Expulsão de Moradores por Facções: Eduardo Girão Propõe Projeto para Garantir Punição aos Criminosos

O senador Eduardo Girão, que propôs tipificar o crime de expulsão de moradores por facções criminosas, discursa no Senado e abaixo dele lê-se “Girão defende criação de tipo penal de deslocamento forçado por facções”.
Eduardo Girão tem diversos projetos na área da segurança pública, como para impedir que estupradores recorram em liberdade e para regulamentar tasers.
26 de fevereiro de 2026

Enquanto terroristas domésticos esvaziam bairros inteiros e obrigam famílias a abandonar suas próprias casas sob ameaça de morte, o Estado (quando pune) condena esses criminosos com penas moles. Para garantir mais proteção ao brasileiro honesto, Eduardo Girão (NOVO-CE) protocolou um projeto para tipificar o crime de deslocamento forçado, para que facções que expulsam moradores de suas residências sejam punidos com um mínimo de rigor.

O senador do NOVO apresentou o PL 640/2026 nesta segunda-feira (23). A expulsão de moradores por facções criminosas é algo recorrente no Ceará e no Rio de Janeiro, criando “cidades fantasmas”. Porém, esse fenômeno está se espalhando para outros estados.

É verdade que o PL Antifacção, aprovado nesta semana, já tem uma pena para casos similares, mas ele ainda assim possui lacunas que podem blindar criminosos que expulsam brasileiros honestos de suas casas. É aí que entra o projeto de Girão.

Confira mais sobre as diferenças dos dois projetos a seguir!

— O que mudaria com o projeto?

— PL 640/2026 x PL Antifacção: normas complementares

— Fundamentação do projeto contra expulsão de moradores por facções

— O NOVO na defesa do brasileiro honesto contra os terroristas domésticos

O que mudaria com o projeto? punição garantida dura para facções que expulsam moradores

O texto altera o Código Penal para criar um novo tipo criminal específico, trazendo mudanças objetivas:

— Criação do crime de deslocamento forçado, inexistente atualmente na legislação;

— Tipificação da expulsão de moradores por interesse de organização criminosa;

— Punição para quem constranger vítimas com uso de violência ou grave ameaça;

— Pena de reclusão de 6 a 10 anos para o crime;

— Pena aumentada para 8 a 12 anos quando houver uso de arma de fogo;

— Inclusão do novo tipo penal entre os crimes contra a paz pública;

— Fortalecimento da atuação policial e do MP contra o domínio territorial de facções.

Confira: “Emenda de Marcel van Hattem que Impede Presos de Votar é Aprovada com PL Anti-facção em Nova Votação da Câmara”!

PL 640/2026 x PL Antifacção: normas complementares contra expulsão de moradores por facções

O PL Antifacção é uma lei de segurança nacional, que dispõe sobre diversos crimes associados às facções criminosas. Já o projeto de Girão trata especificamente do delito de expulsão de moradores por facções. Confira as principais diferenças entre os dois projetos:

Tipificação do crime: o PL 640/2026 cria um crime autônomo focado no ato de expulsar o morador, sem a necessidade de provar a complexa hierarquia de uma facção. Ele funciona como uma “rede de segurança”, garantindo condenação (6 a 10 anos) mesmo quando o domínio estruturado da organização criminosa não ficar comprovado no processo;

Estratégia de punição: enquanto o PL Antifacção prevê penas severas de 20 a 40 anos, o PL 640/2026 estabelece de 6 a 12 anos. Embora o MP prefira a lei mais rigorosa, o projeto de Girão é vital para punir grupos menores ou situações onde a prova da liderança criminosa é difícil, assegurando que o crime não fique impune;

Oficializa conceito internacional: a proposta do NOVO oficializa o conceito da ONU de deslocamento interno forçado, dando mais um grau de credibilidade e se baseando em precedentes internacionais claros.

Em resumo: o PL de Girão, mesmo com penas mais brandas, tem relevância como uma ferramenta auxiliar. Ele garante que a expulsão de moradores nunca mais seja tratada como crime pequeno, mesmo que o criminoso não seja uma grande liderança, e cumpra pelo menos 6 anos de pena.

Confira: “Eduardo Girão Apresenta Projeto para Impedir que Condenados por Estupro Recorram em Liberdade”!

Fundamentação do projeto contra expulsão de moradores por facções

O avanço do crime organizado passou a produzir um fenômeno cada vez mais comum no país: comunidades inteiras sendo expulsas de seus lares para garantir o controle territorial de grupos criminosos. Girão destaca o quão absurdo isso é:

“Esse êxodo é uma das manifestações mais graves da expansão de facções e milícias em todo o Brasil. O deslocamento forçado praticado por grupos criminosos não é uma mera lesão à posse ou à propriedade. É um ataque direto à paz pública e à ordem social”.

Casos recentes no Ceará ilustram a gravidade da situação. Distritos inteiros foram esvaziados após disputas entre facções.

Enquanto isso, famílias inteiras abandonaram casas, móveis e pertences para fugir de ameaças de morte. Episódios semelhantes já foram registrados também em estados como Rio de Janeiro, Bahia e Rondônia.

Ao criar o novo tipo penal, o projeto pretende dar resposta direta a uma das formas mais brutais de expansão das facções: a tomada violenta de territórios.

Confira: “Adriana Ventura Assina Projeto para Aumentar a Punição das Atividades Econômicas do Crime Organizado”!

O NOVO na defesa do brasileiro honesto contra os terroristas domésticos

Ao tipificar o deslocamento forçado, o projeto amplia a capacidade de investigação, acusação e punição de líderes e integrantes de facções que utilizam o terror para controlar comunidades inteiras.

A proposta reforça o compromisso inegociável do NOVO: colocar o Estado ao lado do cidadão honesto, não dos criminosos (como a esquerda faz) que impõem o medo nas comunidades brasileiras.

Enquanto as facções expulsam famílias, tomam bairros e transformam brasileiros trabalhadores em refugiados dentro do próprio país, o poder público falha em reagir com firmeza.

O projeto de Girão enfrenta essa realidade de frente, tratando organizações criminosas pelo que realmente são: terroristas domésticos que atacam a liberdade, a propriedade e a dignidade do povo brasileiro. Defender o brasileiro honesto não é discurso. É garantir que ninguém seja expulso da própria casa enquanto o crime avança impune.

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