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Minas Gerais inicia a maior operação de vacinação da sua história

22 de janeiro de 2021

O Governo de Minas Gerais iniciou nesta segunda-feira (18/1) a maior operação de vacinação de sua história. A primeira imunizada contra a covid-19 é a técnica de Enfermagem Maria Bom Sucesso Pereira, de 57 anos, que há mais de uma década atua no Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital Eduardo de Menezes, na capital mineira. A instituição estadual é referência no tratamento da doença em Belo Horizonte e Minas.

Além dela, outros quatro integrantes do grupo prioritário definido pelo Ministério da Saúde e que atuam na linha de frente de combate à doença no Estado também foram vacinados em ato simbólico com a presença do governador Romeu Zema. A cerimônia foi realizada logo após a chegada do primeiro lote de imunizantes ao Aeroporto Internacional de Belo Horizonte, em Confins.

O governador Romeu Zema falou sobre a maior operação do Estado para vacinação e enalteceu os profissionais de Saúde para salvar vidas.

“É bem provável que amanhã todo o estado já tenha à disposição essas vacinas. Eu fico muito honrado de estar aqui participando deste momento com cinco profissionais do nosso Hospital Eduardo de Menezes que, desde março do ano passado, atende exclusivamente pacientes com covid-19, unidade em que os funcionários, mais que quaisquer outros, foram expostos. Lembrando que os profissionais de saúde, nove, dez meses depois da pandemia, estão em um processo de exaustão, como todos nós, mas eles muito mais. Se nós tivemos trabalho extra, diria que a carga dos profissionais de Saúde foi muito maior. Quero de coração agradecer, em nome dos cinco funcionários que estão aqui, a todos aqueles que trabalham na área de saúde, principalmente na rede do estado”, disse Zema.

Imunizados 

Com a pandemia, Maria Bom Sucesso Pereira, a Cecé, responsável por preparar o leito para receber o paciente, ficou conhecida por tentar transformar a impessoalidade de uma cama de hospital em um ambiente mais acolhedor. “O atendimento para mim tem que ser humanizado”, ressalta. “É a maneira que eu gostaria de ser recebida em um CTI. Onde todo mundo tem medo de ir, temos que passar carinho”, acrescenta.

Foto: Alexandre Rezende / Nitro

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