A atuação firme da bancada do NOVO gera resultado. A área técnica do TCU recomendou a suspensão do repasse de R$ 1 milhão à escola de samba Acadêmicos de Niterói, que faria uma verdadeira propaganda exaltando Lula em pleno ano eleitoral com o dinheiro do brasileiro honesto e antipetista: um absurdo.
A recomendação, que veio a público nesta terça-feira (03), atende a uma representação do NOVO, que apontou desvio de finalidade no uso da verba pública. O valor seria transferido pela EMBRATUR para o Carnaval do Rio de Janeiro.
Embora a estatal tenha destinado o mesmo montante a todas as escolas do grupo, os técnicos do TCU entenderam que o caso da Acadêmicos de Niterói merece tratamento diferenciado por envolver conteúdo político-eleitoral evidente.
A deputada Adriana Ventura (NOVO-SP) foi direta ao comentar o episódio:
“Quando o Estado financia enredo político, quem paga a conta é o cidadão. Isso não é cultura. É propaganda”.
Assinam a ação os congressistas: Adriana Ventura (NOVO-SP), Marcel van Hattem (NOVO-RS), Gilson Marques (NOVO-SC), Luiz Lima (NOVO-RJ), Ricardo Salles (NOVO-SP) e Eduardo Girão (NOVO-CE).
No parecer técnico, o TCU destaca que o samba-enredo da escola — intitulado “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil” — retrata a trajetória pessoal e política de Lula, que já é pré-candidato à reeleição neste ano.
Os técnicos apontaram o óbvio: o uso de recursos públicos destinados à promoção cultural e turística não pode servir para beneficiar politicamente um pré-candidato à Presidência da República, ainda que de forma indireta.
Esse entendimento fundamenta a recomendação para barrar o repasse, que agora será analisada pelo ministro Aroldo Cedraz, relator do caso no TCU.
O desfile da Acadêmicos de Niterói está previsto para o dia 15 de fevereiro. Lula já confirmou presença no evento, embora não vá desfilar. Naturalmente, a deslumbrada e gastadora primeira-dama, Janja Lula da Silva, deve participar da apresentação na avenida
O NOVO reforça: o suposto “incentivo à cultura” não pode ser ferramenta de campanha antecipada, muito menos promoção pessoal de autoridades públicas. A recomendação do TCU representa um passo importante para proteger o dinheiro do brasileiro honesto e que não deve ser obrigado a apoiar político algum, ainda mais tendo o bolso assaltado na cara dura.
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