCU”.
— Adriana Ventura é o que o TCU precisa: sua marca registrada é a defesa da transparência
— Deputada líder em requerimentos de informação disputa com petista defensor de supersalários
— NOVO defende independência e qualificação, o NOVO defende Adriana Ventura no TCU
No Congresso, Adriana Ventura é atualmente presidente da Frente Parlamentar de Fiscalização, Integridade e Transparência (FIT).
Ao longo dos últimos anos, Ventura tem apresentado projetos, requerimentos de informação e iniciativas de fiscalização voltadas à transparência e moralidade na gestão pública.
Apenas falando de resultados práticos, ela tem as seguintes conquistas no currículo:
— Suspensão da sala VIP do TST: sua ação, juntamente pressão de outros nomes do NOVO, barrou o espaço de luxo exclusivo para ministros no aeroporto de Brasília, forçando o Tribunal a desistir do gasto com dinheiro do brasileiro honesto;
— Revelação de omissão do governo na fraude do INSS: exposição de que Jorge Messias (AGU) omitiu a orientação para suspender ações que buscavam ressarcir os aposentados pelos descontos indevidos;
— Mais transparência sobre emendas: sua atuação resultou na instrução que obriga prefeituras a prestar contas das emendas recebidas, acabando com o “cheque em branco”;
— Garantia de dados da educação: coautora da Lei 15.017/2024, que impediu o MEC de continuar ocultando microdados do Censo Escolar e do SAEB;
— Exposição de gastos do governo Lula: com mais de 70 requerimentos de informação em 2024, forçou a abertura de gastos com comitivas internacionais (como em Paris) e detalhamento de verbas para o combate a queimadas;
— Auditoria em organizações de esquerda: sua pressão gerou auditoria do TCU para investigar repasses federais a entidades ligadas a movimentos ideológicos.
A deputada também ficou conhecida por sua disciplina parlamentar. Durante seu primeiro mandato na Câmara, não registrou nenhuma falta nas sessões, algo raro no parlamento.
Confira: “Escândalo Toffoli e Master: Adriana Ventura Responde com PEC de Código de Conduta do STF”!
A vaga no Tribunal de Contas da União foi aberta em fevereiro deste ano com a aposentadoria do ministro Aroldo Cedraz, que deixou o cargo ao completar 75 anos.
Apesar da candidatura apresentada pelo Partido Novo, o nome considerado favorito na disputa é o do deputado Odair Cunha (PT-MG).
O petista conta com apoio de partidos de esquerda e também do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), além do Centrão.
Confira: “NOVO É o Partido com Mais Ações Pelo Fim dos Supersalários”!
Ou seja, Cunha é exatamente o que não precisamos no TCU. Só para citar um caso que reforça isso, no final de 2025, ele relatou o projeto de lei que buscava criar um novo penduricalho para parte dos servidores do TCU.
Pela proposta, alguns contracheques poderiam chegar a cerca de R$ 92 mil, valor muito acima do teto constitucional do funcionalismo público, atualmente fixado em R$ 46 mil. Toda a bancada do NOVO votou contra, mas o projeto foi aprovado pelo Congresso.
Confira: “Adriana Ventura Apresenta Projeto para Proibir Supersalários no Setor Público”!
A escolha de ministros do TCU deveria priorizar qualificação técnica, independência e compromisso com a fiscalização. Afinal, tudo isso é pago com o dinheiro do brasileiro honesto e humilde.
Por isso, a disputa da vaga no Tribuanl não deveria ser mais um capítulo da velha política de conchavos irregulares e indicações de incompetentes gastadores.
O tribunal responsável por fiscalizar bilhões de reais do dinheiro público precisa, acima de tudo, de coragem para enfrentar abusos e privilégios. É exatamente isso que pauta o trabalho da deputada do NOVO há 7 anos. Adriana Ventura é o que o TCU precisa.
Enquanto outros candidatos chegam à disputa respaldados por acordos políticos e apoio do sistema, Adriana construiu sua trajetória enfrentando desperdícios, cobrando transparência e expondo irregularidades: sempre em defesa do brasileiro honesto que paga a conta.
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