O Rio Grande do Sul pode perder o maior investimento privado já anunciado em sua história e a bancada do NOVO já entrou em campo para impedir esse absurdo. O deputado estadual Felipe Camozzato (NOVO) e o deputado federal Marcel van Hattem (NOVO), ao lado de outros parlamentares gaúchos, estão mobilizados para destravar R$ 27 bilhões em investimentos da empresa CMPC no RS.
O projeto prevê a instalação de uma nova planta industrial em Barra do Ribeiro, com potencial de gerar cerca de 12 mil empregos e impulsionar a economia da metade sul gaúcha.
Mas a iniciativa foi travada por uma determinação do Ministério Público Federal, assinada pelo procurador Ricardo Gralha Massia, que impôs novas exigências ao processo sob a justificativa de necessidade de “escutas ativas com indígenas”.
A decisão gerou forte reação durante encontro com lideranças políticas e empresariais no Instituto Caldeira, durante o South Summit, em Porto Alegre.
O empresário Jorge Gerdau defendeu união imediata da sociedade civil em favor do desenvolvimento do estado e contra a paralisia burocrática que afasta investimentos.
Diante disso, os dois parlamentares do NOVO, bem como os deputados federais Luciano Zucco (PL) e Ubiratan Sanderson (PL) encaminharam um ofício ao MPF e lançaram um abaixo-assinado para pressionar pela liberação do projeto.
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Camozzato foi direto ao ponto: segundo ele, órgãos federais já haviam sinalizado positivamente para a instalação da fábrica, mas o MPF decidiu “trancar o estado”:
“Órgãos federais já tinham sinalizado positivamente pela instalação da nova fábrica. Aí o MPF decidiu trancar o estado e dar um recado para o país inteiro de que aqui no Rio Grande do Sul não pode vir investimento. É um absurdo”.
O deputado estadual do NOVO inclusive apontou que o enquadramento da convenção 169 da Organização Internacional do Trabalho (OIT) dado pelo procurador não prevê que o licenciamento possa ser vetado.
“Ou o procurador Ricardo Gralha Massia não sabe o que a convenção fala, ou está abusando do poder, dizendo que ela faz o que ela não faz. Com uma decisão, ele mantém 11 milhões de gaúchos numa situação de subdesenvolvimento e omite da metade sul do estado a criação de 12 mil empregos”, cravou.
A mensagem é clara: o RS não pode continuar refém de ativismo burocrático enquanto empregos, prosperidade e oportunidades escorrem pelos dedos. O NOVO seguirá atuando para garantir que o estado volte a crescer, produzir e atrair investimentos em vez de espantar quem quer gerar riqueza.
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