O Partido Novo acionou o Conselho de Ética da Câmara contra o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) após o petista chamar o relator da CPMI do INSS, Alfredo Gaspar (PL-AL), de “estuprador” em plena sessão da comissão. Houve evidente quebra de decoro parlamentar por difamação, injúria e abuso da imunidade parlamentar, já que Lindbergh fez uma imputação criminal gravíssima sem condenação, sem lastro e com nítido objetivo de atacar pessoalmente o deputado responsável por relatar o maior escândalo contra os aposentados brasileiros.
A ação, assinada pelo presidente do NOVO, Eduardo Ribeiro, foi protocolada nesta segunda-feira (30) e pede a cassação do mandato de Lindbergh ou, alternativamente, a suspensão por seis meses.
Lindbergh extrapolou qualquer limite aceitável da disputa política e usou uma acusação dessa gravidade como arma de intimidação e desmoralização pública.
O episódio aconteceu no encerramento dos trabalhos da comissão. Durante a leitura do relatório, Lindbergh interrompeu Gaspar, criticou a condução da sessão e, em meio ao tumulto, o chamou de “estuprador”.
O bate-boca escancarou o desespero de setores governistas diante do avanço das investigações sobre o escândalo dos descontos indevidos em aposentadorias do INSS.
Escândalo que, diga-se de passagem, beneficiou sindicatos de esquerda que são base de apoio do governo Lula. É por esses e outros motivos que o NOVO é o Partido que mais faz oposição ao governo do PT.
Gaspar nega as acusações e já havia reagido publicamente, afirmando que tomaria medidas contra quem tentasse usar acusações dessa gravidade como arma política.
A mensagem do NOVO é simples: acusação de estupro não é instrumento de militância nem de intimidação parlamentar. Quando um deputado usa esse tipo de imputação para destruir reputações e tumultuar uma investigação sensível, não ataca apenas um adversário, como ataca a própria seriedade do parlamento. O NOVO cobra responsabilização porque política não pode ser terra sem lei.
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