Allen do Pará Lidera Pressão por CPI do Marajó Contra Abuso Infantil e Tráfico Humano

Allen do Pará, o comunicador do NOVO que está mobilizando a criação da CPI do Marajó para apurar as denúncias de abuso infantil e tráfico humano na região.
Allen do Pará é um dos nomes mais importantes do NOVO na região Norte, se destacando com sua linguagem e críticas contundentes a realidade do estado do Pará (créditos: reprodução).
03 de março de 2026

Enquanto denúncias de abuso infantil e tráfico humano se acumulam na Ilha do Marajó, no Pará, autoridades seguem em silêncio: diante disso, Allen pelo Pará, comunicador filiado ao NOVO, iniciou uma mobilização nacional pela abertura imediata da CPI do Marajó na Assembleia Legislativa do estado.

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A campanha, que começou nas redes sociais por meio de um abaixo-assinado, cobra investigação formal sobre relatos recorrentes de violência contra crianças em municípios do arquipélago da Ilha do Marajó, uma das regiões mais pobres do Brasil.

 — Pressão por CPI do Marajó na Assembleia do Pará

 — Mobilização nacional contra o silêncio

 — O NOVO cobra transparência e responsabilização

Pressão por CPI do Marajó na Assembleia do Pará

O pedido é direcionado à Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa) e exige apuração rigorosa das denúncias que vêm sendo ignoradas há anos.

Para o comunicador do NOVO, a CPI é o instrumento institucional adequado para romper o que ele chama de abandono sistemático da região:

“Não podemos aceitar que uma região inteira permaneça esquecida enquanto crianças sofrem. A CPI é o caminho para esclarecer fatos e exigir providências do poder público”.

A Ilha de Marajó é marcada por pobreza extrema, isolamento geográfico e acesso precário a serviços públicos, fatores que ampliam a vulnerabilidade de crianças e adolescentes.

Confira: “Castração Química para Pedófilos: Câmara Aprova Projeto com Emenda do NOVO sobre Tratamento”!

Mobilização nacional contra o silêncio: CPI do Marajó investigará abuso infantil na região

Allen defende que a pressão da sociedade civil é essencial para superar barreiras políticas e a resistência de setores que preferem manter o tema fora do debate público:

“O Marajó não pode continuar sendo sinônimo de abandono. O Brasil precisa olhar para essa realidade com seriedade e urgência”.

A campanha convoca cidadãos de todo o país a cobrar providências das autoridades estaduais e reforça que a omissão institucional só favorece criminosos.

Confira: “Eduardo Girão Apresenta Projeto para Impedir que Condenados por Estupro Recorram em Liberdade”!

O NOVO cobra transparência e responsabilização

Para o NOVO, a proteção à criança e a justiça por jovens abusados é prioridade. Quando denúncias graves deixam de ser investigadas, o Estado falha em sua função mais básica: proteger os mais vulneráveis.

Apoiamos abertamente a abertura da CPI do Marajó, porque o poder público precisa de ação, não de discursos vazios. Diante de suspeitas tão graves, investigar não é opção política. É o mínimo que o dever moral e institucional exige.

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