Influenciadores Vendidos Atacam Banco Central pela Liquidação do Master: Julie Milk Revela Que Foi Procurada para Participar da Campanha

Da esquerda para direita: Julie Milk, comentarista que denunciou a compra de influenciadores para defender o banco master; Daniel Vocaro, ex-presidente do Master; e Alexandre de Moraes, ministro do STF.
A comentarista política Julie Milk, com mais de 1,4 milhão de seguidores só no Instagram, é uma das vozes mais críticas aos abusos do STF e do escândalo do Banco Master (créditos: NOVO).
07 de janeiro de 2026

A comentarista política, Julie Milk (NOVO) revelou que foi procurada para difamar o Banco Central pela liquidação do Banco Master e que outros influenciadores já se venderam para isso. Ela também indicou que isso está sendo orquestrada pelo ex-presidente do Master, Daniel Vorcaro.

O foco da campanha, encampada por influenciadores com mais de um milhão de seguidores, é desgastar a legitimidade das autoridades envolvidas na operação.

Dessa forma, eles buscam pressionar por uma reversão da liquidação por meio do Tribunal de Contas da União (TCU).

Julie, que tem mais de 1,4 milhões de seguidores apenas no Instagram, destacou em suas redes sociais como a abordagem ocorreu:

“Eu fui procurada por um agente, que queria que eu fizesse publicações questionando a atuação do Banco Central com a liquidação do Banco Master”. 

“Eu recusei e, no mesmo dia, vi muitos influenciadores de direita jogando dúvidas sobre a legitimidade do trabalho do BC. É uma turma grande e tudo indica que estão trabalhando para Daniel Vorcaro. Tem gente que tem preço e tem gente que tem valor”, cravou.

Campanha mira inspeção do TCU

Contrato milionário de esposa de Alexandre de Moraes

Separando o joio do trigo: o NOVO segue em defesa do Brasil

Campanha suja de influenciadores pelo Banco Master mira inspeção no TCU

As postagens da ofensiva concentram fogo na decisão recente do TCU, que determinou inspeção urgente no Banco Central para analisar o processo que resultou na liquidação do Master.

A medida, proposta pelo ministro Jhonatan de Jesus, visa examinar documentos, reconstruir a tomada de decisão e verificar a motivação, coerência e proporcionalidade da autoridade monetária.

O banco de Daniel Vorcaro é alvo de investigação da Polícia Federal por suspeitas de venda fraudulenta de carteiras de crédito ao BRB, com prejuízo estimado em até R$ 12 bilhões – o que motivou a decretação da liquidação.

O ministro do TCU não descartou usar uma medida cautelar de reversão.

Clique aqui e confira: “Escândalo Toffoli e Banco Master: Adriana Ventura Responde com PEC de Código de Conduta do STF”!

Influenciadores pelo Banco Master: contrato milionário de esposa de Alexandre de Moraes alimenta escândalo

O caso ganhou contornos ainda mais graves com a revelação, pela Operação Compliance Zero (final de 2025), de um contrato que previa pagamento de R$ 129 milhões em três anos à esposa do ministro do STF, Alexandre de Moraes, para defender o Banco Master.

A descoberta intensificou ações do NOVO e outros parlamentares de oposição, com pressão por CPI e novo pedido de impeachment contra o magistrado.

Clique aqui e confira: “Caso Alexandre de Moraes e Banco Master: Confira as Ações do NOVO Contra os Envolvidos”!

Separando o joio do trigo: o NOVO segue em defesa do Brasil

Enquanto o Banco Central age para proteger o sistema financeiro e evitar prejuízo bilionário ao erário e aos clientes, uma rede de influenciadores – supostamente bancada pelo ex-dono do Master – tenta criar narrativa de perseguição e ilegalidade.

Esse episódio revela o que o NOVO sempre combate: a promiscuidade entre interesses privados, poder político e influência digital comprada.

Julie Milk, fiel aos seus princípios, recusou se vender e denunciou a manobra. De um lado, quem se curva por dinheiro; do outro, vozes como Julie que defendem valores inegociáveis.

O NOVO segue firme na defesa da transparência, da autonomia do BC e da punição sem privilégios. O NOVO segue firme na defesa do brasileiro honesto.

Não aceitamos que criminosos de colarinho branco usem redes sociais para manipular a opinião pública e escapar da justiça. A renovação ética que o Brasil precisa passa por rejeitar os que têm preço – e valorizar os que têm valores.

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